Arqui-rivais fazem as pazes com McDonald's | Amo muito tudo isso



Gargamel e Smurfs, Batman e Curinga, Coiote e Papaleguas, Pac Man [aqui, aqui, aqui] e um fantasminha e outros velhos inimigos deixam as diferenças de lado e dividem um lanche no McDonald's.

Que tal seguir o exemplo? Deixe rusgas e rivalidades para trás e estenda a bandeira branca para o coleguinha. Manda ver no play lá em cima.


O novo spot da rede de fast food lança uma outra pegada para o mote "Amo muito tudo isso" [I'm loving it] com foco maior no amor. O comercial faz parte do novo posicionamento da marca para 2015.

"Esse novo foco vai nos inspirar em tudo daqui em diante, desde propaganda e marketing até na forma como interagimos com os consumidores nos restaurantes e nas mídias sociais", explica o McDonald's.

Veja o que a diretora de marketing Deborah Wahl diz sobre o novo posicionamento da marca. A ideia é dar uma puta reviravolta na filosofia da empresa, mudando de "bilhões de pessoas servidas para bilhões de pessoas ouvidas". Branding com B maiúsculo de dar gosto. Dá o play:



Arqui-Inimigos é cria da Leo Burnett com apoio de outras agências, e está em exibição nos States na TV e em mídias digitais desde o último sábado.

Dá-lhe, McDonald's! Bora espalhar o amor.

Veja mais:
Personagens da cultura pop pedem pra viagem no McDonald's



Mãe quer dormir e bebê não deixa | Virou viral



Cansado da maratona Natal-Reveillon? Eshter Anderson também.

A moça quer tirar um cochilo, mas seu pequeno herdeiro tem outros planos.

Prepare-se para cenas de fofura explícita que irão salvar a sua 2ª feira.

Com mais de 13 milhões de vizoos em 4 semanas, o vídeo é prova definitiva de que ser mãe é padecer no paraíso.

Vai lá, aperte o play e solte um sorriso.


Curtiu? Sua mãe, certamente, também vai gostar. 

Aproveite e compartilhe, dizendo algo do tipo: "Tá vendo, eu nem dava tanto trabalho assim!" ;)

The Killers: estampa com banda formada por ditadores e assassinos causa polêmica


Imagine se Osama bin Laden, George W. Bush, Sadam Hussein e Hitler [aqui, aqui e aqui] se juntassem num projeto para dominar o mundo formar uma banda de rock. Diabólico, não?

Agora pare de imaginar, a Cavalera fez isso por você e colocou pra jogo uma camiseta estampada com a [fictícia] The Killers por 129 reais.

A peça vem causando. O sucesso das vendas levou a marca a uma segunda edição. Eu acho de gosto duvidoso.

Vi na coluna do Ancelmo

Você vai para a balada enquanto família sai para jantar | Porcos na rua


Vira-latas são para os fracos.

No Rio Comprido, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, uma animada turma de porquinhos revira o lixo acompanhada de perto pela mãe.

Voltava do treino por volta das 23 horas de ontem quando registrei a cena.


A porca enorme de gorda que perambula pela rua Itapiru há tempos andava sumida. Não virou chouriço em alguma birosca, tá explicado: estava de barriga, a danada! Abandonou a vida boêmia por uns tempos para dar cria.

De volta à ativa beeem mais magra, levou a família para um lanche noturno.


Falando em porcos e família, não necessariamente nessa ordem, trouxe um funk proibidão +18 da Peppa Pig para animar o post.

Dá o play antes que excluam do YouTube:

Nome da música do elevador do comercial da Skol


Geral tá se perguntando qual o nome da baladinha dançante que a Déborah curte com o Caio quando estão presos no elevador. Manja final de novela, tipo "Quem matou o vilão?", nessa vibe.

Tem até fanpage no Face. Engraçadinha, a página diz que irá divulgar a info somente quando atingir 500 curtidas. Até o momento, levou apenas 43. O nome mesmo ninguém sabe, ninguém viu.

Motivado pelo comentário do Allex Alves na postagem original, escrevi este novo post. Após fuxicar o reino encantado da webz, confirmei o que suspeitava desde o princípio: a música não existe.



Nos comentários do vídeo no YouTube, o usuário 1972R, manda o papo reto: "Pegaram um sampler qualquer e gravaram um vocal em cima,apenas para o filme promocional.E com isso a Skol consegue o que quer,todos assistindo o comercial várias vezes para tentar identificar a música".

A info foi confirmada pelo próprio Caio, segundo outro usuário do YT, Ely E.M.S., o ator consumidor feliz cara selecionado para a campanha divulgou em seu perfil do Face que o trecho foi produzido em estúdio só para o comercial.


Quer o nome da música? Senta e chora bora flodar os canais da marca pedindo para produzirem e disponibilizarem a dita cuja. Apesar do trabalhinho e custo extras, a Skol será esperta se aproveitar a oportunidade de fazer render o sucesso da campanha.

Se é que tudo não passa de estratégia para ampliar o buzz em torno do comercial e, zaz, daqui a pouco a marca aparece com a música prontinha de presente. Seja como for, estamos ansiosos por isso.

Quem viver verá ;)

Veja mais:

Skol prende consumidor com Deborah Secco no elevador | Aperte On

Taca-le pau, 2015 | Chegue lá


Olar, 2015!

Taí, um ano tinindo de novo para você renovar esperanças, sonhar sem limites e meter a cara nas suas metas. O tempo passa rápido e o futuro vai cobrar. Lembre-se dos amigos que estão ao seu lado quando precisa e seja um deles no momento que eles precisarem. Ninguém vence sozinho.

Limites existem para serem superados e o maior de todos é desistir antes mesmo de tentar. Deixe comentários negativos e a rejeição para trás. Acredite em você, comece do zero e mude o mundo se preciso. Mas não se esqueça, primeiro terá de mudar a si mesmo.

Taca-le pau, 2015!

Inspire-se nas palavras de Ayrton Senna, nesse clássico da Nike:



A frase que ilustra o post é dica da Patrícia Costa

O que você faria se pudesse fazer qualquer coisa? | Bucket List Vodafone


Há quem decida partir sem palavras - não é fácil dizer adeus - ainda assim, prefiro o aceno do que seguir sem ele. Sim, despedidas são um ponto final, mas também podem ser um novo começo.

No último post do ano, um filme emocionante que pergunta o que você faria se pudesse fazer qualquer coisa, lembra as promessas de ano novo, mas o final é surpreendente. O que parece ser o começo pode ser o fim. Ou não.

Adeus 2014. Mete o dedo no play lá em cima.


Criação inspirada da Jung Von Matt, o filme da Vodafone me fez notar algo que nunca havia pensado antes: a relação entre promessas de ano novo e coisas a fazer antes de morrer.

Listas em momentos marcantes, aquela no início de uma nova chance e esta no fim da última. Enquanto uma, normalmente, não é levada a sério, a outra tem um quê de densidade e respeito.

A gente não percebe, mas de uma hora para outra, elas podem se tornar uma coisa só.

O amanhã ninguém sabe, viva como se fosse o último. Você vai ganhar 365 oportunidades.

Em tempo, música phoddastica, né? All We Are, dá pra comprar no iTunes aqui

A gente se vê em 2015 ;)