Comemorado no dia 14 de fevereiro, o Dia dos Namorados gringo, a cada ano, é adotado cada vez mais pelos brasileiros. Bom para os namoradinhos que ganham assim uma data extra para celebrar o amor.
Exceto pelo fato de estarem de ponta-cabeça, tudo certo, ok?
Bom, desvirei as fotos para o leitor. Agora dê uma olhada de novo.
Print 1: Senhora
Print 2: Jovem
Print 3: Senhor
Pegou? Sensacional, não?
"It May Look Right, But it isn't" é uma campanha de mídia impressa da DDB de Buenos Aires para Volkswagen - Peças Originais. O objetivo? Mostrar que, por mais que sejam semelhantes, um item sem selo de autenticidade não serve para substituir o original, podendo comprometer o desempenho e causar danos ao veículo.
Os anúncios que malandramente exploram o recurso da ilusão de ótica foram publicados originalmente em revista, em 2016, trazendo na posição correta de leitura apenas o título "Compre peças originais Volkswagen" , levando o leitor a interagir com a peça. Ao virar a publicação, ele era surpreendido pela mensagem: "Parece estar tudo bem, mas não está".
A Playboy foi mais uma a adentrar no mundo dos NFTs. A editora com foco no público masculino está lançando edições virtuais e colecionáveis que revisitam as fotos e nudes do seu extenso acervo, produzidas ao longo de 67 anos de história da revista.
Realizado em parceria com a Nifty Gateaway, uma plataforma de leilão de arte digital online para arte no formato NFT, o projeto convida artistas a reinventarem os arquivos de acordo com seu próprio estilo.
We’re excited to announce a new partnership with @niftygateway, the premiere platform for NFT art.
Conhecido como Slimesunday, Parisella foi colaborador da Playboy e ficou famoso pelas colagens eróticas publicadas nas páginas da revista.
A collab entre ele e Playboy, com 6 NFTs exclusivos, recebeu o nome de "Liquid Summer".
🐰Today is the day🐰 LFG! MASSIVE shoutout to the @Playboy team for working just as hard as me on this drop. Honored to be a part of the first PB cover ever to be released as an NFT. To all the models/photographers who are now part of the art, thank you ❤️@niftygateway 6:30 ET pic.twitter.com/i2TvdW20xi
Além de se reinventar no meio digital via criptoartes baseadas no seu acervo, a Playboy está apoiando artistas "emergentes e não representados que estejam entrando na comunidade de arte com NFT" na criação de obras digitais originais.
Um dos nomes convidados é o de Blake Kathryn. A collab entre a artista 3D e a revista tem o orgulho LGBTQIA+ como tema.
“Zephone Brigita,” Blake Kathryn We love @blakekathryn’s dreamy, futuristic compositions & strong female characters. “Zephone” is the queen of spring from BK’s “Four Winds” series--a fantasy world that revolves around the four seasons. Score by @_mariode_. https://t.co/6TkAIlljyQpic.twitter.com/56FNL82CBp
"De Pablo Picasso e Salvador Dalí a Keith Haring e Andy Warhol, a Playboy serviu como uma incubadora criativa para alguns dos artistas mais lendários do planeta", escreve a companhia. "O programa de arte contemporânea da Playboy continua a construir em cima deste legado com foco em ajudar mais artistas femininas e vozes diversas", afirma.
A revista Time revelou sua tradicional lista das "100 pessoas mais influentes do ano" na noite dessa terça-feira, 22.
Felipe Neto e Jair Bolsonaro são os únicos brasileiros a constar na edição 2020 da relação que traz músicos, políticos, astros do cinema e da TV, esportistas, empresários, filantropos e outras personalidades que se destacaram mundialmente, segundo a publicação.
Em lados opostos das trincheiras, Felipe, com 52,4 milhões de seguidores, e Jair, com 6,6 milhões de seguidores, tiveram apresentações beeem diferentes. Enquanto o youtuber e empresário carioca foi descrito pelo deputado federal David Mirando [PSOL-RJ] como "o mais importante influenciador digital do Brasil e, possivelmente, do mundo", o político foi apresentado pelo editor internacional da revista, Dan Stewart, como "o presidente cujo ceticismo teimoso sobre a pandemia e a indiferença à espoliação ambiental elevou os números [de tragédias]".
Miranda relatou à Times a trajetória de Felipe. "O domínio online de Neto não é novo. Uma década atrás, da humilde casa de sua família no Rio de Janeiro, ele começou a criar conteúdo para o YouTube [...] o que mudou radicalmente é a forma como Neto usa a plataforma", escreveu. O parlamentar destacou a relevância conquistada pelo youtuber ao falar para um público jovem, sobre videogames e celebridades. Porém a partir de 2018, após alcançar uma fanbase leal e acumular inúmeros patrocínios, Neto arrisca sua popularidade para se tornar "um dos oponentes mais eficazes de Bolsonaro", relata o deputado.
"O primeiro grande envolvimento de Neto na política, em 2016, foi um protesto equivocado contra o Partido dos Trabalhadores, de centro-esquerda, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva", continua Miranda. Felipe que entrou na categoria "Ícones" da lista ainda foi lembrado pelo vídeo onde denunciava outros influenciadores que não se posicionavam politicamente. Em seguida, o deputado elogiou a gravação de Felipe Neto para o New York Times em que denuncia Bolsonaro como "o líder mais destrutivo do mundo" na pandemia da Covid-19.
Uma publicação compartilhada por Felipe Neto (@felipeneto) em
Por sua vez, o texto sobre Bolsonaro, que entrou na categoria "Líderes", começa descrevendo o Brasil em números. "137 mil vidas perdidas para o coronavírus. A pior recessão em 40 anos. Pelo menos cinco ministros demitidos ou que se demitiram do Gabinete. Mais de 29 mil incêndios na floresta Amazônica apenas em agosto", escreveu o editor da Time fazendo questão de frisar que a influência nem sempre é positiva.
Dan Stewart falou ainda sobre a contradição do país que, mesmo diante deste cenário, 37% dos brasileiros aprovou o presidente em uma pesquisa no fim de agosto, índice mais alto desde que assumiu o cargo no início de 2019. "A aprovação de Bolsonaro é em parte devido ao auxílio emergencial mensal feito para os mais pobres durante a pandemia. Mas também reflete os seguidores fervorosos que ele comanda. Para a base dele, ele simplesmente não erra. É o resto do Brasil, e do mundo, que é deixado para calcular os custos", conclui o editor da revista.
A lista da TIME100 mostra aqueles considerados os mais influentes do mundo, independente da influência ter sido positiva ou negativa.
Sim, Jair Bolsonaro é o outro brasileiro na lista, mas o texto sobre ele fala por si só. Sugiro que leiam.https://t.co/kOG3ozhVsY
A lista da revista Time contempla cinco categorias: "Pioneiros", "Artistas", "Líderes", "Titãs" e "Ícones". Para conferir na íntegra o texto de apresentação de cada uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, clique aqui.
A edição impressa da TIME100 deste ano chegará às bancas na sexta-feira, 25.
Confira algumas reações:
Sua luta e sua voz agora são reconhecidas no mundo! @felipeneto entrou para a lista das 100 pessoas mais influentes da revista Time. Siga firme com seus ideais democráticos, precisamos dessa energia para salvar o Brasil! https://t.co/Y6aOKbmhX9
Cês leram os textos que a @TIME publicou sobre @felipeneto e @jairbolsonaro, os 2 brasileiros que acabam de entrar na lista das 100 pessoas + influentes do mundo? O artigo sobre Felipe é de @davidmirandario. O do presidente, é de Dan Steward, editor de internacional da revista. pic.twitter.com/FcDBhy9z2r
“Quando @felipeneto fala, milhões ouvem. E, agora, sua justa e politizada voz ressoa poderosamente em um país cuja democracia está em perigo”, diz @davidmirandario, que assina o perfil de Felipe Neto na #TIME100 edição 2020 https://t.co/55MGZ4qTqy
“Para sua base, ele simplesmente não erra. É o resto do Brasil, e do mundo, que sobra para contabilizar os custos”, diz @thatdanstewart, editor de internacional da @TIME, que assina o perfil de Bolsonaro na edição 2020 da #TIME100https://t.co/pSBE7ptZTj
A revista Time divulgou nesta terça-feira (22), a lista das “100 pessoas mais influentes de 2020”. A publicação produziu oito capas diferentes, incluindo personalidades que são bem conhecidas do grande público, como o cantor The Weeknd, a rapper Megan Thee Stallion, a atriz... pic.twitter.com/DQB4nGnTV2
Gabrielle Union e o jogador de basquete Dwyane Wade. Porém, com tudo que estamos vivendo neste ano, a edição não poderia deixar de homenagear outras pessoas que fizeram história... As fundadoras do movimento “Vidas Negras Importam” nos Estado...(📷: @time) https://t.co/GLp1C2KAkepic.twitter.com/amKyHrYEq4
'Eles poderiam ter me forçado a parar, a desistir da luta, por medo. Mas o que eles me deram foi força': @felipeneto agradece aos pais após entrar na lista de 100 mais influentes do mundo da revista 'Time' https://t.co/crVqbGl4ix#G1pic.twitter.com/eqGgr7uiiR
A capa da Piauí recebeu críticas por, digamos, não ser tão criativa assim... bom, se nem Cristo agradou todo mundo, o que dirá a capa Piauí, não é mesmo?
Acho que já virou auto-ironia e auto-referência até pela posição ser sempre a mesma mas #vamosacompanhar
— Bemti, cantora e bebê cibernético (@bemtii) May 6, 2020
A pose é sempre a mesma pq é inspirada da foto/grafite de Berlim. Mas fazer a mesma capa uma vez por ano pra falar de relação criminosas tá cansativo já rs
Amigo a repetição da pose nas capas é proposital e não imita o grafite em Berlim. 😂 A origem da blague é essa foto icônica do beijo entre dois ditadores, Leonid Brezhnev e Erich Honecker. pic.twitter.com/gjBgS0MU9U
— Marciano Diogo 🌹🏳️🌈 (@marcianodiogo) May 7, 2020
Não sei, @vitormcz. pois o beijo representa a aliança política, como na antiga união soviética. E “a morte” à qual Bolsonaro beija, nem pode ser considerada ‘um homem’ p ser um beijo gay.
Já rolou essa discussão antes e eu sigo achando que não é pelo "beijo gay". É pelo beijo só mesmo. O beijo que sela uma relação de amor. Essa é a piada.
— problematizem o bolsonaro (@angelopilla) May 6, 2020
Vejo um monte de gente criticando a última capa da @revistapiaui. Acusam-na de repetitiva, homofóbica ou obcecada pelo beijo entre homens. Acho que não entenderam o contexto. A origem da blague é essa foto icônica do beijo entre dois ditadores, Leonid Brezhnev e Erich Honecker. + pic.twitter.com/yCpCG54NtM
Com a queda do Muro de Berlim, a imagem recebeu novo tratamento, dando origem a um igualmente icônico graffiti, pintado no próprio muro. Não por acaso, a ideia foi emulada num outro graffiti, por aqui. Em todos eles, sempre uma ironia do beijo entre políticos detestáveis. + pic.twitter.com/kj0zcYwF5S
E não foi só por aqui e com Bolsonaro e Trump. Também entre Trump e Putin (Vilna, Lituânia) ou Trump e Boris Johnson (Bristol), Trump e Netanyahu (Gaza), ou outra imagem Trump-Putin na Lituânia - compartilhando um baseado.
+ pic.twitter.com/xjABFHoc34
Em suma, a imagem é parte de nosso patrimônio cultural, como a Mona Lisa. Portanto, replicá-la inúmeras vezes nada tem a ver com repetitividade, ou obsessão com um beijo gay, ou algo do tipo. É, simplesmente, evocar um símbolo de nossa cultura que faz blague de políticos odiosos.
A sonzera made in BR está ostentando real. Alok agora ocupa o 13º lugar na prestigiada lista da DJ Mag, revista especializada em música eletrônica que elege os 100 melhores DJs do mundo.
O DJ goiano subiu seis posições em relação ao ano passado, ultrapassando grandes nomes da cena pop-eletrônica, como: Skrillex [21º], DJ Snake [24º], Chainsmokers [31º], Calvin Harris [40º], Diplo [42º] e Avicii [15º], que morreu em abril, aos 28 anos.
Alok estreou no ranking da DJ Mag, um dos mais renomados quando o assunto é música eletrônica, em 2015, na 44ª posição. Em 2016, ele subiu para 25ª posição. Já no ano passado ele passou a ocupar o 19º lugar e agora, em 2018, garantiu a 13ª colocação.
Não ligou o nome às músicas? Certeza que Alok já te fez se jogar nas pistas. O DJ brasileiro é responsável por hinos como "Hear me now", "Never Let Me Go", "Favela", "Ocean", "Fuego" e "I Missu U". Hits que o levaram a fazer cada vez mais shows fora do Brasil, incluindo turnês pela América do Norte, Europa e Ásia.
Além de Alok, outros BRs tiram onda no Top 100 da DJ Mag. A dupla carioca Cat Dealers ficou em 48º, no ano passado estavam na posição 60, e o sul-mato-grossense Vintage Culture aparece na 19ª colocação, após subir 12 posições no mesmo período.
A DJ Mag mantém o holandês Martin Garrix na 1ª posição, pelo terceiro ano consecutivo.