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Luisa Mell X Mulher da Casa Abandonada: ativista resgata animal de Margarida Bonetti, elas brigam. Treta repercute e vira meme

 


Rinha entre Luisa Mell e a Mulher da Casa Abandonada foi o assunto da web nesta quarta, 20. A invasão da mansão onde vive Margarida Bonetti pela ativista, junto do delegado e deputado estadual Bruno Lima [PP-SP] e da Polícia Civil de São Paulo, para resgatar animais de estimação em supostas condições precárias ganhou ainda mais repercussão devido à cobertura ao vivo do programa policial Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena, na Band.

A treta feat ação policial para cumprir um mandado de busca e apreensão no imóvel emblemático de Higienópolis, área nobre da cidade, é mais um dos desdobramentos após a repercussão da história true crime contada pelo jornalista Chico Felitti no podcast "A Mulher da Casa Abandonada", da Folha de S. Paulo, e lotou a timeline de memes.



A ativista transmitiu toda a ação através de uma live no instagram para que seu público pudesse acompanhar. Luisa Mell entrou na mansão, mostrou o quintal, os animais e a proprietária. Tudo isso sem autorização, já que se trata de um local privado. Margarida chegou a confrontá-la ao vivo: "Dá licença, me devolve a cachorra, ela é minha. Quem é toda essa gente aqui?", gritou a mulher que quase sai no tapa com Luisa por conta do animal.

"Os policiais que encontraram, estava muito assustado, quando a gente entrou ela arrancou o cachorro da minha mão, enfiou dentro da malha [da blusa] e começou sufocar o cachorro. Eu peguei ele e saí correndo", contou a ativista a Datena.

Em seguida, Luisa afirmou que não pode mais entrar na mansão, pois pode apanhar de Margarida: "Eu falei: 'Você vai matar o cachorro', ela falou: 'Vocês querem tirar tudo de mim'. Ela falou que o cachorro era dela e que não íamos levar. Ela não quis dar, a delegada pediu, quando eu peguei, ela me deu uma gravata e saiu atrás de mim. Eu não posso ir lá atrás, ela vai me bater, ela veio para bater. Ela bateu nos policiais", relatou ― anteriormente, a ONG que cuida dos direitos dos animais chefiada pela ativista já havia entrado no imóvel e resgatado outros cachorros da mulher.



Além da polícia e da ONG de Luisa Mell, bombeiros, a companhia de energia elétrica e curiosos estiveram na mansão. O que causou uma grande comoção no local.



Enquanto isso, Margarida deu entrevista a Datena e foi tratada como se ela estivesse em condições de escravidão e/ou abandonada pelos familiares ― o que não procede. O apresentador chegou a se corrigir ao vivo, mas não escapou das críticas de parte do público que condena a transformação de Margarida em vítima. 







A postura de Luisa também chamou a atenção e gerou críticas nas redes sobre a espetacularização do fato. A ativista foi acusada de se promover em cima do crime cometido pela dona do imóvel, contado no podcast que a deixou famosa. 













O jornalista não escapou de críticas.



Ele também foi um dos que se dirigiram ao local.



Um fato curioso é que toda essa tour rolou justo no dia da divulgação do último episódio do podcast. 



O jornalista Chico Felitti se pronunciou e anunciou um episódio extra inédito:



A zoeira não ia ficar de fora desse circo armado, não é mesmo? 



Uma das piadas mais divertidas, não se sabe se real ou boato, é de que Luisa foi até a mansão para conferir uma "denúncia de gato" e só depois da invasão descobriu que não era maltrato contra felinos mas furto de energia [pausa para os risos].







Tacale mais memes.





Um meme pronto:











Daí pro pessoal criar uma trend sobre as possíveis confusões da ativista foi um estalo:

























Veja também:

Bebê Alice: menina de 2 anos que fala palavras difíceis e conquistou a internet estrela comercial do Itaú

 


"Liquidificador", "proparoxítona" e "estapafúrdio" são palavras difíceis até para adultos, mas não para a pequena Alice. A bebê que acabou de completar dois anos está fazendo sucesso por conseguir pronunciar esses e outros trava-línguas nível avançado, como "otorrinolaringologista" e "inconstitucionalissimamente", em vídeos publicados na web. 

Aperte o play e caia de amores:



O vídeo acima foi o primeiro a viralizar, em fevereiro deste ano. "E aí foi numa sequência, tudo muito rápido", conta a mãe, Morgana Secco. Tamanha habilidade e fofura deixou todo mundo querendo saber um pouco mais de Alice, a nova sensação da internet

Morgana, que é fotógrafa, é quem publica os vídeos, seu perfil no Instagram já passa dos dois milhões de seguidores. Ela tem dado entrevistas a portais e programas de TV.

"Mamãe? "Papai"? Nada disso! A primeira palavra que Alice pronunciou foi "batata". O processo de aquisição da linguagem da menina ganhou força por volta dos oito meses de idade, quando balbuciou "tatáta". Com um ano e um mês, passou a tentar repetir todas as palavras que ouvia em casa e falar frases com diversas palavras. "Foi nessa hora que a gente percebeu que tinha uma facilidade com isso e que ela gostava disso, e era algo precoce em relação a outras crianças", conta a mãe.

"É um pouco da predisposição dela, da facilidade que ela tem de aprender e de querer falar. Ela sempre gostou muito de se comunicar. E um pouco do ambiente que a gente fornece. A gente sempre conversou muito, ela recebe muita atenção em casa. Fiquei com ela desde que nasceu e faz um ano que meu marido também está em casa. Então, ela tem esse contato bem próximo com a gente", responde ao ser questionada sobre o segredo da dicção da menina. "Ela não tem acesso a eletrônicos, então pode brincar muito e ser espontânea. Acho que isso contribui", completa.

Confira outro vídeo:



Morgana conta que ela própria ficou surpresa com a desenvoltura da filha. "Eu achei que ela ia falar mais errado. Achei que ia ser divertido ver o jeitinho dela. Não pensei que ia sair tão bem. Tomei cuidado de não falar antes as palavras, para ser totalmente novo, fora liquidificador que ela já conhecia. Ela prestou atenção e repetiu direitinho".

A cantora Maria Rita, a atriz Nanda Costa estão entre os famosos que se encantaram com o jeito carismático de Alice e deixaram comentários nos vídeos:



Bate-papo de mães

Antes dos vídeos estourarem, Morgana lançou com outras duas mães o podcast "Mãe Mulher". Nos áudios, elas batem um papo sobre assuntos relacionados à maternidade, ora compartilhando as próprias experiências, como "mães, mulheres profissionais, amigas, filhas, esposas", ora com a participação de especialistas. "Achei que fazia sentido [criar o podcast] e o formato permite aprofundar um pouco mais os assuntos", diz.



Camisetas e canecas: 'Quando as pessoas riram, estava escuro'

A mãe de Alice conta que as camisetas aconteceram por acaso por sugestão dos seguidores. "Alice repetia sempre a mesma frase quando fingia que lia uma história: 'Quando as pessoas riram, estava escuro'. Não sabemos de onde ela tirou isso, mas as pessoas começaram a me mandar as interpretações delas e a dizer que queriam camisetas com essa frase". 

Morgana comprou a ideia e resolveu colocá-la em prática, encontrou uma fornecedora com visões alinhadas as dela e deu início à parceria. "As camisetas, moletons e canecas têm a frase filosófica da Alice e um desenho que ela fez dela mesma e agora as pessoas conseguem ter um pouquinho do que isso representa para elas [que para cada um é diferente]", completa. Dá pra comprar os produtos no Coletivo Lírico.


Vida em Londres e dica para os pais

Assim como acontece com outras crianças, os vídeos começaram a ser gravados desde que Alice nasceu e são compartilhados com amigos e familiares por meio das redes sociais e aplicativos de conversa. Uma forma da família que mora em Londres estar presente e matar as saudades. A mãe, Morgana, também compartilha uma dica: "Alice não vê TV nem sabe o que é celular”.

A repórter Elisa Kriezis, da BBC News Brasil, encontrou com a família na Inglaterra. Confira no vídeo.



Medalha de Ouro em fofurice

"Parabéns, muitas felicidades!" diz Alice parabenizando a ginasta Rebeca Andrade por suas conquistas nas Olimpíadas de Tóquio. No vídeo publicado nos Stories, a mãe fala sobre ter mostrado à bebê um vídeo da apresentação da atleta durante os Jogos.

"A 'Remeca' tava pulando, dançando e caminhando. Ela levantou as pernas para o alto", descreveu Alice, empolgada. No finalzinho, a menina ainda constatou que tinha comido todas as beterrabas do prato.


Rebeca ficou emocionada com o vídeo. "Ah, não, ela é perfeita! Muito obrigada, meu amor! Sem palavras pra essa, princesa", respondeu no Instagram. A campeã olímpica contou que assiste todos os vídeos dela e já se sente parte da família. 



Bebê Alice fala os pilares do Itaú

Não demorou muito para toda essa repercussão em torno da menina atrair a atenção das marcas. Alice foi convidada pelo banco Itaú para falar palavras relacionadas à cultura e frentes de atuação da empresa. "Educação, cultura, mobilidade, sustentabilidade, diversidade" são as novas palavras aprendidas pela bebê no comercial.

No filme, que faz parte da campanha #FeitoComVc, Alice acompanha a mãe e repete os termos, assim como nos vídeos que viralizaram nas redes. 

Assista:


"Identificamos na interação, já consagrada nas redes sociais, entre a pequena Alice e sua mãe, uma doce possibilidade de reforçar nossa crença em causas e atitudes que sem dúvida mudam o mundo para melhor", justifica Eduardo Tracanella, diretor de Marketing Institucional e do Atacado do banco.

Veja também:

Você sabia que 'criado-mudo' é de origem racista? Ainda: vídeos, textos e podcasts sobre o Dia da Consciência Negra



O Dia 20 de novembro é dedicado a Zumbi e à Consciência Negra. A data marca a luta contra a desigualdade racial, que tem no líder negro do Quilombo dos Palmares seu maior representante, e convida cada um de nós a refletir sobre a escravidão e suas sequelas

Foi em 20 de novembro de 1695 que morreu Zumbi pela liberdade do povo negro. Entre as consequências que a escravidão nos deixou estão palavras que até hoje fazem parte do vocabulário dos brasileiros.


Neste Dia da Consciência Negra, a Etna divulgou uma campanha para chamar a atenção para a história do nome de um móvel que está tão presente na nossa vida que mal nos damos conta: o criado-mudo.

A empresa que atua no varejo de móveis decidiu deixar de usar o temo que, acreditem. tem origem racista. "A mudança na ETNA já está acontecendo de forma gradual, até que todas as lojas físicas e site da marca se adequem a comunicação. Paralelo a isso, a ETNA convida outras empresas do segmento para colocarem em desuso o termo. Os fornecedores da varejista também serão convidados a excluírem a nomenclatura racista das embalagens, manuais e notas fiscais", disse a empresa em comunicado.



"Pequenos gestos ajudam a transformar o mundo", afirma Rodolfo Barreto, CCO da agência TRACYLOCKE, responsável pela ação. "Queremos mostrar com essa iniciativa que podemos, mesmo com fatos históricos, inspirar um pensamento e uma atitude diferente" explica.

A Etna convida seus consumidores a participarem da campanha usando a hashtag #CriadoMudoNuncaMais. Assista ao vídeo no início do post.

Bela iniciativa, sem dúvida. Vale lembrar que marcas precisam ir além do discurso se quiserem participar de fato do esforço para equidade racial.



Saiba mais sobre Palmares e seu herói Zumbi com o escritor Laurentino Gomes. Autor de livros de história como "1808", "1822" e "Escravidão", Laurentino divulgou em seu perfil no Twitter uma série de vídeos contando a história do quilombo.



Confira mais conteúdos que abordam questões enfrentadas pela população negra no Brasil, com temas como violência, feminismo, esportes e história :















Tacale podcasts:





















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