Mostrando postagens com marcador Caneta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Caneta. Mostrar todas as postagens

Os melhores memes da posse de Bolsonaro


Nesta terça, 1º de janeiro, o presidente eleito Jair Bolsonaro [PSL] assumiu oficialmente suas funções para mudar tudo que está aí, talkey?

Com baixo prestígio, a cerimônia de posse atraiu 115 mil pessoas e não superou a de Lula, em 2003.




Antes mesmo de Biroliro ostentar a faixa presidencial, a zoeira já brindava a internet com vários memes.

Teve cavalo "comunista":

Durante o cortejo que levava Jair e sua mulher ao local da cerimônia, no Congresso Nacional, o condutor do cavalo perdeu o controle sobre o animal, assustando Biroliro:











Teve intérprete de libras roubando a cena.


A dancinha chamou a atenção da primeira-dama, Michele Bolsonaro.



Teve factóide para a massa de manobra? Claro que teve. 

Bolsonaro usou uma caneta Compactor economic, de 55 centavos, para assinar o termo de posse. A intenção populista é passar a mensagem de que seu governo será austero... cof, cof, cof... enquanto isso, os custos com a cerimônia foi o mais alto desde a redemocratização.

A marca de canetas agradeceu o merchan "gratuito" no Instagram:


A publicação da fabricante brasileira atingiu, em menos de 24 horas, quase 58 mil curtidas.

A Compactor ainda tascou um post de oportunidade:

No Twitter, Bolsonaro respondeu:


Serasse se o uso da caneta tá com cara de ação patrocinada pela empresa, sim ou com certeza?

Tá pouco factoide. Manda mais.

Teve M. Bolsonaro discursando em libras. Enquanto o governo encena inclusão para a plateia, nos bastidores, extingue secretaria que cuidava da educação de surdos.


Alheios à realidade, fanboys comemoraram a posse de Bolsonaro, afinal acabou a corrupiçaum:




Enquanto opositores lamentam fazem piada com a bad e aguardam o momento de dizer "Eu avisei". Ao menos uma coisa continuará melhor a cada dia, a vocação dos BRs para a zoeira.

Confira mais dos melhores, melhores memes da posse de Jair:


















Por último, teve a hashtag #ForaBolsonaro bombando nos Trending Topics durante a cerimônia:



... não, pera...




Veja também:

Dani Calabresa zoa sumiço dos paneleiros em paródia hilária de 'Morena de Angola' no 'Zorra'
Bandeira do Japão comunista: as melhores reações e memes ao micão da manifestante que invadiu a Câmara
Porta dos Fundos zoa Delação Premiada da Lava Jato. Entenda a treta que pode enterrar de vez a força-tarefa

Ter uma BIC faz toda a diferença: estudante BR ganha prêmio da Archive


Não é que a caneta fez mesmo, ao menos para Jéssica Mantovani.

Aluna de direção de arte da Miami Ad School/ESPM e atual assistente de arte da Ogilvy Brasil, a moça é a grande vencedora do Student of the Year da revista alemã Lürzer's Archive, "bíblia" da propaganda, considerada uma das principais referências criativas do mundo.


O trabalho sugere que o valor de um LP dos Beatles aumenta exageradamente após ser autografado pelos integrantes da banda com uma BIC.


O Tutor de Jéssica foi Toni Rodrigues, professor da Miami/ESPM São Paulo. É a quarta vez que um aluno da escola leva a premiação que está na 11ª edição.


A peça também conquistou outros prêmios: Ouro no Golden Awards of Montreux e Prata no New York Festivals este ano, além de finalista no FIAP 2016 e no Young Guns 2015.


Parabéns, Jéssica!


Veja também:


Melhor anúncio da semana: namorados de saliência dentro do carro são surpreendidos por serial killer
O Amor é cego: desafio criativo Durex incentiva o sexo seguro
Garotinho de seis anos dá resposta criativa em prova e imagem bomba na internet
Criative-se | 29 maneiras de ser criativo

Viking sofisticado | Grosso fino Copic Thick + Fine

Para mostrar que seu marcador rabisca dos dois lados de acordo com o gosto do freguês, a marca de canetas Copic recorreu a divertida metáfora visual. Dê uma olhada no brutamontes bebericando um martini na ilustração aí de baixo. Cool.

O anúncio foi eleito o Melhor Print da semana na Archive [46/2014]. Criação versátil da FCB de Chicago, EUA.

BIC | Eu estava lá

Quem nunca teve uma BIC que atire a primeira tampinha mordida. Quando moleque, imaginava existir uma espécie de cemitério de canetas, pra onde elas, como os elefantes, se retiram antes da derradeira carga. Fala a verdade, você já conseguiu usar uma BIC até o finalzinho? Eu nunca. Ela simplesmente desaparece.


A BIC é dessas coisas tão presentes que a gente esquece que ela está o tempo todo ali, ao lado. Para lembrar e fortalecer esse vínculo emocional, a marca fez um filme em que a história é narrada do ponto de vista da caneta. Curte aí:


Por dentro de uma Bic 4 Cores

A multicanetinha anda meio esquecida, mas houve tempo em que ter uma dessas era cool entre a garotada.



Pra reconquistar o prestígio da velha Bic, os franceses da Toy Agency apostaram no bom humor e revelam o que as cores fazem enquanto esperam pra ser usadas, a disputa interna para ser a preferida e como se sentem quando alguém gira a caneta. Divertidamente criativo.



Dá pra acessar o perfil [gringo] no facebook, aqui.



Me fez lembrar do filme Quero ser John Malkovich, genialmente doido e um dos meus preferidos.


Whoomm! Com que idade vocês descobriram a fonte de energia das espadas Jedi?

Solução visual bacana do pessoal da Unlike para mostrar a intensidade do marca-texto Compactor.


Sobre linhas e pontos finais: outdoor criativo simula caneta que tinta não acaba utilizando o vento

Seja sincero: você já usou uma caneta até a carga acabar, até o finzinho mesmo? Eu confesso que nunca! Minhas canetas simplesmente somem, esqueço em algum lugar, empresto e não devolvem, a tinta seca e me desfaço delas... enfim nunquinha tive o prazer de gastar uma Bic até o final.

Imagino que canetas sejam como elefantes, ao perceberem o fim próximo, aceitam seu destino e partem sem avisar. Certamente deve existir um cemitério delas num lugar incerto, assim como o dos elefantes, rs.

Pois a Horse Pen, marca de canetas cujo benefício é durar até a última gota, usou uma ideia simples e inteligente para comunicar seu diferencial. Com o auxílio de linhas azuis, outdoors colocados em lugares de vento intenso simulam uma escrita infinita. Ecocriatividade da McCann da Tailândia que não utilizou eletricidade nem qualquer outro recurso tecnológico.