Willy Coiote finalmente pega o Papa-léguas



Um dia feliz [ao menos] para o Coiote. O coitado, finalmente, conseguiu ~papar~ o Papa-léguas.

Eu não conseguia ver o desenho até o final quando moleque, acredita? Ficava puto com os fails do Coiote e desligava a TV ou mudava de canal. A versão aí de cima realizou um sonho de infância.

Portanto, não desista dos seus sonhos. Não deu em 2014, persista. Ano que vem tá chegando novinho em folha.

Inspire-se, mete o dedo no play.


Feliz 2ª feira ;)

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Dica de animação da Lua Araujo.

Vem quente que ele está fervendo

Se é pra derreter... rsrs


É verão, vem gente! Para mais amor, clique aqui. Mais dias especiais, aqui. Mais frases bacanas, aqui.

Dumb Ways to Die de Natal cantam Deck The Halls


Os simpáticos e trágicos personagens da campanha arrasa-quarteirão da McCann Melbourne vieram desejar um feliz e seguro Natal. Desde 2012, quando faturaram quase todos os prêmios da Publicidade mundial, eles reaparecem em datas especiais.

Desta vez, cantam uma versão do clássico Deck the Halls que tem tudo pra grudar no seu cérebro como chiclete. Dá o play:



Bom demais, né! A musiquinha tá disponível pra download no iTunes. O valor arrecadado será revertido para campanha de fim de ano do Exército da Salvação. Em tempo: o coral da entidade acompanhou Tangerine Kitty na gravação, dando uma moral no dumb-dumb.

Já sabe, né? Fiquem seguros no Natal... ~dumb dumb dumb dumb, dumb dumb dumb dumb~

Para mais Dumb Ways to Die, clique aqui.

Todas as músicas pop que bombaram no ano | Pop Danthology 2014


Vocês querem música boa? Então, tooomaaaa!!! Todas, absolutamente todas as músicas pop que dominaram as playlists em 2014 num mashup phoddástico que vai fazer você se remexer muito.

Taylor Swift, Jennifer Lopez, Maroon 5, Pharell Williams, Shakira, Rihanna e outros bambas esperam ansiosamente por você. Taca-le pau no play:



Pop Danthology do DJ Daniel Kim é a retrospectiva mais aguardada pelos fãs da música pop no mundo. Já virou tradição, tipo Roberto Carlos no fim de ano da Globo,  rs

Pra ver o making of, a lista de músicas, letras e fazer o download na faixa só clicar aqui. Por lá ainda rola retrospectivas de anos anteriores.




Viking sofisticado | Grosso fino Copic Thick + Fine

Para mostrar que seu marcador rabisca dos dois lados de acordo com o gosto do freguês, a marca de canetas Copic recorreu a divertida metáfora visual. Dê uma olhada no brutamontes bebericando um martini na ilustração aí de baixo. Cool.

O anúncio foi eleito o Melhor Print da semana na Archive [46/2014]. Criação versátil da FCB de Chicago, EUA.

Skol prende consumidor com Deborah Secco no elevador | Aperte ON


Já viu o novo comercial da Skol? Puutaaaa filme que intima a galera a aceitar os convites da vida pois coisas incríveis acontecem. "Se joga" com nome e sobrenome: Viva Redondo.

A nova assinatura estreia em grande estilo: ao meter a mão no botão vermelho ON num bar, o consumidor passa por situações incríveis como ficar preso no elevador com Deborah Seco, ~lutar~ contra Mike Tyson e cair de paraquedas - à noite - numa festa em alto mar.

Sua vez:



Ducaraleooo!

Segundo a Skol, o filme foi produzido a partir das reações de um consumidor não-ator e em um único take.

Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, mas fake montado, né?

Muita gente pensou, inclusive eu. A marca não ia gastar a rodo para o cara amarelar na hora H. Imagina: "O quê?! Pular de paraquedas no meio da noite pra cair dentro de uma festa num navio? Bebeu, foi?"


Sondei por aí e, sim, a Skol fez pré-seleção. Os candidatos sabiam que iam participar de uma ação e passaram por testes. Entrevistas e prova de coragem fora do comum: saltar, vendado, de 6m de altura sem saber onde cairia [obviamente, num colchão inflável].

O teste final, no bar, aparece no início do vídeo. O consumidor que 1º apertou o botão, Caio Miranda, foi escolhido [os outros finalistas estão em pé ao lado]. A partir daí, Caio embarca na série de aventuras.

Adrenalina que não cabe em 30 segundos. O vídeo foi segmentado em 4 episódios pra TV. O 1º estreou no início da semana. Na web, há conteúdo extra, por exemplo como foi o encontro com Deborah.


Com a palavra, a marca de cerveja e a agência:

"O nosso consumidor é especialista em diversão e quer aproveitar cada segundo. È um ser social que enxerga o mundo por meio das pessoas e vive na 'república do copo cheio', ou seja, vê sempre o lado positivo. Skol é o golden ticket para esse universo", conta Pedro Adamy, gerente de marketing da marca.

"O grande desafio foi dispensar o tradicional storytelling e buscar storydoing, uma forma mais real de conectar a marca com o público, especialmente o público de cabeça jovem e absurdamente antenado", defende a cria, Fabio Fernandes, da F/Nazca.

Tá beleza, o cara não é ator, daí dizer que tudo foi gravado em um só take é demais, né produção? Outras críticas rolam na internet: dublê teria substituído Caio nas cenas da luta; gravações do elevador e navio não foram no mesmo dia; e a campanha copia o anúncio da Bud Light para o Super Bowl, em fevereiro. Veja:



Vale lembrar que a holding AB Inbev [Ambev] é dona da Bud e da Skol, portanto não dá pra falar em plágio, no máximo ~versão~ brasileira. Montagem ou não, a campanha mandou bem ao dar novo fôlego ao longevo "Desce Redondo".


Veja mais:

Sobre gavetas, literatura, sexo e sacanagem | Contos d'Escárnio - Textos Grotescos


Arrumar gavetas é como apaixonar-se sempre pela mesma mulher. Por mais que tudo seja conhecido, sempre há surpresas.

Pode ser lembrança já sem a importância de outrora ou objeto que há tempos não se via e significa tanto. Curiosamente, quem sai com novo arranjo é a vida ou cada um de nós que se aventura nessas arrumações.

Dia desses, procurando por antigo CD da Alanis - lembra dela? - acabei encontrando um livro que foi indicado com muito carinho:

- LP, leia isto, é tentador!

Olho, curioso. Título instigante como cheiro da carne para tubarões. O subtítulo, matador. Letras miúdas transbordando discrição que não faz jus às palavras. No alto, em destaque, o nome do autor, digo autora, pouco familiar: Hilda Hilst.

A diferença de tipografia e importância entre eles aguçam a curiosidade. Quem terá sido ela? Não fazia ideia, mas teve peito para escrever Contos d'Escárnio - Textos Grotescos.

Para finalizar, como cereja no topo do bolo, imagem de uma banana pronta para ser degustada, pequena e com tratamento gráfico que lhe confere brilho e maciez. Não sei os outros, mas capa provocante, não necessariamente bonita, me deixa com mais tesão para desbravar o conteúdo.


Aconteceu há dois anos. Não nos vimos mais.

A vida seguiu, o mundo girou, eu mudei. Mudei mesmo - de apartamento. O que acabou por manter o livro no ostracismo da gaveta. Qual não foi minha surpresa ao me deparar com ele:

- Caraca, tenho que devolver! Não, pera! Vou ler primeiro...

Parecia leão matando a fome, tamanha voracidade devorei a história maliciosamente contada por Hilda. Literatura da boa e sem pudores. Pornografia idem. A obra não nega o título e narra as lembranças devassas de um tiozão que soube ~gozar~ a vida.

Jamais, em tempo algum, toque nesse livro, se pudico ou cheio de fricotes. Ele despertará sensações libidinosas com as quais não saberá lidar. Curioso ou considera sexo multifacetado e sem amarras [às vezes com amarras hehe] universo a ser explorado? Cai dentro. Como diria o pensador contemporâneo Silvio Santos, é por sua conta e risco ;)


Hilda Hist, não sei se existe céu para quem escreve algo tão mundano, mas do panteão dos grandes escritores onde está, obrigado pela obra. Foi um prazer.

Na contracapa, há breve resumo sobre a autora. Sugiro deixar para ler após o derradeiro ponto final, imaginar a mulher por trás de cenas eroticamente dantescas é motivante.

Rafaela Oliveira, obrigado pelo empréstimo. Tracei o livro em dois dias, mas não se preocupe. Ele está inteiro e louco para voltar às suas mãos macias. Vamos combinar um chopp!

Em tempo, o Gif lá do alto, eu que fiz - o primeiro em toda vida [não repare na resolução, usei fotos do celular] -. Sempre é tempo para novas experiências.

Ilustrações de Andre da Loba