Netflix agora permite baixar filmes e séries para assistir offline
2 de dezembro de 2016 at 14:18 Tags: { Aplicativo, Celular, Download, Internet, Netflix, Série, Smartphone, Tablet }
Para glorificar de pé!
A Netflix liberou o download de conteúdos para dispositivos móveis. A partir de agora, você pode assistir a filmes e séries sem precisar de uma conexão de internet.
Netflix fora de casa sem gastar sua franquia móvel. Que benção!
Se liga, não são todos os títulos que estão disponíveis para download. Os que podem ser baixados vão apresentar um ícone ao lado do título. Nos apps atualizados, será possível pesquisar pela categoria específica "Disponíveis para Download" e também baixar episódios individuais de séries.
Ainda será permitido escolher a qualidade dos downloads. Os vídeos serão salvos em alta resolução ou não, dependendo do espaço livre no seu celular. Vale lembrar que o download pode consumir banda da sua rede móvel, o melhor é aproveitar as redes WiFi.
A plataforma não liberou o download para computadores desktop, apenas para tablets e smartphones Android e iOS.
Quanto tempo os downloads ficam disponíveis no aparelho? Varia pra cada título, mas 7 dias antes de expirar o app deve mostrar um aviso. Em geral, segundo a empresa, ao começar a assistir um vídeo baixado, o usuário terá 48h para terminar antes que o arquivo seja excluído.
A novidade deve economizar bastante o plano de dados para quem gosta de assistir conteúdo pelo celular. Mas também deve lotar o armazenamento do dispositivo. Troca justa, né non? Tá sem espaço de armazenamento no celular? Senta e chora!
O que acontece ao baixar filmes ou séries num país e viajar para outro onde ela não está disponível? Segundo a Netflix, os usuários não vão poder assistir os vídeos baixados em locais onde eles não estão disponíveis.
Para acessar a nova função é preciso baixar a versão mais recente do app para dispositivos móveis. A novidade está disponível no app Netflix para Android a partir da versão 4.4.2 ou iOS a partir da versão 8.0.
Por enquanto, nem todos os assinantes conseguirão acessar a nova funcionalidade, mas ela estará liberada para todos nos próximos dias sem qualquer custo adicional.
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Chega de fingir que é normal: experimento social expõe racismo no Brasil e repercute nas redes sociais
1 de dezembro de 2016 at 17:35 Tags: { Ação, Print, Utilidade pública, Video, Viral }
Um experimento social impactante e poderoso dá um belo tapa na cara da sociedade ao comprovar que o racismo institucional existe.
A iniciativa que tem chacoalhado as timelines mostra que o racismo está nos detalhes, inserido na mente das pessoas e em seus julgamentos diários – a ponto de afetar entrevistas de emprego, atrapalhar a vida profissional e até destruir carreiras.
No experimento, gravado com câmeras escondidas, dois grupos com quatro profissionais de RH, cada, foram convidados para uma reunião.
Um intermediador mostrava fotos para o grupo e pedia para que falassem o que achavam que a imagem representava.
Um homem correndo. Uma mulher segurando uma roupa em uma loja. Um homem de terno. Uma mulher lavando a pia de casa. Uma mulher grafitando um muro.
A diferença: para um grupo, pessoas brancas estavam nas fotografias; para outro, as pessoas das fotos eram negras.
Já o homem correndo era só um homem correndo. A mulher lavando a pia estava cuidando de sua própria casa. A mulher grafitando o muro era "artista". A mulher segurando a roupa era estilista.
As fotos com modelos negros, representando as mesmas situações e contextos, causou reações bem diferentes.
O homem de terno era "segurança" ou "motorista particular". A mulher na cozinha era "faxineira". O homem correndo era "ladrão". A mulher grafitando o muro era "pixadora". A mulher segurando a roupa era "vendedora da loja".
A diferença de percepção é chocante.
Em geral, as respostas dos RHs do segundo grupo, colocou os negros em posição social inferior à dos brancos, muitas vezes os descrevendo de maneira pejorativa. Isso mostra que mesmo sem perceber, muita gente ainda comete atos de racismo.
O experimento social faz parte da campanha Teste de Imagem do Governo do Paraná, em parceria com a Assessoria Especial da Juventude e o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial.
A campanha foi lançada por ocasião do Dia da Consciência Negra, 20 de novembro. Além do vídeo, conta com mídia impressa e um site que traz informações e estatísticas sobre o racismo institucional.
Racismo institucional é o nome que se dá quando instituições públicas ou privadas atuam de forma diferenciada em relação a uma pessoa por conta da sua origem étnica, cor ou cultura, privando-a de oportunidades profissionais e sociais diariamente.
Segundo dados do IBGE, 82,6% dos negros afirmam que a cor da pele influencia nas oportunidades de trabalho. E se isso não bastasse, profissionais negros ganham em média 36% menos que os brancos, ocupam apenas 18% dos cargos de elite e são 60,6% dos desempregados.
Chega de fingir que é normal! Entre na luta contra o preconceito racial, uma batalha inteiramente necessária para construímos uma sociedade mais justa e igualitária.
A criação da campanha é da Master Comunicação.
O vídeo está com mais de 14 mil views no Facebook:
No Twitter, são mais de 9 mil RTs e 7 mil curtidas:
Chega de fingir que é normal. pic.twitter.com/Iq1h3sDovO— Governo do Paraná (@governodoparana) 17 de novembro de 2016
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Força, Chape! Luto e homenagens à Chapecoense
29 de novembro de 2016 at 21:54 Tags: { Charge, Futebol, Homenagem, Obituário }
O Brasil e o mundo se comoveram com o terrível acidente aéreo desta madrugada, na Colômbia, que vitimou o time da Chapecoense.
Dentre os 71 passageiros e 9 tripulantes, 48 eram integrantes da delegação do time catarinense que iria disputar a final da Copa Sul Americana.
Ao todo, a tragédia deixou 76 mortos e 5 sobreviventes.
Várias homenagens tem sido prestadas, como a charge que mostra mascotes de times brasileiros tristes ou o Cristo no Rio de Janeiro iluminado de verde.
AAAAAAH QUE LINDO #FORÇACHAPECO pic.twitter.com/n7H7QXv53t— wilhar arão (@Kaiozeiro) 29 de novembro de 2016
Equipes brasileiras de futebol estão trocando os escudos oficiais de suas redes sociais pelo emblema da Chapecoense e publicando a mensagem:
Hoje, todos os clubes do Brasil são um só.#ForçaChape— Corinthians (@Corinthians) 29 de novembro de 2016
A adesão das equipes foi expressiva e comovente:
que imagem, sem palavras. pic.twitter.com/eISbxscaL6— Marketing Do Fla™ (@marketingCRF) 29 de novembro de 2016
O Atlético Nacional de Mendelín, com quem a Chapecoense disputaria da final da Copa Sul-Americana, abriu mão do título para sagrar a Chapecoense campeã, o que foi confirmado pela CONMEBOL.
Atlético Nacional solicita a Conmebol que el título de la Sudamericana sea entregado a Chapecoense. https://t.co/VuDoExk0JX pic.twitter.com/HAY8yT1tEt— Atlético Nacional (@nacionaloficial) 29 de novembro de 2016
Veja outras homenagens:
— Omar Momani (@omomani) 29 de novembro de 2016
Vocês uniram torcedores de todo o país, o clube mais simpático. O Brasil te ama, estamos com vocês. #ForçaChape pic.twitter.com/RI8fOjqS65— The Kop Brasil (@TheKopBR96) 29 de novembro de 2016
Uma foto publicada por Silvana Lacerda (@silvanalacerda) em
— Inter da Zoeira (@InterDaZoeira) 29 de novembro de 2016
#FCF envía toda su solidaridad y apoyo para familiares y amigos del @ChapecoenseReal por la triste noticia que enluta al fútbol mundial.— Selección Colombia (@FCFSeleccionCol) 29 de novembro de 2016
O Clube de Regatas do Flamengo presta publicamente seu apoio #ForçaChape https://t.co/OIXZwyOEJ9— Flamengo (@Flamengo) 29 de novembro de 2016
El fútbol de luto. Boca se solidariza y acompaña el dolor de las familias tras la tragedia aérea del equipo Chapecoense.— Boca Jrs. Oficial (@BocaJrsOficial) 29 de novembro de 2016
Our thoughts go out to everyone at @ChapecoenseReal and those affected by this tragedy. #ForçaChapecoense pic.twitter.com/RTYCviKwCP— FC Bayern English (@FCBayernEN) 29 de novembro de 2016
Our thoughts are with everyone at @ChapecoenseReal, their families and all those affected by the tragedy in Colombia.— Chelsea FC (@ChelseaFC) 29 de novembro de 2016
Minuto de silencio por las víctimas del accidente aéreo en Colombia.https://t.co/falHrCJv4k#RealMadrid #RMCity pic.twitter.com/waqMW5TCQW— Real Madrid C. F. (@realmadrid) 29 de novembro de 2016
Before training the team held a minutes silence for the victims of the @ChapecoenseReal tragedy in Colombia pic.twitter.com/tjC3JsrWzs— FC Barcelona (@FCBarcelona) 29 de novembro de 2016
A NFL se solidariza com a @ChapecoenseReal, integrantes, familiares, amigos e torcedores, assim como os jornalistas e tripulação.#ForçaChape pic.twitter.com/eThZ387cJd— NFL Brasil (@NFLBrasil) 29 de novembro de 2016
Cuando guardar silencio y honrar con ello la memoria de alguien realmente ocurre #Chapecoense pic.twitter.com/3VdpiymYhu— San Cadilla (@SanCadilla) 29 de novembro de 2016
Força para os familiares e amigos de todas as pessoas que estavam neste avião! Que Deus nos conforte nesse momento de luto! #ForçaChape pic.twitter.com/LAsq9MlTet— Ronaldinho Gaúcho (@10Ronaldinho) 29 de novembro de 2016
Sem palavras pra tudo isso, que Deus conforte todas as famílias. #LUTO #ForçaChape pic.twitter.com/hksIFLrni3— Gusttavo Lima (@gusttavo_lima) 29 de novembro de 2016
sem palavras pra essa imagem ... 😿#ForçaChape #Chapecoense #SomosTodosChape pic.twitter.com/J3LE0M7TVb— SÓ FRASES 🍁 (@frases2M) 29 de novembro de 2016
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Painel da série 3% da Netflix é pichado no metrô de SP
at 17:27 Tags: { Ação, Grafite, Metrô, Netflix, Outdoor, Pixo, São Paulo, Série }
Na sexta-feira, 25, estreou 3%.
Para divulgar o lançamento, um painel foi colocado na conexão entre as linhas 2 e 4 do metrô de São Paulo.
Na segunda-feira, 28, o painel foi pichado, trazendo a revolta contra o processo para o mundo real. "O processo é uma mentira" diz a frase rabiscada junto com um símbolo da série.
A pichação tem atraído muita atenção. As pessoas ficam intrigadas com o "vandalismo" que, na verdade, faz parte da ação de marketing. O objetivo da intervenção é provocar a curiosidade dos passantes, levando-os a assistir a série na Netflix.
Também ficou curioso? Esse link vai direto para o título no serviço de streaming.
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The Walking Dead: ação horripilante e ~fora da caixa~ promove nova temporada
Adorei. Parabéns para os publicitários da @NetflixBrasil pic.twitter.com/8T92Jldp8E— João Fouyer (@joaofouyer) 28 de novembro de 2016
Frankenstein de um jeito que você nunca viu no comovente comercial de Natal da Apple
28 de novembro de 2016 at 14:26 Tags: { Apple, Filmes, Natal, Personagem }
"Abra seu coração a todos", em tempos de ódio escorrendo das redes sociais, uma bela mensagem de Natal da Apple. Dê o play aí em cima.
Em Frankie’s Holiday, o solitário monstro criado pelo Dr Victor Frankenstein é interpretado por Brad Garret, de Everybody Loves Raymond.
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Manequim Challenge e Andy's Coming: marcas aproveitam os novos hits da internet
at 13:28 Tags: { Desafio da internet, Flashmob, Internet, Meme }
O fantástico mundo da internet tem suas modinhas.
Já teve os flashmobs, que surpreenderam muita gente, já teve o Harlem Shake, que fez geral dançar feito louco, já teve o Desafio do Balde de Gelo, que deu banho de água gelada por uma causa nobre, e agora temos o Manequim Challenge e seu ~primo~ Andy's Coming.
Pra quem estava em Nárnia e ainda não sabe, o Manequim Challenge consiste em gravar uma situação ou ambiente em que as pessoas permanecem imóveis.
Alguém mais lembrou do congela de Avenida Brasil? Parecido.
A câmera dá uma visão ampla do local, enquanto uma música toca ao fundo. Parece meio bobo. E é! Bobo e viciante como todos os modismos da interwebs.
Segundo o Know Your Meme, o primeiríssimo vídeo foi postado no dia 26 de outubro por um usuário do Twitter e mostra um grupo de alunos de um colégio na Flórida [EUA]. Em uma semana, o tweet conquistou mais de 4,4 mil RTs e 4,1 mil likes e dai a brincadeira se alastrou pela web.
#manequinchallenge SHARE‼️ RT‼️ pic.twitter.com/k1BqR6iZ1p— blackie (@pvrity___) 26 de outubro de 2016
Ao que parece, a inspiração foi uma pegadinha flashmob de Janeiro de 2008 em que centenas de pessoas fingiram estar paralisadas em pleno metrô de Nova York.
Dá o play:
O Manequim Challenge estava no auge, quando uma variante do desafio começou a viralizar.
A nova brincadeira, chamada Andy's Coming, mostra um grupo de pessoas agindo naturalmente até que alguém grita "Andy’s coming!" e todo mundo cai no chão inerte, feito os bonecos de Toy Story - pegou a referência?
Tá todo mundo entrando na vibe, atletas, famosos, times de futebol, ONGs e, claro, as marcas mais antenadas não quiseram ficar de fora das novas modinhas da internet. Confira:
Seleção de Portugal:
Hillary Clinton:
Black Lives Matter:
Botafogo
Beyoncé feat. Kelly Rowland e Michelle:
IKEA:
Esporte Interativo:
Santos:
BandSports:
THS Student Section #MannequinChallenge pic.twitter.com/JAdWBzW1OU— Cobster (@woahcobyiscool) 4 de novembro de 2016
Tá pouco, manda mais.
Então, toma Andy's Coming!
— Globo (@RedeGlobo) 16 de novembro de 2016
A palavra do ano é 'Pós-verdade'
25 de novembro de 2016 at 11:24 Tags: { Dicionário, Palavra, Política }
2016 já tem uma palavra para chamar de sua: "Pós-verdade", post-truth, em inglês.
O termo eleito pelo Dicionário Oxford significa "relativo a ou que denota circunstâncias nas quais fatos objetivos são menos influenciadores na formação da opinião pública do que apelos à emoção ou à crença pessoal".
Trocando em miúdos, é aquela mentira compartilhada nas redes sociais pelo coleguinha que acredita piamente que seja verdade, mesmo a lógica, o bom senso e todos os fatos mostrando o contrário.
Exemplo claro é o da manifestante que confundiu a bandeira do Japão com um símbolo comunista. No geral, a pós-verdade costuma ser mais sutil e ardilosa.
O uso da palavra teria aumentado 2.000% em relação ao ano anterior, de acordo com jornal The Guardian, devido a discussões políticas.
Meça sua pós-verdade, parça!
A cada ano, a Oxford University Press elege a palavra que bombou naquele período - mas não é só buzz que importa na escolha da instituição britânica. As palavras candidatas ao prêmio são debatidas por um júri que considera aspectos como "potencial duradouro" e "significância cultural" para dar o veredito final.
Interessante observar que as palavras eleitas, de fato, acabam por se tornar comuns dentro da cultura britânica, das conversas de bar e salas de bate-papo.
Depois de pelo menos quatro anos elegendo verbetes do universo digital - incluindo um emoji -, nesta edição, o termo tem uma conotação política.
"Pós-verdade" ganhou relevância e popularidade nas campanhas do plebiscito do Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, e da vitória de Donald Trump nos EUA. Os eventos foram notoriamente caracterizados pela disseminação de notícias falsas nas redes sociais e de mentiras por candidatos ou figuras-chave de campanha.
Neste ano, as palavras concorrentes ao título também representavam o período de fortes debates políticos no mundo. O shortlist incluía alt-right, algo como “direita alternativa”, Brexiteer, a pessoa defensora da saída do Reino Unido da UE, e latinx, designação com gênero neutro para latino-americanos.
Os BRs sabem bem o que é "Pós-verdade".
A eleição em que Dilma bateu Aécio ficou marcada pela treta provocada pelo candidato derrotado. O clima de boatos gerou instabilidade política tamanha que serviu de estopim para o golpe de estado.
Veja também:
E a palavra do ano é... um emoji


















