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Todos os cérebros têm o mesmo tamanho



Para celebrar o Dia da Consciência Negra, trouxe um print premiado em Cannes com o Leão de Ouro na categoria Press, em 1996. 

De visual sóbrio, sem títulos nem slogan, a peça, criada pela Saatchi & Saatchi Reino Unido para a Comissão para a Igualdade Racial Europeia, impacta pela mensagem: "Todos os cérebros têm o mesmo tamanho, exceto o do racista".

Em tempo, o dia 20 de novembro foi escolhido por marcar a morte de Zumbi dos Palmares. Símbolo do esforço antirracista no Brasil, o líder negro assassinado por bandeirantes em 1695 lutou para preservar o modo de vida dos africanos escravizados que conseguiam fugir da escravidão. 

A data, instituída por Dilma em 2011, está sendo celebrada pela primeira vez como feriado nacional, graças a um decreto de Lula no final de 2023.



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Todo dia é dia | Dia da Consciência Negra


Mais importante do que encontrar respostas é fazer a pergunta certa.

Charge do Aroeira.

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Magalu dá 100% de cashback para quem comprar livros de autores negros | Dia da Consciência Negra

 


Para marcar o Dia da Consciência Negra, que acontece nesse sábado, 20, Magazine Luiza oferece 100% de cashback - dinheiro de volta, em bom português, - para os felizes leitores que adquirirem, hoje, livros de escritores negros pelo app da loja.

Mais de 50 títulos foram selecionados para a ação, incluindo "Torto Arado", de Itamar Vieira Junior, que conquistou o Prêmio Jabuti, em 2020, e os dois volumes de "Casa de Alvenaria", de Carolina Maria de Jesus. Além de livros de Djamila Ribeiro e Silvio Almeida.

"O objetivo da ação é dar visibilidade à vasta produção de autores negros nacionais", de acordo com Ana Luiza Herzog, gerente corporativa de Reputação e Sustentabilidade da Magalu, em nota.


A promoção dá direito a apenas um livro por pedido. O valor da obra integralmente retornado será depositado na carteira virtual do usuário no Magalu Pay, plataforma de pagamento digital da rede de varejo.

Quem adquirir o livro poderá usar o dinheiro 100% retornado em  novas aquisições no Magalu Pay, pagamento de contas, como água, luz e telefone, e transferências para outros usuários do aplicativo.

O cashback do Magalu é "garantido", afirma a rede, mesmo que o cliente não tenha a conta do Magalu Pay no momento da compra. O valor é depositado quando a conta é aberta, ficando disponível para uso no Magalu, sem a necessidade de baixar outro app.

Segura a lista completa de livros incluídos na ação, por Título - Autor - Editora:

  • 50 Contos de Machado de Assis - Machado de Assis - Companhia das Letras;
  • A Mulher que Pariu Um Peixe - Raí Soares - Editora Jandaíra;
  • Amoras - Emicida - Companhia das Letrinhas;
  • Apropriação Cultural - Rodney William - Editora Jandaíra;
  • Cartas Para Minha Avó - Djamila Ribeiro - Companhia das Letras;
  • Casa de Alvenaria - Volume 1: Osasco - Carolina Maria de Jesus - Companhia das Letras;
  • Casa de Alvenaria - Volume 2: Santana - Carolina Maria de Jesus - Companhia das Letras;
  • Da Favela Para o Mundo - Edu Lyra - Buzz Editora;
  • De Passinho em Passinho - Otávio Júnior - Companhia das Letrinhas;
  • Dom Casmurro - Machado de Assis - Penguin;
  • E foi assim que eu e a escuridão ficamos amigas - Emicida - Companhia das Letrinhas;
  • Empoderamento - Joice Berth - Editora Jandaíra;
  • Enterre seus Mortos - Ana Paula Maia - Companhia das Letras;
  • Escritos de Uma Vida - Sueli Carneiro - Editora Jandaíra;
  • Guardei no Armário (Nova edição) - Samuel Gomes - Paralela;
  • Heroínas Negras Brasileiras em 15 Cordéis - Jarid Arraes - Seguinte;
  • Interseccionalidade - Carla Akotirene - Editora Jandaíra;
  • Intolerância Religiosa - Sidnei Nogueira - Editora Jandaíra;
  • Justiça e Letalidade Policial - Poliana Ferreira Silva - Editora Jandaíra;
  • Kuami - Cidinha da Silva - Editora Jandaíra;
  • Lima Barreto: Obra Reunida (Box) - Lima Barreto - Nova Fronteira;
  • Lugar de Fala - Djamila Ribeiro - Editora Jandaíra;
  • Mais Forte - Luana Génot - Objetiva;
  • Meu Caminho Até a Cadeira Número 1 - Rachel Maia - Globo Livros;
  • Mocambos e Quilombos - Flávio dos Santos Gomes - Claro Enigma;
  • Na minha pele - Lázaro Ramos - Objetiva;
  • Não Pararei de Gritar - Carlos de Assumpção - Companhia das Letras;
  • O Alienista - Machado de Assis - Penguin;
  • O Amor como Revolução - Pastor Henrique Vieira - Objetiva;
  • O Avesso da Pele - Jeferson Tenório - Companhia das Letras;
  • O Catador de Sonhos - Geraldo Rufino - Gente;
  • O Enegrecer Psicopedagógico - Clarissa Brito - Editora Jandaíra;
  • O Monge e o Pastor - Pastor Henrique Vieira - Objetiva;
  • O Pequeno Príncipe Preto - Rodrigo França - Nova Fronteira;
  • O Sol na Cabeça - Geovani Martins - Companhia das Letras;
  • Olhos D'Água - Conceição Evaristo - Pallas;
  • Parem de Nos Matar - Cidinha da Silva - Editora Jandaíra;
  • Pedagoginga, autonomia e mocambagem - Allan da Rosa - Editora Jandaíra;
  • Pequeno manual antirracista - Djamila Ribeiro - Companhia das Letras;
  • Por um Feminismo Afro-latino-Americano - Lélia Gonzalez - Zahar;
  • Quem tem medo do feminismo negro? - Djamila Ribeiro - Companhia das Letras;
  • Querer, Poder, Vencer - Thelma Assis - Planeta;
  • Racismo Estrutural - Silvio Almeida - Editora Jandaíra;
  • Racismo Recreativo - Adilson Moreira - Editora Jandaíra;
  • Redemoinho em Dia Quente - Jarid Arraes - Alfaguara;
  • Sobre os Canibais - Caetano W. Galindo - Companhia das Letras;
  • Sobrevivendo no Inferno - Racionais MC's - Companhia das Letras;
  • Todas as Letras - Gilberto Gil - Companhia das Letras;
  • Torto Arado - Itamar Vieira Junior - Todavia;
  • Trabalho Doméstico - Juliana Teixeira - Editora Jandaíra;
  • Triste Fim de Policarpo Quaresma - Lima Barreto - Penguin;
  • Tudo Nela é de se Amar - Luciene Nascimento - Estação Brasil;
  • Um Buraco Com Seu Nome (Nova edição) - Jarid Arraes - Alfaguara;
  • Uma História Feita Por Mãos Negras - Beatriz Nascimento - Zahar.
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Homem negro é espancado até a morte no Carrefour. Caso gera revolta nas redes e manifestações em diversas cidades


Nesta quinta-feira, véspera do Dia da Consciência Negra, mais uma vida preta passou a fazer parte das estatísticas. João Alberto Silveira Freitas, o Beto, foi espancado até a morte por um segurança e um PM no supermercado Carrefour, em Porto Alegre.





A delegada Nadine Anflor disse que irá pedir prisão preventiva dos acusados





O Carrefour fechou a unidade e emitiu nota oficial sobre o ato de violência:





O caso gerou revolta nas redes e reacendeu o debate sobre racismo no Brasil. O termo "Carrefour" ocupa a primeira posição dos assuntos mais comentados no Twitter ao longo de todo o dia.





assassinato de George Floyd que levou a uma forte onda de atos antirracistas nos EUA foi lembrado:








Casos semelhantes já aconteceram em outros supermercados:





Após o assassinato de João Alberto, manifestações estão ocorrendo em vários lugares do Brasil.





Vale dizer que o combate ao racismo não é uma luta só dos negros, mas de todos que querem uma sociedade mais justa.



Enquanto isso:



De fato, não demorou para jornalistas e veículos da mídia chamarem os manifestantes de vândalos e que houvesse quem saísse em defesa das vidraças. 

















Pessoas antirracistas lançaram mão da ironia ao usar a lógica do discurso reaça/bolsonarista para se posicionarem:











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Racismo mata: Corinthians e Atlético Mineiro homenageiam negros assassinados | Dia da Consciência Negra


É preciso não esquecer: racismo mata.

No último fim de semana, Corinthians e Atlético Mineiro fizeram um minuto de silêncio, antes do início da partida entre os clubes pelo Campeonato Brasileiro, dedicado às vítimas da violência racial no Brasil.

Os jogadores e treinadores entraram no gramado da Neo Quimica Arena com camisas onde se lia os nomes de 24 pessoas assassinadas pela cor de sua pele, estampadas com o número 23.


O número em questão faz referência a uma triste estatística: a cada 23 minutos um jovem negro é morto no país.



A iniciativa lançada pelos clubes de futebol em parceria com a revista Gama e a agência de jornalismo Alma Preta foi idealizada pela Wieden+Kennedy São Paulo para evidenciar o fato de que o racismo mata.

Como parte da ação, foi criado um hub de conteúdo que traz as histórias das pessoas homenageadas em campo. Por meio de depoimentos de familiares e amigos, resgatou-se suas trajetórias, seus planos e sonhos. Uma maneira de dar cara e rosto ao que se resume a números.


Uma das memórias é a de Robson da Luz, jovem preso, torturado e morto pela Polícia Militar em 1978, cuja morte levou à criação do Movimento Negro Unificado [MNU]. O menino Miguel, de cinco anos, que estava aos cuidados da patroa de sua mãe e morreu ao cair de um prédio de luxo em junho de 2020; o pedreiro Amarildo Souza, desaparecido desde 2013, e a vereadora Marielle Franco, executada em 2018, também estão entre as narrativas resgatadas.

O projeto que tem a parceria institucional da Coalizão Negra por Direitos pode ser acompanhado pelas hashtags #VidasNegrasImportam, #TireORacismoDeCampo e #ComRacismoNãoHáDemocracia.

Conteúdo atualizado. Para saber sobre o homem negro espancado por seguranças até a morte em um supermercado Carrefour de Porto Alegre, clique aqui.

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Você sabia que 'criado-mudo' é de origem racista? Ainda: vídeos, textos e podcasts sobre o Dia da Consciência Negra



O Dia 20 de novembro é dedicado a Zumbi e à Consciência Negra. A data marca a luta contra a desigualdade racial, que tem no líder negro do Quilombo dos Palmares seu maior representante, e convida cada um de nós a refletir sobre a escravidão e suas sequelas

Foi em 20 de novembro de 1695 que morreu Zumbi pela liberdade do povo negro. Entre as consequências que a escravidão nos deixou estão palavras que até hoje fazem parte do vocabulário dos brasileiros.


Neste Dia da Consciência Negra, a Etna divulgou uma campanha para chamar a atenção para a história do nome de um móvel que está tão presente na nossa vida que mal nos damos conta: o criado-mudo.

A empresa que atua no varejo de móveis decidiu deixar de usar o temo que, acreditem. tem origem racista. "A mudança na ETNA já está acontecendo de forma gradual, até que todas as lojas físicas e site da marca se adequem a comunicação. Paralelo a isso, a ETNA convida outras empresas do segmento para colocarem em desuso o termo. Os fornecedores da varejista também serão convidados a excluírem a nomenclatura racista das embalagens, manuais e notas fiscais", disse a empresa em comunicado.



"Pequenos gestos ajudam a transformar o mundo", afirma Rodolfo Barreto, CCO da agência TRACYLOCKE, responsável pela ação. "Queremos mostrar com essa iniciativa que podemos, mesmo com fatos históricos, inspirar um pensamento e uma atitude diferente" explica.

A Etna convida seus consumidores a participarem da campanha usando a hashtag #CriadoMudoNuncaMais. Assista ao vídeo no início do post.

Bela iniciativa, sem dúvida. Vale lembrar que marcas precisam ir além do discurso se quiserem participar de fato do esforço para equidade racial.



Saiba mais sobre Palmares e seu herói Zumbi com o escritor Laurentino Gomes. Autor de livros de história como "1808", "1822" e "Escravidão", Laurentino divulgou em seu perfil no Twitter uma série de vídeos contando a história do quilombo.



Confira mais conteúdos que abordam questões enfrentadas pela população negra no Brasil, com temas como violência, feminismo, esportes e história :















Tacale podcasts:





















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'Coloque o racismo no seu devido lugar': 3 campanhas para o Dia da Consciência Negra



A data da morte de Zumbi dos Palmares, 20 de novembro, foi escolhida pra lembrar a luta contra a escravidão e discutir os efeitos da segregação racial.


O Dia da Consciência Negra é feriado em mais de mil cidades brasileiras, entre elas o Rio de Janeiro.




Apesar do eventual descaso de grande parte dos BRs quando o assunto é desigualdade racial, pesquisas mostram que o preconceito ainda é uma infeliz realidade.

Fora os dados sobre racismo no país, o Claraboia traz ainda três campanhas que se destacam pela defesa da igualdade entre as pessoas.

1. Jovem Negro Vivo


Ao longo do seu dia, um jovem estranha o fato de ver "pessoas invisíveis". Por fim, ao ser assassinado, o rapaz se torna uma delas. O filme chama atenção para as vítimas da violência. "30 mil jovens são vítimas de homicídios no Brasil. 77% são negros."

Com trilha sonora de Criolo, o filme foi criado pela DM9Rio para a Anistia Internacional. Confira no player do início do post.

2. Coloque o racismo no seu devido lugar



Em um avião prestes a decolar, uma mulher reclama do passageiro ao seu lado. A aeromoça intervem e o final dessa história é surpreendente. O filme da agência Fuel Lisboa para a Anistia Internacional entrou para a história da Publicidade pela mensagem contundente.


3. Todas As Cores Contra o Racismo



Na ação do Fox Sports, criada pela equipe do canal, a apresentação do time antes do início da partida mostrou no lugar das fotos o desenho dos jogadores pintados por crianças. A iniciativa aconteceu no segundo confronto entre Cruzeiro e Real Garcilaso. No jogo anterior, Tinga sofreu ofensas racistas.


Ainda sobre negritude e Publicidade, que tal ouvir o que as pessoas negras têm a dizer?



Agora sim, vamos aos dados sobre racismo no Brasil.

Um estudo recente revelou que 9,9% dos brancos estão sem ocupação, o número dá um salto para 14,6% entre pardos e negros.




Outros levantamentos mostram que a cada 100 vítimas de homicídio no Brasil, 71 são negras. A pessoa negra tem mais medo de morrer assassinada, de ser vitima de violência policial, de ser acusada por um crime e de ser presa injustamente.




A polícia é racista? Sim, mas também sofre as consequências do racismo: a maioria dos policiais assassinados no Brasil é negra.




Confira outros dados:





Vale a pena pensar duas vezes antes de dizer que racismo no Brasil não existe ou acusar de mimimi aqueles que denunciam a opressão.

Por último, mas não menos importante, sempre é bom lembrar que a reação do oprimido jamais pode ser comparada à violência do opressor. Logo, não 'seje' o tipo de pessoa que fala em 'racismo reverso' ou 'dia da consciência humana', vlw flw.









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