Atire o primeiro sal de frutas quem nunca tomou uns drinks a mais no rolê.
Tá pouco, "Beba Mais".
Com censura 18+, o vídeo abaixo garante o puro suco de uma noitada regada à álcool e muita loucura, incluindo todas as bads feat. vergonha alheia que o pós-porre traz. Ao exibir imagens de pessoas sob forte influência etílica, "Drink More" eNcoRAjA a rapaziada a tomar todas...
Só que não.
Mete o dedo no play e se liga no final [saiba mais sobre a campanha a seguir].
Pegou a visão?
"Drink more... water" integra a iniciativa "Responsible Party", da Pernod Ricard, que busca incentivar as pessoas a beber água, veja bem, água. A ideia do vídeo assinado pela Buzzman é combater o consumo excessivo de álcool.
Sem mimimi ao botar pra jogo o resultado explícito do abuso do alcool, "Drink more" pretende se conectar com a rapaziada da Geração Z. Tacale situações desagradáveis, constrangedoras e prejudiciais, nível desmaiar, tropeçar e virar motivo de chacota, que podem acontecer quando as pessoas bebem além da conta.
O que você vai fazer amanhã? Talvez uma pessoa em algum lugar do planeta se levante da cama e saia para correr pela primeira vez na vida. E se LeBron James marcar 120 pontos numa única partida? E se a velocista Shelly-Ann Fraser-Pryce correr os 100 metros rasos em menos de 10 segundos? E se o esporte fosse declarado um direito humano em todo o mundo? E se amanhã a gente aprender a respeitar a saúde mental dos atletas?
Um futuro melhor pode ser criado pelo esporte é a mensagem de "O Melhor Dia de Todos os Tempos" [Best Day Ever]. Parte da campanha global "Vai No Novo" [Play New] da Nike, filme imagina um mundo sem limites para a humanidade que pode vir a se tornar real por meio do esporte.
Com uma pegada bem-humorada, o vídeo traz intencionalmente alguns feitos "surreais", como um tênis que nasce em árvore [Eita porra!]. A ideia é mostrar que por mais distante e utópico possa ser o amanhã, nada é impossível. "O futuro pode ser o que quisermos - só temos de dar o primeiro passo em direção a ele", diz o Chief Marketing Officer da Nike, Inc., DJ van Hameren.
Assista ao filme e saiba mais sobre a campanha a seguir.
"O Melhor Dia de Todos os Tempos" foi criado pela Wieden+Kennedy de Portland e tem direção de Rick Famuyiwa, da Superprime.
Nike apresentou "Play New" [Vai No Novo], sua mais recente campanha global, em maio. A iniciativa que explora o poder transformador do esporte conta com a participação de atletas famosos - inclusive Rayssa Leal, Prata no skate nos Jogos de Tóquio - e incentiva o público a sair de sua zona de conforto.
Campanha celebra as pessoas que tentam e se arriscam em alguma atividade física, mesmo que não se deem muito bem. Afinal, tentar algo novo pode não ser sempre fácil, mas é sempre incrível e o que vale é aproveitar cada segundo de todas as tentativas.
Assista:
"Jogar é divertido. É a mais pura curtição, é a capacidade de ser livre. Todas as crianças jogam. Para elas, isso é natural. Estamos incentivando as pessoas a praticar esportes de jeitos diferentes. Queremos celebrar a ideia de retomar o prazer da descoberta, de experimentar algo novo pela primeira vez – o prazer de simplesmente se soltar", diz Melanie Auguste, vice-presidente global de marketing de marca da Nike.
Confira os outros filmes da campanha:
"Toxic Football", da Wieden+Kennedy London, tem o objetivo de ajudar a combater a masculinidade tóxica no futebol.
Com participação do craque Richarlison, "A Nação do Novo Futebol" é assinado pela Wieden+Kennedy Amsterdam.
Rayssa Fadinha Leal ganhou a medalha de Prata no skate street nos Jogos de Tóquio e entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes, como a oitava medalhista olímpica individual mais jovem da história. Ela também é a pessoa mais nova a receber uma medalha nas Olimpíadas desde 1936.
Mais do que o pódio olímpico, Rayssa conquistou o coração dos brasileiros. Com apenas 13 anos, a menina de Imperatriz, no Maranhão, torna-se um símbolo de resiliência e girl power para toda uma geração.
Legado e influência que vão além das pistas. A vitória da esqueitista levou os termos "skate feminino barato" a figurar entre os mais buscados na categoria de esportes do Google Trends.
Acabei de entrevistar uma professora de skate e ela me disse que, de ontem pra hoje, o número de pessoas querendo praticar o esporte simplesmente DUPLICOU. Ela nem sabe como vai conseguir dar conta de tanto aluno. Olha o monstro Rayssa Leal aí!
— Maria Fernanda Conti (@fernandafconti) July 26, 2021
Segundo reportagem da Folha, vendas de skates aumentaram 30% no Netshoes, depois de medalha inédita de Rayssa Leal.
Rayssa Leal, a atleta mais jovem da história do Brasil nas Olimpíadas, já escutou que “skate não era coisa de menina”. Do Maranhão para o mundo, @Rayssa_Leal_Sk8 é uma das favoritas no #skateboarding. pic.twitter.com/XeDR8ehS30
O skate me marcou de diversas formas e sempre esteve presente na minha vida, tô feliz demais de ver o Brasil voltando pra casa com duas medalhas olímpicas! Não podia deixar de prestar minha homenagem a Rayssa :)
meus pronomes? rays/sa 🇧🇷 localização? rayssaland 🇧🇷 uma cor? a favorita da rayssa 🇧🇷 uma comida? a que rayssa gostar 🇧🇷 um número? 13 🇧🇷 status? 100% rayssafã 🇧🇷 Fandom: fadinher 🇧🇷 @Rayssa_Leal_Sk8#skateboardingpic.twitter.com/fdekkvIFmv
desejando muitas forças pra todos os primos da rayssa, imagina um almoço em família com uma menina que ganhou medalha de prata em uma olimpíada aos 13 de idade eu me sentiria super humilhada
Como uma fábula urbana, uma menina da favela encontra no skate uma oportunidade para realizar seus sonhos. Fadinha desse conto da vida real, Rayssa Leal, de 13 anos, saiu de Imperatriz, no Maranhão, e ganhou o mundo.
Atleta mais jovem a competir pelo Brasil em Olimpíadas, Rayssa acaba de conquistar Prata no Skate Street nos Jogos de Tóquio, hoje, 26, e torna-se a medalhista olímpica mais jovem do país.
"As fadas de verdade não têm asas e nem varinhas mágicas. Elas andam de skate e brilham nas manobras". Assinado pela Wieden+Kennedy SP, "Novas Fadas" busca inspirar e incentivar mais meninas no esporte. O comercial integra nova campanha global da Nike, "Vai no Novo".
Assista:
"Eu fico muito feliz em incentivar outras meninas a iniciarem no esporte. O skate é um esporte feminino também. Quero que outras meninas tenham a mesma oportunidade que eu, de ver suas vidas e seus sonhos sendo realizados por meio do esporte. Nós só precisamos acreditar na gente mesmo e em nosso potencial", afirma Rayssa, em comunicado.
"A jornada da Rayssa é uma inspiração para todas as meninas ao redor do mundo. Mostra que é possível ser criança e acreditar em contos de fadas, mas ao mesmo tempo ter coragem e adentrar em um espaço que antes não era considerado para meninas", diz o diretor de Marketing da Fisia, distribuidora oficial da Nike no Brasil, Gustavo Viana.
Fadinha do Skate
As cenas que aparecem na parte final do comercial são de um vídeo que viralizou em 2015. Rayssa, então com sete anos, realiza uma manobra vestindo uma fantasia de fada. As imagens ganharam o mundo e deram à menina o apelido de "Fadinha".
Graças à repercussão do vídeo, Rayssa foi convidada a ir à vários programas de TV. No Esporte Espetacular, da TV Globo, ela teve a oportunidade de conhecer sua ídolo, Letícia Bufoni, hoje sua amiga e companheira de Olimpíada.
A visibilidade do vídeo e o talento da menina serviram de acelerador para sua trajetória como atleta. Aos 10 anos, Rayssa já tinha patrocinadores e sustentava família com suas manobras. Aos 11, ela conquistou sua primeira medalha em um torneio internacional e colocou seu nome entre as melhores do mundo.
Não foram apenas os porta-bandeiras da delegação brasileira que apareceram de chinelo. Em break contextualizado momentos antes da abertura oficial, o narrador Galvão Bueno chegou ao estúdio da TV Globo de Havaianas nos pés e anunciou que estava usando o calçado do uniforme oficial da delegação brasileira na cerimônia. A ação em parceria com a emissora foi criada pela Dojo.
Após a chamada, foi exibido o filme de Havaianas "Uniforme Oficial do Brasileiro". Assista:
Durante a transmissão da cerimônia de abertura, Galvão voltou a abordar o assunto, reforçando que a marca de calçados estava nos pés dos atletas como parte do uniforme oficial do desfile.
"Essa ação com o Galvão no que, ao meu ver, será uma edição ainda mais marcante do que naturalmente seria, é a cereja do bolo de uma plataforma de comunicação e ativação que conta com diversas frentes", disse Fernanda Romano, CMO de Alpargatas.
Feitas com orgulho
Uma dessas frentes é a campanha "Feitas com orgulho" que aposta em mensagens de otimismo, orgulho, união, resiliência e vitória. Valores que fazem parte do universo do esporte e, por consequência, das Olimpíadas. "Os atletas olímpicos e paralímpicos já são a representação do ser humano em sua capacidade máxima, os atletas de 2021 são heróis, bem como toda sua rede de apoio: treinadores, familiares e os comitês olímpicos de todos os países. Que marca não tem que se orgulhar de participar de um momento desse?", comenta a executiva. Vale reforçar que o apoio ao Comitê Olímpico do Brasil [COB] e o Comitê Paralímpico Brasileiro [CPB] foi travado antes da pandemia, o que exigiu ainda mais jogo de cintura para ativar as parcerias.
Três filmes integram a campanha criada pela Dojo, Natação, Vôlei e Atletismo. Em cada um deles, um funcionário da fábrica de Havaianas em Campina Grande [PB] fala sobre o orgulho de produzir as sandálias que calçam os atletas do Brasil.
Charlles Juliann dá seu testemunho no filme com Ana Marcela Cunha, atleta da maratona aquática; Renê Ramos interage com a dupla de vôlei de praia Ágatha e Duda; e Fernanda Rodrigues Silva conta sua história no filme com o atleta paralímpico e medalhista mundial Fabricio Ferreira.
Além das ativações, do filme para a TV e da série de três episódios, a campanha de Havaianas para os Jogos contempla conteúdos com os atletas nas redes sociais com o objetivo de mostrar a conexão da marca com o Time Brasil. A campanha também poderá ser vista em perfis de clientes e parceiros.
Após cinco anos desde o game over da Rio 2016, pode entrar Jogos de Tóquio. Com o mote "separados mas não sozinhos", o Japão deu início à cerimônia de abertura com um ano de atraso por motivos de coronavírus. Foi uma celebração mais sóbria, mas não por isso pouco criativa.
O evento rolou nesta sexta-feira, 23. Como a cada edição, os anfitriões mesclaram emoção ao tradicional protocolo olímpico. Artistas e dançarinos celebraram a história, a arte e a cultura japonesa, mas a cerimônia pela primeira vez não contou com a presença do público, proibida pelo Comitê Olímpico Internacional.
eu fiquei chocado com o Faustão sem plateia no começo da pandemia. nem imaginei a olimpíada assim #tokyo2020
— Olimpíadas On Fire (@Olimpiadas_Fire) July 23, 2021
Após a linda queima de fogos, a primeira performance no gramado do Estádio Nacional de Tóquio teve um tom contido que o momento pede, misturando imagens gravadas de atletas na pandemia.
O 1º bloco da abertura da Olimpíadas #Tokyo2020 remete a pandemia, fala dos treinos improvisados e da solidão dos atletas, além de dar um aceno à maior presença das mulheres no esporte. #cerimoniadeaberturapic.twitter.com/b68S4Nsb98
— Olimpíadas On Fire (@Olimpiadas_Fire) July 23, 2021
A pugilista não pode participar do pré-olímpico devido ao cancelamento da competição e não se classificou para Tóquio 2020. Correndo isolada, Arisa emocionou o público.
Emocionante essa primeira parte da abertura das Olimpíadas mostrando a persistência da atleta correndo na esteira e todas as pessoas conectadas atrás dela. Cansou, parou mas não desistiu 😥
Amei a sensibilidade de mostrar os atletas “isolados” nos seus treinamentos, mas conectados pelos esporte. E de usar uma enfermeira que tratou pacientes de COVID como uma das pessoas fazendo a performance. 🐨
Ficamos aqui e não sabemos o sacrifício que os atletas passaram pra estar ali, lindo terem mostrado a solidão e o esforço deles treinando sozinho em casa e da forma que dava
— Eliis 🥁 = ❤️ por duas pessoas (@Elisang43819270) July 23, 2021
Em seguida, dançarinos se apresentaram com linhas vermelhas formando um emaranhado parecido com uma cama de gato. A performance é uma homenagem a arte digital, um forte aspecto do Japão.
A bandeira japonesa entrou no palco levada por atletas, crianças e profissionais da linha de frente no combate à covid-19. Durante o hasteamento, o hino nacional foi cantado por Misia, a cantora de 43 anos é uma das artistas japonesas mais famosas de todos os tempos.
O presidente do COI, Thomas Bach, iniciou seu discurso saudando as autoridades que possibilitaram os Jogos, mas também os atletas, que passaram por um momento de dificuldade em meio à pandemia. "Hoje é um momento de esperança, muito diferente do que imaginávamos, mas vamos valorizar esse momento, porque finalmente estamos juntos. Atletas de 205 comitês olímpicos mais o time de refugiados, vivendo sob o mesmo teto na Vila Olímpica. Esse é o poder de unificar que o esporte tem", disse.
Foi pedido um minuto de silêncio em respeito às vítimas da pandemia e aos atletas que morreram durante os Jogos, incluindo membros da delegação israelense assassinados nas Olimpíadas de Munique, em 1972.
Um momento de memória aos 11 israelenses assassinados nos Jogos de 1972. Pode parecer bonito, mas é tb uma vergonha. COI demorou 49 anos para honrá-los numa cerimônia oficial. Sempre negou os pedidos dos familiares, sempre relegou as homenagens a eventos apartados e menores.
A festa seguiu com muita música e dança. Uma apresentação ao vivo performou com madeiras de árvores desbastadas, montando anéis olímpicos de quatro metros de diâmetro no gramado - sustentabilidade é um dos pilares da cultura japonesa.
Após mais uma queima de fogos, teve início o desfile dos países. Cerca de 950 atletas de todas as delegações entraram no estádio ao som de músicas famosas de animes e games japoneses, como Dragon Quest, Final Fantasy, Sonic e Winning Eleven.
O Comitê Organizador deixou livre para cada comitê olímpico nacional decidir quantas pessoas levar na cerimônia. Muitos preferiram ir com número mínimo, mas teve país que não se incomodou e foi com muito mais gente #tokyo2020#cerimoniadeabertura#JogosOlimpicos
Não é apenas impressão. Há muito mais gente do que os organizadores anunciaram. As delegações viriam em menor número. Era o combinado. No entanto, a pista do Estádio Olímpico de Tóquio está mais e mais ocupada. Atletas de várias delegações com máscaras abaixadas. #JogosOlimpicospic.twitter.com/xZpMflxHqr
— André Gallindo #VacinaJÁ (@andregallindo) July 23, 2021
Lembra do besuntado de Tonga? Destaque na cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio, ele voltou a chamar a atenção ao aparecer sem camisa e lambuzado de óleo.
No desfile do Brasil, Bruno Rezende, o Bruninho do vôlei, e a judoca Ketleyn Quadros, primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica individual, tiveram a honra de levar a bandeira brasileira.
Com apenas quatro integrantes da delegação, Bruninho e Ketleyn representaram de look tropical-estampado-praiano e chinelo havaianas nos pés, com direito a sambadinha.
Pouco mais de um minuto na passarela, Bruninho e Ketleyn deixaram o gramado e voltaram diretamente para a Vila Olímpica e para a base brasileira em Hamamatsu, com tempo mínimo de exposição e de risco.
Além dos porta-bandeiras, os outros dois brasileiros que desfilaram foram o chefe de missão Marco La Porta e Joyce Ardies, representante dos colaboradores do COB.
Até agora há delegações de todos os tamanhos na cerimônia de #Tokyo2020. Cada comitê olímpico decidiu o que achava melhor para sua segurança sanitária. O COB escolheu mandar quatro, dois atletas (os porta-bandeiras), o chefe de missão e uma pessoa para lidar com a organização
Após o juramento olímpico, crianças interagiram com gigantescos blocos coloridos e formaram o logo das Olimpíadas de Tóquio [nesse momento, o apresentador da Globo, emissora oficial dos Jogos, soltou um "logomarca" que doeu nos ouvidos].
Já encaminhando para a parte final, a cerimônia brindou o público com a grande surpresa da noite. Graças à tecnologia, outro aspecto forte dos japoneses, quase dois mil drones com luzes azuis e brancas, cores oficiais dos Jogos, ganharam o céu de Tóquio e formaram o logo das Olimpíadas e o globo terrestre.
Um impressionante espetáculo visual ao som de "Imagine", de John Lennon e Yoko Ono, na voz de um coral juvenil e cantores de todos os continentes que emocionou a todos.
Os artistas convidados foram Angélique Kidjo [África], Alejandro Sanz [Europa], John Legend [Américas] e Keith Urban [Oceania].
A tocha olímpica foi passando por atletas, ex-atletas, médicos, enfermeiros e outros profissionais da linha de frente ao combate à covid-19 e crianças que nasceram nas cidades atingidas pelo terremoto de 2001 no Japão, até chegar às mãos da tenista Naomi Osaka.
Mulher negra, filha de pai haitiano e mãe japonesa, a atleta é o maior nome do esporte no Japão e representa para o mundo uma mensagem de diversidade e respeito. Ao fim, Naomi subiu ao elemento que remete ao Monte Fuji e acendeu a pira olímpica, que antes havia se aberto como uma flor. E tacale mais fogos.
Muita gente ficou ansiosa por conta da demora da entrada da delegação brasileira, que normalmente é uma das primeiras.
Após o desfile da Grécia, berço das Olimpíadas, e da delegação dos Refugiados, a ordem dos países seguiu a escrita japonesa Katakana, onde as vogais vêm antes das consoantes, o que levou o B de Burajiru, como o Brasil é chamado no "katakanês", para a posição 151 e deixou os BRs a própria Nazaré confusa.
A entrada das delegações segue a ordem do alfabeto japonês, por isso está diferente do que estamos acostumados. Nos Jogos de Atenas 2004 também foi assim, seguindo a ordem do alfabeto grego. Detalhe super carisma! #Tokyo2020
Momento das delegações! 🏅 O primeiro país a desfilar foi a Grécia, berço das Olimpíadas.
A entrada segue a ordem alfabética japonesa, onde as vogais vêm antes das consoantes. O Japão tem inúmeros alfabetos, e o utilizado na cerimônia é o Katakana. #Tokyo2020pic.twitter.com/LlgpKo0wUU
Muito legal usarem um alfabeto local para a entrada das delegações. O alfabeto japonês usado é o KATAKANA, e neste, as vogais aparecem primeiro, ou seja, todos os países que tem nome começando com vogal estão entrando primeiro. #Tokyo2020#JogosOlimpicos#TokyoOlympicspic.twitter.com/knXe7IeBip
— 🥇VARiando🥈Esporte🥉Olímpico (@variandoesporte) July 23, 2021
Estampa e havaianas
O Brasil demorou a entrar mas chegou respeitando as restrições sanitárias e no estilo. O que acharam do visual BR?
O Uniforme do Brasil é na vdd o look de qualquer gringo que vem visitar o Brasil. Completo até com a havaiana de bandeirinha pic.twitter.com/IhgzcfxDc5
O uniforme do Brasil eu particularmente achei simples e belíssimo, uma vibe meio “que boa ideia um casamento primaveril em pleno outono” pic.twitter.com/qRqILG5W0u
Teve muita tecnologia. Quase dois mil drones iluminaram o céu de Tóquio e formaram o logo das Olimpíadas e o globo terrestre, acompanhados por uma versão de "Imagine", de Jhon Lennon e Yoko Ono.
Momento "uau" com os drones formando no céu o símbolo dos Jogos. Não havia foto disso no material de divulgação e pegou todos de surpresa no Estádio Olímpico, ao som de "Imagine" #Tokyo2020
Para quem passou a infância jogando video game, a abertura da Olimpíada de Tóquio é um banho de nostalgia. Temas clássicos de Dragon Quest, Final Fantasy e Chrono Trigger até agora.
Os atletas entrando com as trilhas sonoras dos games. Que ideia genial! Jovens da década de 90, lembram das tardes das férias que iam embora com Sonic, Final Fantasy e afins?
— Guilherme "Ghost" Jacobs (@GhostJacobs) July 23, 2021
Pega a lista completa:
Full list of video game music playing for the Parade of Nations, including Dragon Quest, Final Fantasy, Monster Hunter, Kingdom Hearts, Chrono Trigger, Ace Combat, Sonic the Hedgehog, NieR, Soul Caliber, and more 🎮🎶https://t.co/62vSPloH5tpic.twitter.com/94JMqaYN7b
Se os games estavam presentes na cerimônia, outros ícones da cultura pop do Japão não tiveram a mesma sorte. Muita gente ficou esperando por Pikachu, Goku e outros personagens famosos.
ABSURDO! 3h50 de cerimônia de abertura e NÃO TEVE UM MÁRIO. UM GOKU! UM DIGIMON! UM POKÉMON! UM DORAEMON! Nem a Patrine, gente! Nadica de nada! Estou revoltado! #Tokyo2020#cerimoniadeabertura
— ガブリエル カウボーイ #Tokyo2020 (@bielvaquer) July 23, 2021
A escolha do Osaka foi linda. Mulher, negra, ativista, perfeita no que faz. Exemplo. Só gostaria de lamentar uma coisa. Só faltou o Mário nisso daí. Fiquei na torcida ainda por um Pokémon ou qualquer anime maroto 😅😅 Mas foi sensacional #cerimoniadeabertura#tokyo2020pic.twitter.com/BBS1H2GYQk