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Typographic Jokes: frases divertidas em fontes 'sérias' estampam lindos pôsteres tipográficos

 


Se você curte tipografia como o Claraboia, a série de pôsteres "Typographic Jokes", do designer Gary Nicholson, irá colocar um sorriso em seu rosto. Com layout minimalista, as artes exibem frases espirituosas paradoxalmente diagramadas em fontes clássicas. 

Isso mesmo, nada de Comic Sans por aqui, calabresos! Times New Roman, Grotesk e outros tipos de letra considerados sóbrios, sérios e até sisudos são os utilizados pelo designer para tiradas e trocadilhos bem-humorados, como "Eu gosto do meu café como gosto da minha fonte: preto", o que pode deixar perplexos feat. indignados os mais apegados às regras





Baseado em Londres, Inglaterra, Nicholson atua principalmente em design tipográfico e editorial. Os pôsteres são um projeto pessoal. Nós adoramos e gostaríamos de ver mais, não é mesmo?

Para conferir outros trabalhos do designer, acesse seu Pinterest.

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Rosto em pintura envelhece conforme posição que se olha | Sergi Cadenas

 


Impossível ficar indiferente à arte cinética de Sergi Cadenas. O artista autodidata catalão cria retratos únicos que se transformam gradualmente à medida que o observador circunda a peça.

Suas pinturas que ora envelhecem ora mudam de personalidade presenteiam o olhar com uma multiplicidade de estímulos visuais que intrigam e fascinam. 

A ilusão de ótica é um dos principais recursos da arte cinética, corrente das artes plásticas que explora o movimento na obra a fim de atingir o dinamismo como efeito estético.



A obra "Envelhescendo", pintura tridimensional a óleo, está exposta na Galeria Jordi Barnadas, em Barcelona, na Espanha.

Impressionante, não? Mas como Cadenas faz isso?

"Desde quando eu era criança já existiam imagens lenticulares. Eu desenvolvi uma técnica para alcançar esse efeito 3D com a pintura a óleo e venho surpreendendo as pessoas", conta. A impressionante técnica de transformação do artista envolve o desenvolvimento de peças a partir de tiras verticais rígidas justapostas em ângulos variados e pintadas a óleo em cada uma das faces para abrigar duas imagens completamente diferentes. Ao caminhar de um extremo ao outro, o observador tem a ilusão de que uma imagem se converte na outra e vice-versa.

Sua obra evoca uma dualidade intrínseca que reflete em múltiplas interpretações. Seja o paralelo entre infância e velhice que remete ao ciclo da vida ou a associação entre Marilyn Monroe e Albert Einstein que pode despertar em quem olha o dualismo beleza X inteligência ou as mais variadas questões.



O artista de 51 anos começou a trabalhar com fundição de ferro aos 15, estudou design e ferragens artísticas no Gremi de Serrallers, em Barcelona. Embora um pintor habilidoso, nunca estudou desenho, suas obras são feitas de maneira autodidata. Além de se dedicar à pintura cinética, atualmente ele é responsável pela Ferros d'Art Cadenas, empresa familiar ligada ao ramo de fundição. Localizada em Girona, na Catalunha, a fábrica existe há quase três séculos.

Assista um pouco de sua arte no vídeo abaixo:



Confira mais algumas imagens:








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As pinturas luminosas e sensuais de Ilya Filatov



Coloridas e levemente eróticas, as pinturas a óleo de Ilya Filatov revelam amizade, intimidade e prazer. O artista russo radicado nos EUA retrata amigos e estranhos com a ajuda de traços brilhantes, desnudando sua individualidade e singularidade. 



Por meio de cores intensas, o autor evoca uma atmosfera emocional multifacetada que permeia lugares de romance, corpos e intimidade. Tal método permite transmitir o sentimento e a individualidade de cada personagem. 



Outra menção que merece destaque é sua série de pinturas eróticas que retrata cérebros.



Ilya Filatov nasceu em 5 de abril de 1992, na cidade de Komosomolsk-on-Amur, Khabarovsk Krai, Rússia. Mudou-se em 2011 para São Petersburgo onde trabalhou por 12 anos até se radicar em Washington, EUA, em 2023. Suas obras estão em coleções nos EUA, Rússia, Israel e Alemanha.

Aprecie mais de sua arte:








Curtiu? Tem mais no instagram do artista.

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Bigode me cai bem


"Acabei de perceber que ficaria muito bem com um bigode", frase e arte do pintor e ilustrador nascido em Madri e radicado em Miami, Javier Mayoral [1961].

Sextou. Para mais conteúdos provocantes, penetre aqui.

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Mulheres peladas fumando maconha | Contact High

Sobre olhos jovens e corações antigos

 


Li por aí..."Ela é uma alma velha com olhos jovens, um coração antigo e uma mente bonita"

"Amor: 
1. uma intensa afeição por outra pessoa baseada em laços pessoais ou familiares 2. profunda afeição terna e preocupação sentida por uma pessoa com quem se tem um relacionamento"

A imagem que serve de plano de fundo para a poesia é detalhe das mãos de "A Criação de Adão", afresco pintado por Michelangelo no teto da Capela Sistina entre os anos de 1508 e 1510, e também funciona como wallpaper para o celular.

Quer mais frases inspiradoras e pensamentos instigantes? Clique aqui e aqui.

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Van Gogh como você nunca viu | Anúncio impresso criativo

 


A rede francesa de óticas Keloptic contou com ninguém menos do que Van Gogh para atestar a qualidade de suas lentes. Uma pintura impressionista vista através de um óculos da marca "recuperou a nitidez" ― a imagem faz referência aos autorretratos pintados pelo artista holandês. 

Malandramente, o anúncio assinado pela Y&R Paris demonstra como os produtos da empresa são capazes de "desembaralhar" a vista.

A Keloptic apostou em trabalhar a imagem de marca em vez de concentrar esforços em um anúncio de produto. O texto na parte inferior reforça a mensagem e serve como chamada para a plataforma da rede de óticas: "Veja mais claramente por menos no site".

Sem necessidade de título, a peça gabaritou em quatro de cinco características que ajudam a tornar um anúncio impresso poderoso. São elas: título que chama a atenção; texto objetivo e de interesse do público; visual que se destaca; bom aproveitamento do formato; e, por fim, uma chamada para a ação precisa. Como pode ver, pequeno gafanhoto, um bom print não precisa conter necessariamente todas as características.

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O tapete de boas-vindas mais incrível que você vai ver hoje


Uma pequena multidão ― literalmente ― se une para dar as boas-vindas na entrada de um edifício que abriga alguns dos moradores e organizações de caridade mais vulneráveis da cidade de Abereen, na Escócia.

O capacho de figuras minúsculas é a nova intervenção do pintor espanhol Pejac. A ideia da obra, segundo ele, é que pessoas em vulnerabilidade "estão cansadas de serem pisoteadas" e que, unidos, podemos oferecer a elas esperança e dignidade.



A arte de rua integrou o acervo do Nuart Aberdeen 2022, evento que levou uma série de artistas à cidade escocesa em junho deste ano. 

Assista a intervenção no player que abre este conteúdo.





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Como fazer um martini perfeito

 


"The Making of the Perfect Martini" [2000], litografia de Guy Buffet. 

O pintor franco-americano é mais conhecido por sua arte descontraída retratando chefs, sommeliers e garçons. Suas obras trazem um sorriso às pessoas, o que o levou a ser convidado para colaborações com marcas como Ritz Carlton Hotels e Absolut Vodka.

Pegue um drink e aprecie.

Pra outra dose, clique aqui

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Phone Sheep: as incríveis ovelhas de telefones ultrapassados de Jean Luc Cornec

 


Antigos telefones de disco foram ressignificados pelo artista francês Jean Luc Cornec. A tecnologia obsoleta virou arte na forma de esculturas, curiosamente, chamadas "Phone Sheep" [Telefone de Ovelhas] ― um trocadilho com a expressão "phone chip" [chip de telefone].

Cabeças e patas dos animais são feitas dos velhos aparelhos e ganchos e a lã é feita dos fios telefônicos.

Em exposição no Museu da Comunicação de Frankfurt, na Alemanha, as peças chamam atenção pela originalidade e pelo uso de um objeto que para os mais novos é totalmente desconhecido.

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Crianças invisíveis: fotos comoventes sobre a invisibilidade da pobreza em campanha premiada

 


O que você vê nessa foto? Olhe de novo.

Apenas por que você não vê não significa que não está lá. 

Um olhar mais atento é necessário para poder enxergar o menino em situação de rua. Sentado nos degraus, ele certamente seria pisado pelos passantes ― não apenas no sentido literal. A imagem chama atenção para o modo como naturalizamos a miséria e [não] vemos as pessoas em vulnerabilidade que vivem entre nós.

De Kevin Lee, China 2008, a arte de rua intitulada "The Invisibility Of Poverty" [A Invisibilidade da Pobreza] inspirou uma campanha da Ogilvy & Mather Shanghai para UNICEF com objetivo de ampliar a conscientização sobre o abandono que afeta as crianças no país asiático.



Durante a intervenção, crianças sem-teto em Pequim foram pintadas de forma idêntica ao ambiente, de modo que eram quase indiscerníveis da paisagem urbana ao seu redor, e então fotografadas. As imagens são comoventes.

"Não me ignore", diz o título da mensagem em chinês ao lado. Abaixo, em caracteres menores, o texto destaca a situação de mais de 1,5 milhão de crianças carentes na China, paradoxalmente uma das maiores economias do mundo.

Com as fotografias, o UNICEF conseguiu arrecadar o equivalente a aproximadamente 30 mil dólares em apenas cinco dias para ajudar essas crianças. 



A Campanha que recebeu o nome "Invisible Child" [Criança Invisível] foi premiada com o Lápis de Prata no One Show 2008. Embora as fotos sejam de 14 anos atrás, voltaram a circular nas redes recentemente e continuam a sensibilizar milhares de pessoas.

Talvez seja o momento por que passa o mundo que nos torna tão conscientes da dor e do sofrimento que, geralmente, ignoramos. Ou talvez seja simplesmente a curiosidade e o apelo que as imagens provocam. 

Seja qual for o motivo, o impacto visual e a mensagem que tais fotos evocam são um lembrete para todos nós resgatarmos a compaixão e a empatia pelas pessoas que sofrem ao nosso redor e ajudá-las em vez de desviar o olhar.

Fotografia e Pintura Corporal por Kevin Lee, Haohui Zhou e Bin Liu. 

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