Gosta de histórias de Natal? Pois, prepare-se para se comover com o lindo comercial do Boticário. No filme, um garotinho que fica de fora do coral - Bullying? - é o mote para uma emocionante mensagem de fim de ano.
tô sentada no banheiro há 10 minutos chorando porque esse comercial do boticário tá lindo d+ pic.twitter.com/YGpmaKhiw1
Confira no player acima e saiba mais sobre a campanha a seguir.
O menino é interpretado por um ator mirim deficiente auditivo.
O comercial que estreou neste domingo, 25, no intervalo do Fantástico, na Globo, mostra pela primeira vez a família que irá protagonizar todas as campanhas da marca nas datas comemorativas do ano que vem.
Conheça Marcos, o pai; Daniela, a mãe; Marina, a filha adolescente; Lucas, o filho pequeno; e Duda, Laila e Joana, as sobrinhas trigêmeas. Os personagens que formam a família apresentada na campanha representarão as diferentes configurações que os elos familiares podem assumir.
Além de "Coral", a campanha de fim de ano contempla mais dois filmes, "Trigêmeas" e "Renas", que mostram essa turminha em situações prosaicas no período natalino.
Assista abaixo e confira mais conteúdo relacionado a seguir.
Criação da AlmapBBDO e produção da Boiler, com direção de cena de Dulcídio Caldeira.
Emojis são um dos habitantes mais ilustres do maravilhoso mundo da interwebs. Se você também gosta desses carinhas, junte-se aos bons.
O squad do @emojipedia preparou uma sequência sensacional sobre eles para marcar o aniversário de dez anos do teclado emoji no iPhone. A thread fez tanto sucesso que ganhou um Moments do Twitter pra chamar de seu.
É possível observar que houve, ao longo do tempo, um cuidado em deixar os ícones mais fiéis ao aspecto real e de abraçar a diversidade, além de procurar evitar associação a aspectos negativos e outras marcas que não fosse a Apple.
👲 Man With Chinese Cap existed in original Japanese emoji sets to represent a "stereotypical Chinese person". Over time this design was updated to make the Gua Pi Mao (traditional Chinese cap) the distinguishing feature https://t.co/WUcQLgjgRQpic.twitter.com/lGcgHjLxj6
Shibuya on iPhone #2008v2018. This emoji existed in Japan and was included in early Apple emoji releases. Excluded from standardization in the Unicode Standard due to being a representation of a specific department store brand (109 in Shibuya, Tokyo) https://t.co/Bxqeo0udVnpic.twitter.com/GRgEILint0
Para a campanha de Natal, a Perdigão resolveu repetir pelo terceiro ano consecutivo a doação de chester. Desta vez a ação "Você compra um Chester, a Perdigão doa outro" está gerando enorme polêmica.
A campanha é acusada de racismo estrutural por mostrar uma família branca e rica doando o produto para uma família preta e pobre.
Confira o comercial no player acima.
a campanha de natal da Perdigão é um poço de racismo, de representação do branco bondoso e do negro feliz pela caridade. surreal. https://t.co/fHdDwxj3E8
Cara, a ideia da Perdigão de doar um Chester a cada um que for comprado é muito boa.
A execução da campanha é cagada mesmo. Não tinha ninguém pra falar que TALVEZ não fosse uma boa ideia fazer esse contraponto familia rica branca/familia pobre preta? https://t.co/ceC6LV6XEp
assisti o comercial da perdigão umas 10 vezes e nao encontrei nenhum problema, sera que foi soh porque uma família negra ganha um chester de uma família branca e eh retratada como inferior????? NOSSA VCS PROBLEMATIZAM TUDO, HOJE EM DIA TUDO EH RACISMO CREDO, BANDO DE ESQUERDALHAS pic.twitter.com/jv049iq9Fw
Muitos acusam os que se sentiram ofendidos de mimimi:
Tô achando desnecessária esse fuzuê todo por causa de um comercial da Perdigão
Pra mim está tudo misturado
E a mesa que vcs falam que é do pobre tá melhor do que a minha no final do ano
Parem de tanto mímimi
O preconceito está na cabeça de vcs que colocam vitimismo em.tudo
Mais um exemplo de como o racismo é estrutural e influencia na maneira a qual negros são vistos. E pior, como o branco é retratada como o "salvador" do negro.
Então se é preto só pode ser pobre e necessitado, dona Perdigão? https://t.co/1GhZslCZR1
O problema está na maneira como eles são representados, o que acaba contribuindo para a naturalização do racismo. Uma marca que se pretende socialmente responsável não pode cometer um equívoco como esse.
Na família rica aparece uma mulher negra jovem ao lado de outra mulher negra, ao que tudo indica sua mãe. Notem que o tom de pele delas é de uma negritude "aceitável", clara o suficiente para entrar na família de brancos.
A jovem negra está ao lado de um homem branco. O marido? Uma leitura possível é que negros estariam ali não por mérito próprio, mas porque um homem branco e magnânimo foi capaz de apaixonar-se por uma negra e casar com ela.
Acho que os caras que criaram o comercial da Perdigão sabiam que ia dar merda, porque eles tentaram suavizar colocando um menino branco no meio da família negra e uma jovem negra na família branca
Na família pobre e negra também há pessoas de pele clara. A branquitude deles não é como a da família rica. Eles são vistos como pardos.
Algumas pessoas podem não ver problemas nesse tipo de representação, mas ela reforça o racismo estrutural, aquele imperceptível que nos faz aceitar como normal algo que deve, sim, ser questionado e combatido.
Quem não sente na pele tem dificuldade para reconhecer a dor do outro. Nessas horas, o melhor a fazer é praticar a empatia e não acusar de vitimismo quem se sentiu atacado.
Do ponto de vista da publicidade, importante lembrar que Natal é tempo de união. Se um comercial de fim de ano está gerando mais treta do que união entre as pessoas, há algo de muito errado com ele. A ideia da doação de chester é boa, mas a maneira que os comerciais foram elaborados é ruim. A Perdigão deveria ter dialogado com representantes do movimento negro antes de lançar o comercial, como faz marcas como o Burger King.
Saiba mais sobre a campanha
Lançada ontem, a campanha da Perdigão foi parar no trending topics do Twitter BR na manhã desta terça-feira, 27, por conta da acusação de racismo. O objetivo, entretanto, é o oposto. A dona da marca, BRF, e a agência DM9DDB têm como intenção trabalhar o conceito "Generosidade".
Luciana Bulau, gerente-executiva de marketing da Perdigão conta que este é o ano de maior ênfase da campanha. "Pela primeira vez temos os dois pontos de vista: de quem doou e de quem recebeu. E é até uma forma de atestar o impacto da ação".
As diferentes perspectivas são retratadas nos dois comerciais veiculados em TV aberta - os tais filmes envolvidos na polêmica. Protagonizados por atores, o primeiro mostra a doação do chester e o segundo, os sentimentos evocados por aqueles que recebem o produto.
A campanha também realiza uma ação de merchandising no Caldeirão do Huck em que uma funcionária da Perdigão entrega o primeiro chester da campanha deste ano e dá início às doações.
Além da TV, a iniciativa contempla o documentário "Generosidade gera Generosidade", que acompanha a história de Cris dos Prazeres, moradora do Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro. Cris recebe um chester doado desde a primeira edição da campanha, em 2016 e, neste ano, decidiu retribuir e doar o produto para uma família carente.
Cris, como é chamada Zoraide Francisca Gomes, é ativista social em causas ligadas à saúde e ao meio ambiente. Morando no morro há 22 anos, a pernambucana participa de projetos pela reciclagem e dá aulas de linguagem digital a jovens da periferia. O documentário com sua história será exibido entre 6 e 15 de dezembro em 80 salas de cinema em São Paulo comercializadas pela FlixMedia e salas Cinemark ainda não divulgadas.
O documentário, produzido em colaboração com a Delicatessen Filmes, integra uma nova abordagem da campanha de Natal. A ideia, agora, é mostrar a história de quem recebe a doação e o impacto da ação em sua vida. O que explica o nome da campanha desse ano ser o mesmo do documentário, "Generosidade gera Generosidade".
Além da história de Cris, a Perdigão também mostrará em suas redes mais quatro depoimentos de famílias do Morro dos Prazeres que receberam a doação em anos anteriores. "É um local simbólico e reconhecido pelo público. Neste sentido, acreditamos que a escolha de procurar um personagem para o documentário tenha força para projetar ainda mais a ação, por ser uma comunidade com um número significativo de pessoas que foram beneficiadas com a ação de Natal da Perdigão desde o seu início, em 2016", conta Luciana.
"Sempre falamos dela em material nos pontos de venda e na TV, mas nunca exploramos tanto. Até então não demos voz aos que recebiam as doações", diz a executiva sobre o foco nas doações. Segundo ela, isso acontecia por uma questão de ajuste logístico da ação nos últimos três anos que não permitia dedicação completa à comunicação. São doados 250 mil chesters por ano a famílias de 14 municípios brasileiros. De acordo com dados da Perdigão, dois milhões de pessoas foram atingidas nos três anos de ação. O Natal é uma época importante para a marca, que tem 51% do market-share entre aves especiais.
No digital, a campanha conta com publicações de receitas e um contador de chesters doados no site da marca.
Até o encerramento deste conteúdo, a Perdigão não havia se pronunciou oficialmente sobre a polêmica gerada pelos comerciais de TV.
Confira mais reações:
Comercial da Perdigão:
Família faz "caridade de fim de ano" pra dormir com mais tranquilidade e não pensar na desigualdade social nos outros 364 dias do ano.
Quem doa: brancos.
Quem recebe: negros
Somos todos iguais. Vamos viver em harmonia. Mas cada um no seu "lugar" né? 😒 https://t.co/kfFTAaVQTE
Sem falar em quem faz a narrativa do comercial: homem branco/mulher negra.
Reforçando o estereótipo de que pobres não tem "estrutura familiar", (são desajustados)
Lembrei aquele episódio de "Todo Mundo Odeio o Cris" em que a professora não acredita que o Cris vive com o pai e mãe
A Perdigão criou uma campanha de Natal. A cada chester comprado, a empresa doará outro para uma família que necessita.
Os esquerdistas estão problematizando o comercial da campanha porque a família que doa o chester é branca e a que recebe é negra.
Esquerdismo é doença mental.
no momento sentindo mt raiva desse comercial da Perdigão, que reforça estereótipos sobre negros serem sempre quem está em posição de receber caridade dos brancos https://t.co/9gfzJaXiB6
Caralho!!! Toda empresa precisa urgentemente de um departamento de Vai dar merda.
Ninguém pensou q a propaganda da Perdigão era uma bosta?! @perdigaooficial q q foi isso?!?!
Socorro gente
A sonzera made in BR está ostentando real. Alok agora ocupa o 13º lugar na prestigiada lista da DJ Mag, revista especializada em música eletrônica que elege os 100 melhores DJs do mundo.
O DJ goiano subiu seis posições em relação ao ano passado, ultrapassando grandes nomes da cena pop-eletrônica, como: Skrillex [21º], DJ Snake [24º], Chainsmokers [31º], Calvin Harris [40º], Diplo [42º] e Avicii [15º], que morreu em abril, aos 28 anos.
Alok estreou no ranking da DJ Mag, um dos mais renomados quando o assunto é música eletrônica, em 2015, na 44ª posição. Em 2016, ele subiu para 25ª posição. Já no ano passado ele passou a ocupar o 19º lugar e agora, em 2018, garantiu a 13ª colocação.
Não ligou o nome às músicas? Certeza que Alok já te fez se jogar nas pistas. O DJ brasileiro é responsável por hinos como "Hear me now", "Never Let Me Go", "Favela", "Ocean", "Fuego" e "I Missu U". Hits que o levaram a fazer cada vez mais shows fora do Brasil, incluindo turnês pela América do Norte, Europa e Ásia.
Além de Alok, outros BRs tiram onda no Top 100 da DJ Mag. A dupla carioca Cat Dealers ficou em 48º, no ano passado estavam na posição 60, e o sul-mato-grossense Vintage Culture aparece na 19ª colocação, após subir 12 posições no mesmo período.
A DJ Mag mantém o holandês Martin Garrix na 1ª posição, pelo terceiro ano consecutivo.
O clássico "O Rei Leão", de 1994, é uma dos filmes animados de maior faturamento em Hollywood, com 968,5 milhões de doletas arrecadados.
A história, inspirada em Hamlet, de Shakespeare, narra a trajetória de Simba, herdeiro do reino cujo pai é morto pelo próprio irmão, Scar - considerado um dos maiores vilões da Disney. O príncipe acaba exilado do reino. O tempo passa até que chega o momento de Simba encontrar sua verdadeira essência e reaver a coroa que lhe é de direito.
Cada tomada resgata a memória afetiva do clássico dos anos 90.
Olha o Trailer do Rei Leão velho!!!!!!!
Não da cara, eu tento focar na vida adulta, mas aí a Disney vem e me dá um pescotapa de nostalgia bem na nuca! pic.twitter.com/n3uICt1VQe
Com estreia nos cinemas em 19 de julho de 2019, o longa vem sendo considerado por muitos o melhor lançamento do ano.
A pergunta que não quer calar: vocês estão preparados para rever a morte do Mufasa? Cena que traumatizou toda uma geração de crianças tem tudo para ser um coice no coraçaum na versão 3D.
Todo mundo empolgado com o filme do Rei Leão mas vamos botar a mão na consciência um minuto aqui:
A cena que traumatizou minha infância.
Eu chorei horrores com esse filme quando criança e só fui conseguir assistir de novo o filme depois de grande, agora voltou com tudo pra traumatizar minha vida "adulta" também ai ai https://t.co/JWEgadwbDB
Quando criança eu chorava de soluçar, e minha mãe tinha que rebobinar a fita e colocar de novo, daí eu via que ele não morreu e beleza... Ate a cena aparecer de novo. https://t.co/scXIBEIq5o
gente é por isso que eu amo os animais, olhem essas coisas fofas que vão atuar no filme Rei Leão 😍 estou completamente apaixonado por cada bichinhos tomara que a gente exploda de amor com esse filme ♥ pic.twitter.com/YAUYDe7L6V