Cinéfilo ou não, todo mundo sabe que as produções que disputam o Oscar merecem uma atenção especial. A 93ª cerimônia de entrega dos Academy Awards acontece no próximo domingo, 25 de abril. Até lá, ainda dá tempo de maratonar os indicados.
Uma lista de 18 filmes com o selo "Originais Netflix", entre longas, documentários e animações, que concorrem a uma estatueta estão disponíveis na plataforma. Dos serviços de streaming no Brasil, Netflix é o que oferece o maior número de títulos indicados em 2021.
Com 10 indicações no currículo, "Mank" é o destaque entre as produções que disputam a premiação e estão disponíveis no catálogo Netflix. O longa sobre a vida do roteirista Herman J. Mankiewicz e os bastidores de "Cidadão Kane" é o recordista em categorias nesta edição.
A natureza é realmente extraordinária. Confira o instante em que uma onda toca as nuvens. No vídeo, o oceano parece brincar com os próprios limites e avança sobre o céu.
— Astronautics & Space Science. (@AeronauticsAnd) January 1, 2021
Lirismo à parte, é possível uma onda "tocar" uma nuvem?
Bem, tecnicamente não.
A onda não atinge uma nuvem. A "nuvem" em questão é, na verdade, spray marinho, partículas de aerossol que são formadas diretamente do oceano, principalmente por ejeção pelo estouro de bolhas na película d'água. Além disso, nuvens não se formam em altitudes muito baixas, como nas imagens.
O trecho que aparece no tweet foi retirado de um vídeo feito por Conor Hegyi. As imagens da onda "pegando" a nuvem aparece às 3:36 do vídeo original, que também é incrível. Aperte o play:
Nas montanhas do México, um curioso "colibri" se aventura no coração de uma floresta onde repousam em pinheiros milhões de borboletas.
Conhecidas pelas características asas em cor laranja com fios pretos e manchas brancas, as monarcas [Danaus Plexippus] descansam agrupadas de modo a conservar o calor após uma viagem de milhares de quilômetros para fugir do frio do Canadá e do norte dos EUA até que os dias voltem a ficar mais longos e possam migrar de volta.
Enquanto repousam, são filmadas por um drone disfarçado de beija-flor. Dessa forma, camuflado pela produção do documentário como um pássaro que se alimenta de néctar, o artefato não é visto como ameaça e pode se aproximar sem perturbar as borboletas.
À medida que o sol aquece, as monarcas começam a se agitar e se mover. O espião captura, então, imagens espetaculares do momento em que o panapaná alça voo.
"Eu adoro como a turbina do drone do beija-flor é coberta para garantir que não machuque as asas frágeis das borboletas. Coisas saudáveis e adoráveis para assistir durante a quarentena para iluminar um pouco as coisas", diz um espectador nos comentários do vídeo no YouTube.
"Inside a Monarch Swarm" faz parte da série "Spy in the Wild", da PBS. Assista:
Após ameaças, processos e bombas, o Porta dos Fundos não se intimidou com os ataques do ano passado e lançou seu Especial de Natal: "Teocracia em Vertigem". Na edição 2020, Jesus gay cede a vez a um Cristo rapper e à crítica política e contra o extremismo.
O especial é inspirado em "Democracia em Vertigem", documentário de Petra Costa indicado ao Oscar e conta com a participação especial de Emicida, Teresa Cristina e da própria Petra. O Porta dos Fundos falou sobre a atração, do processo de criação aos medos de retaliação em uma coletiva de imprensa com Fábio Porchat, Gregório Duvivier, Antônio Tabet [Kibe], João Vicente, o diretor Rodrigo Vander, e o CEO Christian Rôças [Crocas].
Com "Teocracia em Vertigem", o Porta enfrentou o desafio de fazer uma produção digna de alcançar a qualidade de Emmy - prêmio conquistado por "A Primeira Tentação de Cristo", de 2019, - e de modo remoto por motivos de coronavírus.
Além disso, após a repercussão de seu último especial, o grupo precisou superar os ataques nas redes, tentativas de censura por deputados, processos de igrejas e pastores e até um perigoso ataque de coquetéis molotov em sua sede, no Rio de Janeiro. O ataque terrorista aconteceu na madrugada da véspera do Natal de 2019, o local estava vazio e, por sorte, ninguém se feriu.
Um dos suspeitos, Eduardo Fauzi, foi preso na Rússia, extraditado, virou réu e teve a prisão preventiva decretada em setembro de 2020. Tenho certeza que só estamos vivos porque Jesus era só gay… Se fosse gay e preto, seriam seis bombas, brincou Tabet.
A trupe esclarece, porém, não ter ficado abalada pelo acontecido. "Nos sentimos mais tristes do que sentimos medo,” contou João. Nem por um segundo, no entanto, eles pensaram em desistir de continuar com o próximo especiais. Era algo sabido e acertado: ele existiria.
Processo de criação e pandemia
Os especiais de Natal já são uma tradição do Porta. "É o nosso Super Bowl. As pessoas esperam por isso o ano todo", brincou Crocas. Por isso, são bem planejados. O processo de criação começa no início do ano, perto de março, e se estende até outubro, aproximadamente.
Este ano foi igual, mas eles tiveram de se adaptar por conta da covid. Eles precisaram desenvolver o projeto de modo a não criar aglomerações - um desafio e tanto, Jesus tinha 12 seguidores, isso já é multidão.
Tacale reuniões de brainstoming até que Gabriel Estevez, roteirista, lançou a braba: um documentário. Assim, raramente seria preciso mais de uma pessoa por cena, afinal eram na maioria entrevistas individuais. Também na hora, Estevez sugeriu o tema, uma paródia do doc de Petra Costa sobre a fase do PT na política brasileira.
Para se preparar, a fim de que o especial saísse bem feito e com base, nível Grammy, Porchat resolveu ler o Novo Testamento. Além da fidelidade à Bíblia, outra preocupação foi que o especial não fosse desrespeitoso aos cristãos. Porchat entregou o roteiro pronto para pastores lerem. Eles adoraram, deram risada e até sugestões de piadas. Emicida no papel de Simão, inclusive, foi dica de um pastor, afinal, o apóstolo era negro.
"Nossa ideia nunca foi destruir os valores cristãos, ao contrário disso, o especial é cristão. É sempre um resgate do Cristo vivo, tornamos ele vivo quando fazemos o especial", pontua Duvivier.
A política veio como tema de forma natural, além do assunto estar em voga é algo presente na vida das pessoas. "Só se fala em política. Todo assunto termina em Bolsonaro - criança fala de política, o vírus é política, futebol é política. Então, por que não colocar no especial?", questiona Porchat.
Filmagens e elenco
Para superar a dificuldade de fazer audições e testes sem contato direto em meio à quarentena para a escalação dos atores, o Porta optou por priorizar atores próprios e chamar quem já conhecem. Já as filmagens, algumas foram externas, em locais amplos de Vargem Grande [SP], outras em estúdio, ventilado, limpo constantemente e cheio de máscara e afins. Não houve um só caso de contaminação por coronavírus durante a produção.
Curiosidade: a produção contou com apenas um figurante que se revezava em vários papéis para evitar muitas pessoas juntas no estúdio. Porchat, que acompanhou todo o processo das filmagens, também fez figuração.
Campanha de divulgação
O mote da estratégia de lançamento foi todo em cima da ação perpetrada pelos haters contra o Porta dos Fundos nos acontecimentos do ano passado. A hashtag #NãoAssista foi lançada com um pedido irônico para as pessoas evitarem o novo especial..
Polêmicas, traições, muitas convicções e poucas provas. O messias virou mito. É hora de ir fundo na história que polarizou a Galileia: Jesus sofreu golpe ou não? #NãoAssista#EspecialdeNataldoPorta
"Teocracia em Vertigem" foi lançada no dia 10 de dezembro, no YouTube, ao invés da Netflix ,como ocorreu nos dos dois últimos anos. Aí vi vantagem, agora todo mundo pode assistir.
No YT, o vídeo está com restrição de idade e pode ser assistido diretamente na plataforma de vídeos, neste link, ou na Pluto TV.
Confira algumas reações a seguir:
caralhoo, a perspicácia na abordagem, a ousadia satírica, a crítica socio-política, isso sim faz o humor inteligente. esse especial de natal, 'teocracia em vertigem' do @portadosfundos, tá impecável.
Não assistam! Tá uma merda. Tive que assistir TRÊS vezes pra ver como é ruim. E já mandei para outras pessoas o link, para que não vejam. Vou até, assistir mais uma vez, só pra passar raiva.
Gente, NÃO ASSISTAM TEOCRACIA EM VERTIGEM do @portadosfundos. Muita reflexão disfarçada de humor e altas doses de realidade jogadas na cara, vcs não vão gostar. Lembrando que qualquer coincidência política é mera semelhança.
#TeocraciaEmVertigem Aí a galera fala os roteiristas do Porta dos fundos são ótimos. Sim são ótimos mesmos . Mas não há roteiro de piada melhor as política brasileira : pic.twitter.com/L72m6XIF8y
Na peça, o gigante adormecido no Pão de Açúcar se levantava e começava a caminhar. Relembre:
Agora, quase uma década depois, a Johnnie Walker usa o filme antológico como referência para uma intervenção na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. As pegadas gigantes esculpidas por um artista de rua carioca fazem parte das ações de lançamento do documentário "The Man Who Walked Around The World", sobre a história da marca de whisky.
"A intervenção é uma nova consagração do poder criativo brasileiro. A campanha criada aqui ganhou repercussão global por ter se mostrado relevante para toda a população de um país, transcendendo o mercado da bebida. Nesse exato momento, Keep Walking é uma mensagem que mostra que o futuro é cheio de possibilidades", diz Paula Costa, VP de marketing da Diageo no Brasil.
Assista ao vídeo da intervenção e saiba mais sobre o doc a seguir.
"The Man Who Walked Around The World" celebra os 200 anos de Johnnie Walker - uma ode à positividade e resiliência. Dirigido por Anthony Wonke, o documentário mostra como a marca de whisky superou por dois séculos toda sorte de desafios, como inundações, pandemias e guerras mundiais, enquanto se posicionava ao longo de sua trajetória sobre a desigualdade racial e de gênero.
"Esta é a história de Johnnie Walker, mas é mais do que apenas uma história sobre uísque, é sobre cultura e a necessidade do mundo de ser capaz de olhar para o futuro com esperança. Isso é o que torna o documentário tão poderoso - não é uma aula de história e sim uma história de onde estamos hoje e o que precisamos para seguir em frente", enfatiza Wonke.
Criado de forma independente por Something Originals e produzido pela Partizan, "The Man Who Walked Around The World" estreou no catálogo da Prime Video., no sábado, 12. Além do serviço de streaming da Amazon, o documentário possui uma versão estendida disponível no site oficial themanwho.film.
Para a campanha de Natal, a Perdigão resolveu repetir pelo terceiro ano consecutivo a doação de chester. Desta vez a ação "Você compra um Chester, a Perdigão doa outro" está gerando enorme polêmica.
A campanha é acusada de racismo estrutural por mostrar uma família branca e rica doando o produto para uma família preta e pobre.
Confira o comercial no player acima.
a campanha de natal da Perdigão é um poço de racismo, de representação do branco bondoso e do negro feliz pela caridade. surreal. https://t.co/fHdDwxj3E8
Cara, a ideia da Perdigão de doar um Chester a cada um que for comprado é muito boa.
A execução da campanha é cagada mesmo. Não tinha ninguém pra falar que TALVEZ não fosse uma boa ideia fazer esse contraponto familia rica branca/familia pobre preta? https://t.co/ceC6LV6XEp
assisti o comercial da perdigão umas 10 vezes e nao encontrei nenhum problema, sera que foi soh porque uma família negra ganha um chester de uma família branca e eh retratada como inferior????? NOSSA VCS PROBLEMATIZAM TUDO, HOJE EM DIA TUDO EH RACISMO CREDO, BANDO DE ESQUERDALHAS pic.twitter.com/jv049iq9Fw
Muitos acusam os que se sentiram ofendidos de mimimi:
Tô achando desnecessária esse fuzuê todo por causa de um comercial da Perdigão
Pra mim está tudo misturado
E a mesa que vcs falam que é do pobre tá melhor do que a minha no final do ano
Parem de tanto mímimi
O preconceito está na cabeça de vcs que colocam vitimismo em.tudo
Mais um exemplo de como o racismo é estrutural e influencia na maneira a qual negros são vistos. E pior, como o branco é retratada como o "salvador" do negro.
Então se é preto só pode ser pobre e necessitado, dona Perdigão? https://t.co/1GhZslCZR1
O problema está na maneira como eles são representados, o que acaba contribuindo para a naturalização do racismo. Uma marca que se pretende socialmente responsável não pode cometer um equívoco como esse.
Na família rica aparece uma mulher negra jovem ao lado de outra mulher negra, ao que tudo indica sua mãe. Notem que o tom de pele delas é de uma negritude "aceitável", clara o suficiente para entrar na família de brancos.
A jovem negra está ao lado de um homem branco. O marido? Uma leitura possível é que negros estariam ali não por mérito próprio, mas porque um homem branco e magnânimo foi capaz de apaixonar-se por uma negra e casar com ela.
Acho que os caras que criaram o comercial da Perdigão sabiam que ia dar merda, porque eles tentaram suavizar colocando um menino branco no meio da família negra e uma jovem negra na família branca
Na família pobre e negra também há pessoas de pele clara. A branquitude deles não é como a da família rica. Eles são vistos como pardos.
Algumas pessoas podem não ver problemas nesse tipo de representação, mas ela reforça o racismo estrutural, aquele imperceptível que nos faz aceitar como normal algo que deve, sim, ser questionado e combatido.
Quem não sente na pele tem dificuldade para reconhecer a dor do outro. Nessas horas, o melhor a fazer é praticar a empatia e não acusar de vitimismo quem se sentiu atacado.
Do ponto de vista da publicidade, importante lembrar que Natal é tempo de união. Se um comercial de fim de ano está gerando mais treta do que união entre as pessoas, há algo de muito errado com ele. A ideia da doação de chester é boa, mas a maneira que os comerciais foram elaborados é ruim. A Perdigão deveria ter dialogado com representantes do movimento negro antes de lançar o comercial, como faz marcas como o Burger King.
Saiba mais sobre a campanha
Lançada ontem, a campanha da Perdigão foi parar no trending topics do Twitter BR na manhã desta terça-feira, 27, por conta da acusação de racismo. O objetivo, entretanto, é o oposto. A dona da marca, BRF, e a agência DM9DDB têm como intenção trabalhar o conceito "Generosidade".
Luciana Bulau, gerente-executiva de marketing da Perdigão conta que este é o ano de maior ênfase da campanha. "Pela primeira vez temos os dois pontos de vista: de quem doou e de quem recebeu. E é até uma forma de atestar o impacto da ação".
As diferentes perspectivas são retratadas nos dois comerciais veiculados em TV aberta - os tais filmes envolvidos na polêmica. Protagonizados por atores, o primeiro mostra a doação do chester e o segundo, os sentimentos evocados por aqueles que recebem o produto.
A campanha também realiza uma ação de merchandising no Caldeirão do Huck em que uma funcionária da Perdigão entrega o primeiro chester da campanha deste ano e dá início às doações.
Além da TV, a iniciativa contempla o documentário "Generosidade gera Generosidade", que acompanha a história de Cris dos Prazeres, moradora do Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro. Cris recebe um chester doado desde a primeira edição da campanha, em 2016 e, neste ano, decidiu retribuir e doar o produto para uma família carente.
Cris, como é chamada Zoraide Francisca Gomes, é ativista social em causas ligadas à saúde e ao meio ambiente. Morando no morro há 22 anos, a pernambucana participa de projetos pela reciclagem e dá aulas de linguagem digital a jovens da periferia. O documentário com sua história será exibido entre 6 e 15 de dezembro em 80 salas de cinema em São Paulo comercializadas pela FlixMedia e salas Cinemark ainda não divulgadas.
O documentário, produzido em colaboração com a Delicatessen Filmes, integra uma nova abordagem da campanha de Natal. A ideia, agora, é mostrar a história de quem recebe a doação e o impacto da ação em sua vida. O que explica o nome da campanha desse ano ser o mesmo do documentário, "Generosidade gera Generosidade".
Além da história de Cris, a Perdigão também mostrará em suas redes mais quatro depoimentos de famílias do Morro dos Prazeres que receberam a doação em anos anteriores. "É um local simbólico e reconhecido pelo público. Neste sentido, acreditamos que a escolha de procurar um personagem para o documentário tenha força para projetar ainda mais a ação, por ser uma comunidade com um número significativo de pessoas que foram beneficiadas com a ação de Natal da Perdigão desde o seu início, em 2016", conta Luciana.
"Sempre falamos dela em material nos pontos de venda e na TV, mas nunca exploramos tanto. Até então não demos voz aos que recebiam as doações", diz a executiva sobre o foco nas doações. Segundo ela, isso acontecia por uma questão de ajuste logístico da ação nos últimos três anos que não permitia dedicação completa à comunicação. São doados 250 mil chesters por ano a famílias de 14 municípios brasileiros. De acordo com dados da Perdigão, dois milhões de pessoas foram atingidas nos três anos de ação. O Natal é uma época importante para a marca, que tem 51% do market-share entre aves especiais.
No digital, a campanha conta com publicações de receitas e um contador de chesters doados no site da marca.
Até o encerramento deste conteúdo, a Perdigão não havia se pronunciou oficialmente sobre a polêmica gerada pelos comerciais de TV.
Confira mais reações:
Comercial da Perdigão:
Família faz "caridade de fim de ano" pra dormir com mais tranquilidade e não pensar na desigualdade social nos outros 364 dias do ano.
Quem doa: brancos.
Quem recebe: negros
Somos todos iguais. Vamos viver em harmonia. Mas cada um no seu "lugar" né? 😒 https://t.co/kfFTAaVQTE
Sem falar em quem faz a narrativa do comercial: homem branco/mulher negra.
Reforçando o estereótipo de que pobres não tem "estrutura familiar", (são desajustados)
Lembrei aquele episódio de "Todo Mundo Odeio o Cris" em que a professora não acredita que o Cris vive com o pai e mãe
A Perdigão criou uma campanha de Natal. A cada chester comprado, a empresa doará outro para uma família que necessita.
Os esquerdistas estão problematizando o comercial da campanha porque a família que doa o chester é branca e a que recebe é negra.
Esquerdismo é doença mental.
no momento sentindo mt raiva desse comercial da Perdigão, que reforça estereótipos sobre negros serem sempre quem está em posição de receber caridade dos brancos https://t.co/9gfzJaXiB6
Caralho!!! Toda empresa precisa urgentemente de um departamento de Vai dar merda.
Ninguém pensou q a propaganda da Perdigão era uma bosta?! @perdigaooficial q q foi isso?!?!
Socorro gente