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Nossa internet de cada dia em pôsteres sinceros | #ThisGeneration - Ajit Johnson


internet das coisas fez o mundo mudar. Não somos mais os mesmos, para o bem ou para o mal.

Quem é de uma época pré-arroba [@] - símbolo maior do e-mail pessoal, porta de entrada de muitas pessoas para a web - percebe mais nitidamente como as relações humanas foram afetadas pela tecnologia.

E-mail é algo pré-histórico para os adolescentes do Snapchat, o arroba foi atropelado pelas hashtags. Para os novinhos é algo natural amigos numa mesa de bar mal conversarem, concentrados que estão em seus mundinhos-smartphones.

As gerações anteriores podem achar estranho, mas também deixaram-se seduzir pelo fantástico mundo da interwebz.

O designer Ajit Johnson transformou essa relação em pôsteres honestos. A série #This_Generation dá um tapa na cara da sociedade ao nos fazer lembrar que existe vida além das telas.

Dá o confere:

É assim que eles escrevem

Convite de casamento

Bloquear

Felicidade é de "visto por último" para "Online" e para
"Escrevendo"

Como foi a escola hoje, filha? Você pode olhar no meu
blog, pai!

Quando são perguntados sobre o endereço fixo

"Você tá linda hoje amor"


Cuidado, crianças no Whats


O que você, seu pai e seu avô fazem na internet


Infográfico da Revista Galileu traz uma análise mega bacana do uso da web através de três gerações. 


Sabia que 74% dos Baby Boomers acessam a internet com frequência? E que mais pessoas da Geração X possuem um E-Reader, comparadas à Geração Y?


Agora, adivinhe quem consome mais Gigas por mês, alguém que nasceu entre os anos 60 e 80 ou alguém que nasceu depois de 1980?


Tem mais, muito mais. Para ver o Infográfico completo, clique aqui.

Atraente, sexy e ...fêmero

Se você acha que já sabe o bastante e está em paz com o seu espaço no mundo, parabéns! Você está oficialmente MORTO.

O vídeo a seguir apresenta uma super, ultra, mega, master, blaster PHODDA visão do universo jovem. Expressivo e exagerado? Nem tanto, apenas reflete características de nossa linguagem. O que pensamos, como agimos, o que desejamos... e mais COMO CHEGAMOS ATÉ AQUI, através de uma análise supimpa ao longo das gerações. Sim, ser jovem hoje não é a mesma coisa que ser jovem ontem.

Você pode entender e fazer parte ou sentar confortavelmente e se acomodar. Agora, se liga! Compreender a evolução do mundo é uma busca que pode nos manter jovens para sempre...


O fim do e-mail?


Tempos atrás, numa conversa de bar, qual não foi minha surpresa com o comentário de uma amiga de que não possuía e-mail. Ok, ela até usa um endereço eletrônico, mas "apenas para cadastros e aberturas de contas, como as do MSN", por exemplo, explicou.

As redes sociais são o principal meio de interação virtual da jovem de 18 anos com os amigos. Somente após ser contratada como estagiária, ela passou a usar e-mail para se comunicar com seus chefes.

Para a geração anterior, o e-mail foi a porta de entrada para internet - uma verdadeira revolução naqueles tempos. De fato, é surpreendente perceber que a ferramenta está sendo superada. Jovens que agora chegam ao mercado de trabalho e com o tempo assumirão postos de comando têm outra dinâmica. 

As relações sociais estão se transformando cada vez mais rápido, turbinadas pela [re]evolução tecnológica. O @ está perdendo a espaço para a #.

Benditos Pôneis Malditos

Uns dias que passei sem postar foram suficientes para surgir uma nova febre: os pôneis malditos. Os personagens foram criados pela Lew'Lara/TBWA para promover a picape Frontier, da Nissan, cujo principal benefício é a potência do motor, segundo a marca, 172 cavalos capazes de tirar você de qualquer atoleiro.


A Nissan andava meio esquecida pelo consumidor, por isso decidiram ousar, especialmente na internet. Com um jingle que não desgruda da cabeça e uma estratégia que incetiva a viralização, a campanha debocha dos motores dos veículos da concorrência. A agência fez o dever de casa e colocou os tais pôneis no TT's do Twitter. São mais de dois milhões de acessos ao vídeo no Youtube e quase 300 mil recomendações.

Pônei maldito, pônei maldito, venha com a gente atolar! Odeio barro, odeio lama, que nojinho, não vou sair do lugar! virou hit, especialmente entre os mais jovens. Os críticos de plantão falam de uma tal infantilização da publicidade... fato é que, a Lew'Lara/TBWA acertou ao apostar na adolescência perene da Geração Y.