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Fuleco 'mendigo' e mais memes no anúncio de mascote da Copa 2022

 


Lembram do Fuleco, mascote da Copa no Brasil? O querido tatu-bola apareceu sentado no chão no vídeo de apresentação do mascote da Copa de 2022 e a web lascou a fazer piada com a situação de barril do pobre.



No sorteio oficial da fase de grupos da Copa do Mundo 2022, realizado pela FIFA, na sexta-feira, 1, o Comitê Organizador do Catar apresentou o mascote oficial do mundial de futebol no início do evento, antes do sorteio dos grupos.

O personagem, chamado La'eeb, é inspirado em um lenço de tradição árabe que os homens do Qatar usam na cabeça e seu nome significa "jogador habilidoso", ou, no jargão esportivo, "craque". "O mascote oficial da Copa do Mundo de 2022 está cheio de energia e vai trazer a alegria do futebol para todos. La’eeb acredita que 'Agora é Tudo' e encoraja todos a acreditarem em si mesmos", diz o anúncio oficial divulgado nas redes sociais.

O vídeo de apresentação do novato nos leva a uma cidade futurista habitada por mascotes de variadas edições da Copa do Mundo, entre eles, o nosso Fuleco. O "Mascoteverso" é uma brincadeira com o Metaverso. Assista:




A imagem do tatu-bola sentado no chão encostado em uma parede foi o suficiente para a zoeira made in Brazil levar o termo "Fuleco" ao topo dos assuntos mais comentados do Twitter.

Até o perfil oficial do Guaraná Antarctica no Twitter entrou na zoeira:



O visual do novo mascote também gerou diversos memes. Teve gente dizendo que La'eeb é o "fantasma do 7 a 1" e o "Gasparzinho da Copa", também teve quem comparou o personagem a uma arraia e outros formatos...






Confira mais algumas reações:

















Realmente...



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'Cepa América' e 'Covidinho': Copa América no Brasil recebe goleada de críticas e memes

 


A zoeira BR está marcando de 10 X 0. 

Nossos hermanos também convocaram o deboche.



Bastaram alguns minutos após o ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, e a Conmebol anunciarem a realização da Copa América no país, nesta terça-feira, 1, para os brasileiros meterem uma goleada de memes contra a decisão.



Cinco cidades foram divulgadas como locais da  competição: Brasília, Goiânia, Cuiabá e Rio de Janeiro



Não, pera...



Também na terça, o Supremo Tribunal Federal determinou que Jair preste esclarecimentos sobre o tema em cinco dias úteis.



BRs estão pistola pois a competição está para acontecer num momento em que a pandemia ameaça uma terrível terceira onda no país. A evidente falta de gestão de Biroliro no enfrentamento da crise sanitária também é uma das principais críticas. 

O comentarista Luís Roberto resumiu o sentimento da grande maioria dos brasileiros. Assista:



O pessoal botou a criatividade em campo e lançou alguns nomes alternativos para o torneio.



Aumento do número casos e de mortes foi justamente o que fez a Argentina desistir de sediar a competição.





Boa parte das críticas apostou no humor e sarcasmo:





Além do novo nome, a competição já tem um mascote pra chamar de seu: "Covidinho" - mas também podem chamar de "Cloroquito".



Confira mais memes adiante, antes veja outras reações:















Agora, sim, tacale memes:













"Covidinho", "Coronito", "Cloroquito": está rolando uma disputa para a escolha do mascote.





















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Zé Gotinha viraliza na gringa após comparação a Ku Klux Klan. BRs defendem mascote e treta acaba em meme


 
Muito querido pelos brasileiros, Zé Gotinha faz parte da memória afetiva de várias gerações. Personagem que se tornou símbolo da vacinação no Brasil surgiu em 1986 como mascote do SUS nas campanhas contra a poliomelite a fim de atrair o interesse das crianças. A imunização contra a pólio se dá por via oral, vem daí a explicação para o cabeção em forma de gota.

Para os gringos, porém, Zé Gotinha desperta alguns gatilhos. O personagem foi comparado por uma usuária do Twitter a integrantes do grupo supremacista branco Ku Klux Klan


"O mascote da vacina do Brasil talvez pudesse ter passado por mais alguns níveis de verificação e aprovação"

A gringa postou a foto em que se baseou para fazer o comentário. Na imagem, que aparece no início do texto, é possível ver um brasileiro vestido com uma fantasia de Zé Gotinha ao lado de uma criança. Segundo a gringa, a roupa usada para compor o personagem, capuz pontiagudo e cor branca, remete à KKK. Pode isso?


A Ku Klux Klan ficou conhecida em todo o mundo por ter praticado diverso atos de violência contra a população negra nos EUA. O período de maior atuação e influência da organização terrorista ocorreu entre 1960 e 1970, ainda assim é possível identificar sua ideologia execrável nos dias atuais em alguns grupos extremistas.

A comparação com o Zé Gotinha, boa gente que já fez bico no Carreta Furacão, com membros da KKK gerou uma puta polêmica na internet. Brasileiros, obviamente, estamos pistolas com a petulância dos gringos.

A treta repercutiu internacionalmente:



Não mexe com o nosso Zé Gotinha, não!  Vamos defender a honra do ícone da vacinação.













Ok, sejamos sinceros, reparando na foto usada para comparação dá pra entender os motivos de os gingos terem observado semelhanças. Vários usuários brasileiros foram explicar a eles, então, que a referência à KKK é distante da realidade brasileira. 

Zé Gotinha, aqui, é apenas uma gota com braços e pernas e estamos muito orgulhosos dele. Além disso, a fantasia usada pelo mascote na imagem foi feita de modo caseiro porque muitos lugares no Brasil não têm condições de arcar com os custos de produção de uma fantasia mais elaborada.



"Você deveria pedir desculpas para o Zé Gotinha.  Ele é um ícone brasileiro e foi desenhado para ser a gota da vacina da polio e criado para encorajar crianças a não terem medo. A fantasia que você postou era uma de baixo custo de uma região extremamente pobre. Nós estamos muito orgulhosos desse mascote"



"Zé Gotinha é literalmente só uma gota com braços, pernas e olhos. Foi desenhado para ter uma aparência amigável. É triste que essa fantasia parece com outra coisa, mas isso é só o que o símbolo brasileiro de saúde é"

No Brasil tudo acaba em meme













A foto que repercutiu na gringa toi tirada em 2018 durante uma campanha de vacinação no município de Maracaju [MS]. Na época, outro clique do Zé Gotinha havia virado motivo de piada por conta justamente da tal fantasia com sérias restrições orçamentárias. A imagem mais parece saída de um filme de terror.


Em tempo, o design do Zé Gotinha foi desenvolvido pelo artista plástico Darlan Manoel Rosa como uma figura amigável com o objetivo de dissipar o medo das crianças da vacinação. Na época do lançamento do mascote, inclusive, o Ministério da Saúde fez um concurso com estudantes para escolher o seu nome.

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'Bahianinho' das Casas Bahia cresceu: mascote agora é adolescente, se chama CB e vira influenciador



O carismático mascote das Casas Bahia ganhou uma mudança radical no shape. Baianinho se tornou adolescente, trocou o chapéu de couro típico dos vaqueiros nordestinos pelo boné, agora faz selfies e prefere ser chamado de CB - referência às iniciais da rede varejista.

Criado nos anos 1960  o personagem já havia repaginado o visual antes, passando por algumas alterações no cabelo, no formato do rosto e nas roupas. Dessa vez, além de uma remodelação mais profunda que o transformou em um jovem hiper conectado e ativista de causas ambientais, sociais e de sustentabilidade, ele passa a responder como porta-voz da empresa feat influenciador.


Com 30 segundos de duração, o vídeo de apresentação do novo visual, intitulado "Sou o Bahianinho, mas agora pode me chamar de CB", foi divulgado na sexta-feira, 16, em todos os canais da marca. 

Assista:



O novo mascote também já estreou na TV o comercial "Quero Ser Grande", exibido a primeira vez no domingo, 18. 

Em seguida, uma nova ação digital chamada "Evolução", ganha as redes da companhia. As peças, uma cocriação entre Miagui e Y&R, mostram a passagem do Bahianinho tradicioanl para o adolescente CB.

Parte da esforço de lançamento ns redes, o antigo personagem está registrando em posts uma viagem que faz pelo Brasil. A tour mostra como o país mudou. Ele conclui que, assim como as Casas Bahia, ele "também quer crescer", percebendo que "quer influenciar as pessoas, falando sobre assuntos relevantes e levantando a bandeira da sustentabilidade.

"Para mostrar como o Bahianinho cresceu e se tornou o CB, criamos uma história em que o personagem antigo se depara com todas as mudanças que estão acontecendo com a marca e percebe que precisa evoluir para fazer parte dessa transformação", diz Cristian Santoro, ECD da Y&R agência responsável pela campanha.

"Além dos filmes, planejamos uma série de conteúdos em que vamos mostrar a jornada do CB pelo Brasil se encontrando com vários personagens que vão ajudá-lo na missão de se tornar um 'influencer' digital que conhece de perto o Brasil e o brasileiro", completa Santoro.

Novas missões

CB chega com um novo papel institucional, o de assumir o posto de porta-voz da marca. Com redesign assinado pelo estúdio Miagui, o personagem vai usar uma linguagem leve animada e expressiva, sempre iniciando seus vídeos  com uma apresentação em Libras, a fim de reforçar o comprometimento da marca com a inclusão.

"A nova fase da marca exige um porta-voz que personifique esses valores e essa personalidade. Isso vai permitir que ele se atue como mais um ponto de humanização no relacionamento com o cliente e em diferentes temas, como a tecnologia e a sustentabilidade", afirma Roberto Fulcherberguer, CEO da Via Varejo.

A sustentabilidade será o grande tema defendido pelo novo personagem, garante a empresa. "Ele vai ajudar a promover as diferentes iniciativas que a companhia realiza na área". Entre elas, o programa de reciclagem Reviva, que atua desde 2015 em parceria com cooperativas espalhadas pelo país. O mascote também dará visibilidade a questões como economia circular e o descarte correto do lixo eletrônico.

Dono de uma personalidade própria que conversa com o branding da empresa, CB fala sobre si e os temas de seu interesse. Como influenciador, ele também assume a missão de prestar assistência aos clientes e traduzir a linguagem digital para os mais velhos - uma mudança e tanto em relação ao Bahianinho que sequer falava.

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'Ei, moça!': Magalu divulga botão no app para denunciar violência contra mulher e viraliza


Índices de violência doméstica aumentaram consideravelmente na quarentena. Atenta ao cenário, o Magalu fez um post para avisar o público sobre a existência de uma ferramenta no aplicativo da loja para denunciar agressões.

Embora o botão não seja um recurso novo, a postagem publicada nesta terça, 26, no perfil da marca no Instagram está reverberando na web - em boa parte pela maneira que foi executada. Lu, personagem [mascote] da rede varejista, segura um cartaz e fala diretamente às mulheres vítimas de violência.

"Ei moça! Finja que vai fazer compra no APP Magalu. Lá tem um botão para denunciar a violência contra a mulher", diz o post.




A pandemia fez explodir os pedidos de ajuda realizados através do botão, disponível no aplicativo desde março de 2019. "O crescimento do número de denúncias foi de quase 400% em maio deste ano em relação ao mesmo período de 2019 e em relação a abril também", revelou Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho da rede varejista, em recente entrevista ao Estadão.

Para fazer a denúncia, a mulher deve abrir o aplicativo do Magalu, em seguida, ir na aba "Sua Conta" e clicar na opção "Denuncie violência contra mulher".



Não é a primeira vez que uma mensagem de Lu chama atenção nas redes. Em 2018, a mulher virtual reclamou do assédio nos comentários. "Tô chateada com algumas cantadas pesadas que ando recebendo", lamentou a personagem.



Na época, o desabafo contribuiu para gerar uma discussão sobre o tema:




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