Pixar lança seu primeiro curta com protagonista gay



"Basta olhar nos olhos deles e dizer., mãe, pai, sou...", ensaia Greg com seu doguinho como revelar que namora um outro cara, Manuel, quando é surpreendido pela companhia da porta.

Eram seus pais.



Assim começa o trailer de "Out", o primeiro curta da Pixar com um personagem abertamente gay como protagonista. A animação faz parte da iniciativa Sparkshorts que dá espaço para jovens talentos explorarem novas narrativas em formato curta-metragem e cuja temática contribua para ampliar a representatividade das produções do estúdio.



Escrita e dirigida por Steven Clay Hunter que já trabalhou em Procurando Dory e Toy Story 4. "Out" é a sétima animação da série SparkShorts. A primeira foi "Purl", da diretora Kristen Lester, sobre um novelo de lã que enfrenta a falta de diversidade de gênero na empresa. "Smash and Grab" traz dois robôs que decidem lutar por sua liberdade e "Kitbull", indicado ao Oscar de melhor curta de animação em 2020, conta a história de amizade entre um gato e um cachorro.



Segundo presidente da estúdio, Jim Morris, no lançamento do projeto no ano passado, "Esses filmes são diferentes de tudo o que já fizemos na Pixar, oferecendo uma oportunidade para liberar o potencial de artistas individuais e suas abordagens inventivas em menor escala do que a nossa tarifa normal", explica.



A Pixar chegou a introduzir um personagem LGBTQ+ no recente "Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica". Porém, a forma como ele foi mostrado na produção gerou críticas, especialmente por ter sido um papel muito pequeno.

Pega a sinopse oficial de "Out": "em um dia normal, a vida de Greg está cheia de família, amor e um cachorrinho endiabrado; mas, apesar disso, Greg tem um segredo. Entretanto, hoje é diferente. Com a ajuda de seu cãozinho precoce e um pouco de magia, Greg poderia aprender que não tem nada a esconder".



O curta de animação estreou no Disney+ no dia 22 de maio e tem recebido uma maioria de críticas positivas até agora. Por enquanto a plataforma de streaming do grupo Disney não está disponível no Brasil.

Assista ao trailer no início do post.

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A culpa é de quem?


"The world will not be destroyed by those who do evil, but by those who watch them without doing anything", em livre tradução, "O mundo não será destruído por quem faz o mal, mas por quem os assiste sem fazer nada".

Para mais frases instigantes e pensamentos inspiradores, clique aqui e aqui.

Lady Gaga derrota Bolsonaro com chá de cloroquina: animação faz sucesso na web


Sextou com o lançamento do novo álbum de Lady Gaga: Chromatica.



Mega aguardado pelos fãs, sexto disco de estúdio da cantora retoma as suas origens pop e vem regado de participações especiais, como BLACKPINK, Ariana Grande e Elton John.



Sucesso de público e de crítica, "Chromatica" é uma explosão pop com muita eurodance.



Pra entrar no clima, o Claraboia traz um curta de animação em que Lady Gaga surge como uma anti-heroína e que vem bombando na internet.

Atual fetiche de Bolsonaro, a cloroquina é o elemento-chave da história que mistura crítica política com cultura pop. Na trama, Gaga uso o medicamento cuja eficácia contra Covid-19 ainda não foi comprovada para acabar com a raça de Jair.

"Sempre gosto de fazer essa mistura, de brincar com isso. O start veio com o clipe da música 'Paparazzi', da Lady Gaga. Sempre acontece assim comigo, do nada. Aí eu quis fazer uma crítica a tudo que está rolando no nosso cenário político, que engloba fascismo, a mistura de Deus e armas, a cloroquina e as fake news", afirma o designer Gibran Gomes, autor da animação, a Folha de S. Paulo.


A ideia de incluir Gaga foi justamente o lançamento de "Chromatica" nesta sexta, 29. "Eu queria também puxar engajamento para o meu vídeo, por isso usar a Lady Gaga bem nessa semana", revela o designer de 31 anos. "E esse frasco que ela deixa no final com a cura para o coronavírus tem o símbolo da tribo dos cientistas do planeta dela. Então misturei tudo isso pra fazer um conceito, não queria algo aleatório”, completa.

De fato, o vídeo é cheio de easter eggs do universo pop e da política, como a caneca com a imagem de Trump.

[O parágrafo seguinte contém spoilers]

Na animação, Bolsonaro usa um tapa olho e lê um jornal ironicamente chamado "The Fake Times". Uma mulher entra e serve a Jair um chá de cloroquina. Enquanto ele agoniza envenenado, a mulher assume sua verdadeira identidade: Lady Gaga. Além disso, até a ex-secretária de Cultura Regina Duarte faz uma ~ponta na história.

Assista ao vídeo no player abaixo e em seguida confira algumas músicas do novo álbum da artista.



Tracklist bônus: lá no finalzinho da publicação rola todas as faixas no Spotify.











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Bom find ;)

Fenômeno na web, Sleeping Giants expõe empresas que anunciam em sites de fake news e irrita Governo


Com apenas dez dias, o Sleeping Giants Brasil vem provocando um terremoto nas redes. O movimento que busca retirar anúncios de sites de desinformação mobilizou mais de 30 marcas e ganhou 200 mil seguidores em menos de uma semana. Agora já são 317,4 mil seguidores, montante que ultrapassa o da conta pioneira, nos EUA.

O objetivo do movimento é mostrar que grandes companhias têm financiado, por meio de anúncios, sites de notícias falsas associados à extrema direita. "Muitas empresas não sabem que isso acontece, é hora de informá-las", diz a descrição do perfil no Twitter que pretende, assim, impedir que tais sites monetizem através da publicidade.

Alertadas, marcas como Dell, Boticário, Submarino e Telecine bloquearam os anúncios em sistema de mídia programática no Jornal da Cidade Online, reconhecido portal de propagação de fake news. O que gerou reações até mesmo do alto escalão do governo de Jair.

Como surgiu o Sleeping Giants?

O movimento nasceu em 2016 nos EUA com o propósito de "tornar o fanatismo e o sexismo menos lucrativos". Seu criador, o publicitário Matt Rivitz, manteve-se anônimo pela própria segurança e a de sua família até o site conservador The Daily Caller tornar seu nome público.

A lógica é simples: avisar grandes empresas que seus anúncios estão aparecendo em sites extremistas. Diante do alerta, a maioria decide bloquear a publicidade nestas plataformas. Sem monetização, os sites acabam desmantelados por asfixia financeira.



Sim, nós temos Sleeping Giants

Inspirado no modelo norte-americano, um estudante que pesquisa sobre o fenômeno das fake news decidiu criar uma conta em português. O perfil adaptado ao contexto brasileiro pretende "impedir que sites preconceituosos ou de fake news monetizem através da publicidade". Assim como Rivitz, ele mantém o anonimato por motivos de segurança.

O primeiro alvo do perfil BR foi o Jornal da Cidade Online. Um dos maiores propagadores de notícias falsas no país, o JCO já foi acusado de práticas como produzir colunistas falsos com fotos modificadas para atacar políticos e juízes.



Procurando abrir um diálogo, as mensagens para as empresas são amigáveis e diretas.

Entre as marcas que já foram alertadas estão Telecine, Dell, Banco do Brasil, McDonald's, Samsung, TIM, Fast Shop, Caixa, Philips, Claro, Mercado Livre, Loft, Folha de SP, PicPay, Domestika, Zoom, Submarino, Americanas, e até o Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso do Sul.

O TCE-MS que mantinha um banner fixo no site determinou a retirada da publicidade.



O Telecine foi o primeiro anunciante no Brasil a apoiar publicamente a iniciativa e bloquear a publicidade no JCO.







Como anúncios de grandes empresas vão parar em sites extremistas?

A mídia programática, foco de atuação do Sleeping Giants, funciona de forma automática. Anunciantes compram espaços publicitários com base em dados de usuários por meio de plataformas como Google e Facebook. Parte dos anúncios são distribuídos com base em dados de usuários escolhidos pelos anunciantes e outra parte vai parar em sites de grande movimento escolhidos de forma automática pelo sistema das plataformas.

Tal dinâmica garante às empresas que seus anúncios serão visualizados por um grande público, em contrapartida, o site no qual a publicidade está hospedada ganha de acordo com número de visualizações e cliques nos anúncios. Embora haja filtros de controle para as companhias poderem escolher onde seus anúncios automáticos vão parar, nem sempre eles são ativados.

Sleeping Giants Brasil incomoda muita gente

Os efeitos provocados pelo movimento está gerando irritação no Governo de Jair e entre membros da extrema-direita.

O estopim foi a resposta do Banco do Brasil ao aviso do perfil. O banco foi uma das primeiras marcas a serem alertadas sobre a presença de seus banners publicitários no Jornal da Cidade Online.



Um dia depois, o BB informou a suspensão dos anúncios no site. "Repudiamos qualquer disseminação de fake news, disse.



Poucas horas após a resposta do Banco do Brasil, o vereador Carlos Bolsonaro [Republicanos-RJ] foi o primeiro a reagir publicamente. O filho do presidente reclamou da decisão do BB de vetar anúncios no JCO. Para Carluxo, a empresa agora "pisoteia em mídia alternativa que traz verdades omitidas".



Em seguida, o secretário de Comunicação do Planalto, Fábio Wajngarten afirmou que reverteria a situação a favor dos "veículos independentes". Após os protestos, o setor de marketing do banco, gerido pelo filho do vice-presidente Hamilton Mourão, voltou atrás e retirou a restrição de publicidade no JCO.

Nesta quarta, 27, o Tribunal de Contas da União retirou novamente os anúncios no portal. O TCU determinou que o Banco do Brasil suspenda parte de suas campanhas digitais em sites, blogs e redes sociais, atendendo a um pedido do Ministério Público de Contas para abertura de investigação sobre suposta interferência na entidade por parte de Wajngarten e de Carlos Bolsonaro.



Filho 03 de Jair, o deputado federal Eduardo Bolsonaro [sem partido-SP] também se incomodou com a atuação do Sleeping Giants Brasil a quem chamou de "a mais nova estratégia da esquerda para destruir blogs de cunho conservador" em vídeo publicado em seu canal no YouTube. Segundo o filho 02 de Jair, o movimento se trata de "milícia virtual" e "uma patrulha ideológica pré-ordenada", ele pediu ao empresariado que "não se curve ao politicamente correto” e aproveitou para divulgar dois perfis criados no Twitter com objetivo de contrapor o Sleeping Giants - um deles já saiu do ar por descumprir as regras da plataforma.

O contra-ataque bolsonarista

Contra a campanha iniciada pelo Sleeping Giants BR, Bolsonaristas defendem o boicote às empresas que vetaram os anúncios no JCO.

A hashtag #NaoCompreDell chegou a figurar entre os temas mais comentados do Twitter após a fabricante de computadores bloquear o site. Além da suspeita de ter sido inflada por robôs, a repercussão contra Dell virou motivo de deboche:



A deputada Carla Zambelli [PSL-SP] também se manifestou. Uma das mais ferrenhas apoiadoras de Jair, Zambelli criticou a Dell por ceder à "pressão de um perfil anônimo de esquerda", atitude que qualificou como "gesto de desprezo pela maioria conservadora da população brasileira". Zambelli é alvo da Polícia Federal em inquérito do STF que apura propagação de fake news.

O Jornal da Cidade Online, por sua vez, publicou um editorial se dizendo vítima de censura. O portal divulgou ainda notícia onde diz que os anunciantes que bloquearam publicidade no site estão perdendo clientes "de maneira avassaladora". Curiosamente, a matéria se baseia em mensagens de usuários do Twitter, sem nenhuma comprovação estatística - mais uma fake news para a conta.

Sleeping Giants BR ganha apoio de influenciadores e impressiona criadores do movimento

Na contramão da reação bolsonarista, a versão brasileira tem sido celebrada por personalidades como a atriz Patrícia Pillar e o influenciador Felipe Neto.



Os fundadores do Sleeping Giants festejam o sucesso meteórico do perfil BR que em cinco dias já  batia 200 mil seguidores, perto de alcançar os números do original em inglês. "O perfil gerou um movimento massivo em todo o Brasil, sendo comentado por todos, desde o maior youtuber do país até os filhos de seu presidente, teve grandes anunciantes que deixaram de apoiar um site que espalha desinformação e, em breve, será muito maior do que a nossa humilde e pequena conta", publicaram. O perfil norte-americano foi criado em 2016 e tem 270.000 seguidores.



O Brasil, como eu posso explicar o Brasil

A atuação do perfil brasileiro já rendeu situações curiosas. A Nubank, por exemplo, ao ser avisada sobre um anúncio, verificou que ele não integrava suas campanhas oficiais, mas se tratava na verdade de um golpe realizado por terceiros para atrair usuários com promessas falsas na aprovação de cartão de crédito.

Algumas empresas, como a Mercedes-Benz, mesmo avisadas, se recusaram a bloquear seus anúncios no portal de fake news.



Importante dizer que, ao contrário do que afirma a fabricante de veículos, as empresas têm sim como controlar em que sites seus anúncios aparecerão.

Um perfil chamado Gigantes Não Dormem, que se descreve como "Movimento Conservador Anti Boicote", plagiando o Sleeping Giants às avessas, tem abordado marcas para pedir que elas bloqueiem seus anúncios automáticos em páginas consideradas de esquerda.


O perfil já soma 23,8 mil seguidores, quantos deles devem ser robos?



Como se vê, o trabalho do Sleeping Giants Brasil está apenas começando. Segundo o administrador, há mais de 100 páginas e canais monitorados por causa de fake news que se mantêm por meio de receitas com mídias programáticas.

A estratégia do perfil, entretanto, é focar na exposição de um veículo por vez até que ele seja desmonetizado totalmente.



Vida longa ao Sleeping Giants Brasil.

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'Ei, moça!': Magalu divulga botão no app para denunciar violência contra mulher e viraliza


Índices de violência doméstica aumentaram consideravelmente na quarentena. Atenta ao cenário, o Magalu fez um post para avisar o público sobre a existência de uma ferramenta no aplicativo da loja para denunciar agressões.

Embora o botão não seja um recurso novo, a postagem publicada nesta terça, 26, no perfil da marca no Instagram está reverberando na web - em boa parte pela maneira que foi executada. Lu, personagem [mascote] da rede varejista, segura um cartaz e fala diretamente às mulheres vítimas de violência.

"Ei moça! Finja que vai fazer compra no APP Magalu. Lá tem um botão para denunciar a violência contra a mulher", diz o post.




A pandemia fez explodir os pedidos de ajuda realizados através do botão, disponível no aplicativo desde março de 2019. "O crescimento do número de denúncias foi de quase 400% em maio deste ano em relação ao mesmo período de 2019 e em relação a abril também", revelou Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho da rede varejista, em recente entrevista ao Estadão.

Para fazer a denúncia, a mulher deve abrir o aplicativo do Magalu, em seguida, ir na aba "Sua Conta" e clicar na opção "Denuncie violência contra mulher".



Não é a primeira vez que uma mensagem de Lu chama atenção nas redes. Em 2018, a mulher virtual reclamou do assédio nos comentários. "Tô chateada com algumas cantadas pesadas que ando recebendo", lamentou a personagem.



Na época, o desabafo contribuiu para gerar uma discussão sobre o tema:




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Campeã do BBB, Thelma entra para o time de influenciadoras da L'Oréal e faz campanha pelo isolamento social para Prefs de São Paulo


Morrendo de vontade de saber da Thelminha, né minha filha?

A vencedora do BBB20 é a mais nova influenciadora da L'Oréal Paris. Exemplo de resiliência e superação, a médica anestesiologista tornou-se referência em beleza e comportamento para muitas mulheres no Brasil, segundo a marca.

"O objetivo de L’Oréal Paris é democratizar a beleza com as nossas linhas que trazem tecnologia, produtos de alta performance e acessíveis ao maior número de consumidoras possíveis, além de expertise profissional para todas as idades. Estamos muito felizes com a chegada da Thelma ao nosso time de influenciadoras porque ela vem para somar, representando muito bem a mulher brasileira", afirma Laura Parkinson, diretora da marca.

A médica e influenciadora entra para um seleto grupo de estrelas porta-vozes de L'Oreal Paris, ao lado de nomes como Grazi Massafera. Assim como as outras, Thelma Assis vai estrelar diversas ações e iniciativas digitais da marca.

"Eu vivo para lutar contra a desigualdade e quero puxar mais gente junto comigo. Aceitar o convite de L’Oréal Paris me mostrou uma possibilidade de alcançar esse objetivo, pois é uma marca que eu acredito, confio e que respeita a beleza da diversidade feminina. Sempre amei as campanhas inspiradoras criadas para a mulher brasileira, incluindo a embaixadora da marca, Taís Araújo, que eu admiro e tenho tanto em comum, e agora estou encantada em conhecer a tecnologia que vai além do produto. É um sonho!", conta Thelma.

Thelma faz campanha pelo isolamento social: "Fique em casa"

Além de se tornar porta-voz de L'Oreal Paris, Thelminha recentemente emprestou sua imagem e influência a uma campanha de combate à Covid-19 da Prefeitura de São Paulo.

No vídeo gravado logo após deixar a casa do BBB, Thelma reforça a importância da quarentena:



A agência Mynd, que tem Preta Gil como sócia, é a responsável pela gestão de imagem e planejamento estratégico de Thelma.



Confira algumas reações à campanha:



















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