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Adeus ano velho! Vai saindo de fininho



2018? Tem, mas acabou.

Se pra você o ano foi marcado por bads e tretas está na hora de virar a página, sacudir a poeira, seguir em frente e dar a volta por cima.


Depois de 2018, o que vier tá tranquilo, tá favorável.


Já para aqueles que 2018 deixará saudades, quem aproveitou, aproveitou.




É hora de partir, dizer adeus, sair de fininho - tipo o doguinho do vídeo acima.

Que venha 2019!

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Volta ao mundo em 80 drinks

Vem 6ª feiraaa! Dia de tomar uns bons drinks, como diria Luisa Marilac [meme de 2011, wow!]. Para inspirar, trouxe o infográfico aí de baixo. Partiu volta ao mundo hehe

Um brinde! 2, 3, 4...

[Clique na imagem para ampliar]

O Bug do Facebook

Deu ruim no Face ontem. O fail deixou meio mundo roendo unhas e rendeu ótimas tiradas para as marcas mais antenadas com o que rola nas redes sociais. Confere aí:


Red Bull
O energético aproveitou o apagão pra oferecer uma forcinha ao Face. A tuitada foi do perfil italiano, mas o brasileiro retuitou.


Durex
Que tal aproveitar o tempo em que o Facebook tá fora do ar pra fazer sexo? Sugestão safadeeenha do perfil italiano da marca de camisinhas.


Waterstones
Vale até reciclar piadinha velha, a iniciativa foi da tradicional livraria britânica pra sugerir que seus clientes leiam um livro.


Jupiler
A cerveja belga atualizou seu status mesmo com a rede fora do ar, pelo Twitter: "Com Sede"

A diferença é a marca | Nizan Guanaes


Leitura obrigatória pra quem curte, trabalha ou quer trabalhar com Branding e Publicidade. Artigo do mestre Nizan publicado no caderno Mercado da Folha de hoje. Divirta-se:

A diferença entre um tablet fabricado na China e o mesmo tablet igualzinho, só que com a marca Apple, é a marca da Apple.

A marca não é só um logo estampado num produto, mas um conjunto de valores e atributos tangíveis e intangíveis que essa marca carrega e aquele logo anuncia. A construção de uma marca é uma obra empresarial suada, que leva tempo, feita com disciplina e profissionalismo.

A marca não é, como muitos pensam, fruto só de publicidade. Ela é uma verdade, um sonho ou uma fantasia. A única coisa que ela não pode ser é uma mentira. É uma verdade mesmo que essa verdade seja a fantasia da Disney.

Uma marca também é definida por coisas que não é. Louis Vuitton, por exemplo, não é barato. A marca se gaba de nos últimos anos não ter feito liquidação. Por isso, quem a usa carrega não só uma bolsa, mas uma bolsa cara, que leva toda a história da casa Vuitton.

As marcas não vendem só luxo, exclusividade ou frescura. Quem compra na Zara, por exemplo, ostenta inteligência: "Sou mais inteligente porque me visto bem na Zara, comprando o que está na moda sem pagar o preço alto da moda". Para isso, a Zara é um prodígio de seguir a moda sem copiar seus custos, abrindo lojas bem na frente das marcas de luxo.

As marcas, assim como os grandes jornais que amamos, têm que ter conselho editorial e editor-chefe. Steve Jobs foi o maior editor-chefe empresarial dos últimos tempos. Construiu a marca Apple pelas coisas que fez e não fez, como não dar ouvidos ao consumidor, impondo sua própria vontade.

Num mundo onde virou moda certos clientes maltratarem suas agências de propaganda (refluxo da arrogância das agências nas décadas de 70 e 80), Jobs colocou a agência TBWA dentro, fisicamente, do prédio da Apple e construiu junto com ela alguns dos melhores momentos da publicidade, a ponto de em alguns comerciais ele mesmo fazer textos e até locução.

Jobs soube também explorar com maestria as relações públicas. Todos temos no imaginário o Steve Jobs de jeans e gola rolê apresentando a um auditório lotado e em frenesi o próximo lançamento.

Ele fez da coletiva um instrumento midiático moderno, global e excitante. E usou o design para tornar um aparelho único porque o design o fazia parecer único mesmo quando não era tão único assim.

O silêncio, a discrição e quase nenhuma publicidade podem também construir uma marca.

A família Safra é um exemplo. Discretos, construíram uma marca e várias casas bancárias com uma ferramenta de marketing poderosa, o "no marketing".

O "no marketing" não é só ser discreto e "low profile". É também ter fama de discreto e "low profile". Construir a cultura do "no marketing" é repeti-la com exaustão dentro da organização e fazer com que todos a conheçam e se comportem assim.

Indo de um polo a outro, marcas como Redbull foram inventadas com todo o barulho e ferramentas de marketing, de forma tão revolucionária quanto o silêncio dos Safra.

Adotando os esportes radicais, o gênio de seus criadores fez de uma bebida de gosto estranho marca de aceitação global. Redbull é a energia do novo novo. Com o patrocínio dos esportes de alto risco e alta energia, tornou-se sinônimo mundial de energia, uma ação de "branding" maciça que consumiu, pasmem, 35% do seu faturamento.

Apple, Safra e Redbull são "brandings" diferentes, unidos pelo alinhamento total entre a marca e a cultura da organização empresarial. Como Ralph Lauren, cuja vida se confunde com a marca e a empresa que levam seu nome. Criou valores, processos e crenças, conhecidos por todos, que terão de ser respeitados mesmo quando ele não estiver aqui para lembrá-los.

O mundo da moda é o mais dinâmico usuário dos instrumentos de marketing. Como fica velha todo ano, a moda tem que se tornar anualmente jovem e renovada. As diferenças podem vir nas embalagens, no produto, na publicidade, no preço ou na tecnologia e na inovação.

Num mundo lotado de marcas e ferozmente competitivo, ninguém sobrevive ou constrói marca se não tiver uma diferença clara e se a organização não estiver alinhada, consciente e doutrinada a trabalhar para não esquecer nem deixar o consumidor esquecer aquela diferença.

Zeitgeist | Os termos mais buscados do Google em 2012

Zeit... o quê? Você pode não saber o que é, mas com certeza ajudou a criá-lo. A palavra esquisita aí do título dá nome ao relatório que o todo poderoso da internet produz a cada ano com os termos mais pesquisados.


Não se assuste com a esquisitice. Nem de longe dá conta das impressões que o vídeo de apresentação irá lhe causar. O clima grandioso, quase épico, embalado por trilha inspiradora tem por base um conceito poderoso - Pelo o que você procura? Pela liberdade, pela cura, pela inspiração... Ache no Google.

Enfim, veja o que se destacou após impressionantes 1,2 trilhões de googadas a seguir:



Na página do Zeitgeist 2012, você ainda pode realizar buscas a partir de países ou temas e ainda pesquisas temáticas, como quais foram as principais tags. Divirta-se.


Nessa história, quem se deu bem foi a Red Bull, a ação patrocinada pela marca em que um maluco corajoso salta de para-quedas do espaço e ultrapassa a barreira do som [veja aqui] serviu de imagem para ilustrar o relatório.

Salto do espaço para a história | Red Bull

Se pensa que o espaço fascina somente os pequenos [veja o post anterior], está redondamente enganado. Há pouco tempo, a Red Bull patrocinou o primeiro salto de para-quedas da estratosfera, numa ação de marca de perder o ar, literalmente, hehe.


Durante a realização da façanha, o austríaco Felix Baumgartner fez história e ultrapassou a velocidade do som 1.342km/h, diante os olhos de todo o planeta, que acompanhava ao vivo, por streaming.



Tudo poderia dar errado, mas com planejamento e um pouco de sorte ocorreu tudo bem. Amplamente divulgada, Red Bull Stratos contribuiu para reforçar o posicionamento e os valores da marca: relacionados a esportes radicais, aventura, superação, criatividade, energia...

Um brinde a sexta-feira: canivete ostentação para o preparo de drinks

6ª feira, sua linda, venha que eu quero lhe usar! Ó só esse canivete pra preparar incríveis drinks.


No estilo Magaiver, o Bar10der é uma ferramenta dez em um. Descasca, mistura, espreme, corta, coa... pula num pé só, busca a bolinha e ainda finge de morto.

Ele é superútil.


O design mega prático, tipo canivete, permite levar o Bar10der pros esquentas da vida. Daí, é só você sacar do bolso e impressionar os amigos.

Para mais fotos e funções, clique aqui.


Retificando o título do post: Váaarios brindes à sexta-feira hehe

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Todos podem gostar da mesma coisa

Novo filme da BBDO argentina para a H2Oh! Iradooo.

Aperte o play e entenda porque a criação publicitária de nossos hermanos ultrapassou a nossa no cenário mundial. Diferentemente daqui, lá não há falsa sensação de liberdade criativa nem a moral [?] de uma sociedade que se desnuda no carnaval para depois cobrar compostura. 

Se a animação da Red Bull com Jesus Cristo teve mais de cem queixas no Conar, imagine o que aconteceria a esse aqui.




Só Jesus salva: comercial da Red Bull em que Cristo caminha sob as águas será julgado pelo CONAR



Após receber cerca de 160 denúncias de consumidores que se sentiram desrespeitados, o comercial da Red Bull em que Jesus caminha sobre as águas será julgado pelo CONAR. Segundo a instituição, o comercial pode continuar sendo veiculado até o julgamento, pois não houve pedido de medida liminar.

Pelo andar da carruagem, somente o Filho de Deus salva a criação publicitária brasileira de cidadãos de mente limitada.

Em tempo, o filme foi criado pela agência austríaca Kastner & Partners e a adaptação no Brasil, coube a Loducca. Eu curti.

Pegue seu Red Bull e brindemos ao Estado Laico.

Confira o comercial no player acima.

[Atualização 7.8.2018]

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