Antigos telefones de disco foram ressignificados pelo artista francês Jean Luc Cornec. A tecnologia obsoleta virou arte na forma de esculturas, curiosamente, chamadas "Phone Sheep" [Telefone de Ovelhas] ― um trocadilho com a expressão "phone chip" [chip de telefone].
Cabeças e patas dos animais são feitas dos velhos aparelhos e ganchos e a lã é feita dos fios telefônicos.
Em exposição no Museu da Comunicação de Frankfurt, na Alemanha, as peças chamam atenção pela originalidade e pelo uso de um objeto que para os mais novos é totalmente desconhecido.
As coisas andaram [in]tensas na madrugada de sexta, além da treta da mulher quebrando a obra do Romero Britto na cara dele, a web se tremeu toda com a notícia de que a boneca Annabelle havia desaparecido do Museu Oculto dos Warren onde fica em exibição.
O local, em Connecticut, nos EUA, pertencia a Ed e Lorraine Warren, investigadores de fenômenos paranormais que inspiraram a franquia "Invocação do Mal". Ambos já morreram.
Os rumores provavelmente surgiram após uma ação publicitária da própria Warner , produtora responsável pela franquia.
Com a intenção de esquentar esse período sem novos lançamentos cinematográficos, o video divulgado na última semana brinca como seria a "quarentena" da boneca.
Assista:
O pessoal do AdoroCinema fez um vídeo explicando o caso da fujona:
Então, é isso, gente como a gente, a assombração não está nada bem com o "novo normal":
Terror doméstico: todos nós parecemos um pouco com Anabelle na quarentena https://t.co/k7wxmSAAbn
Old que a Anabelle fugio do museu para cobrar o dinheiro q a outra ganhou se passando ela nos filmes
Ela corre atrás dos direitos delah pic.twitter.com/3vw709kh4w
Que tal subir nos ombros do Cristo Redentor, voar de asa delta com o Pão de Açúcar ao fundo ou ser atacado por tubarões num pequeno bote? Surreal, não? Isso e muito mais, tudo de mentirinha, mas devidamente registrado em fotos que vão bombar no seu Instagram.
Os cenários realistas do Museu de Ilusões, que chega pela primeira vez ao Rio, levam o público por uma série de aventuras na mais absoluta segurança. A ideia é interagir com os painéis em 3D e garantir aquela fotinho que vai fazer sucesso nas redes. Basta soltar a imaginação, acessar a câmera do seu celular, escolher o ângulo.que proporciona a melhor ilusão de ótica e click! Daí é só compartilhar as fotos e esperar pela chuva de likes.
Ao todo são 40 cenários pintados à mão por artistas plásticos nacionais e internacionais. Antes de chegar ao Rio e alocar-se num espaço de 300 m² ao lado do Bondinho do Pão de Açúcar, na Urca, o Museu de Ilusões conquistou o público na Europa, Ásia e Estados Unidos.
Na edição carioca, há cenários para todos os gostos. Alguns exaltam a cultura carioca e latina, como os famosos azulejos da Escadaria Selarón, na Lapa, outros painéis são de pura fantasia, como pilotar uma moto em meio a explosões. Enquanto se divertem, visitantes de todas as idades podem tirar fotos com o próprio celular ou com a ajuda de funcionários do Museu.
O público do Rio está recebendo o museu de braços abertos. "Quando abrimos o museu em outras cidades, que geralmente são as mais turísticas, 60% dos frequentadores são turistas. Porém, aqui no Rio, mais de 70% são moradores locais e isso é algo que nos impressionou muito. Ficamos admirados com a recepção", conta a diretora geral de todos os Museu de Ilusões pelo mundo, Diana Kostina.
Diana, que é russa, revelou outra peculariedade do público carioca. "As pessoas aqui fazem muito mais interações e expressões emocionais quando estão fotografando. Elas se jogam e brincam muito mais umas com as outras do que nos Estados Unidos e na Europa. Já tem gente perguntando se tem mais objetos, como bolas [um dos painéis 3D simula o Maracanã lotado], para que possam interagir mais com os quadros. Vamos trabalhar nisso".
Brasileiros são assim mesmo, Diana, expressivos, espontâneos e adoram uma rede social. Vocês estão no lugar certo, o público carioca agradece.
Serviço: Museu de Ilusões - Rio Illusions
Av. Pasteur, 520, Urca, Rio de Janeiro
Todos os dias, inclusive feriados, das 9h às 21h
Entrada R$ 66 inteira e R$ 33 meia
Contato: contact@rioillusions.com.br
O oitavo vídeo do canal É Cena traz a atriz Fernanda Brandão no papel de uma repórter que informa sobre a proibição da banana, fruta de formato fálico e caráter duvidoso.
Com direção de Rafael Procópio e texto de Marília Grampa, o vídeo é uma sátira à onda de moralismo que assola o Brasil. Movimento que nos últimos tempos ganhou força com o cancelamento da Queermuseu e o polêmico nu artístico do museu, que muita gente está confundindo com pedofilia.
Como se vê, cada um pode achar o "homem nu no museu" errado, de mal gosto etc, também pode decidir levar ou não seus filhos, mas não cabe condenar a arte, seja por pedofilia ou por desrespeito às crenças e religiões.
Se está claro que não houve descumprimento às leis e que nu artístico para crianças é uma questão de opinião, por que a polêmica foi levantada, então?
A pergunta correta é quem está ganhando com isso?
"O MBL - Movimento Brasil Livre tem repercutido intensamente pautas morais nos últimos tempos, como a exposição queer de Porto Alegre e outra exposição no MAM, em São Paulo", diz o Justificando.
O portal jurídico divulgou um vídeo em que a pesquisadora, cientista política e professora na Universidade Federal de São Paulo, Esther Solano, manda o papo reto: trata-se de uma tática pensada para desvio de foco e rebaixamento da qualidade do debate com vistas às eleições 2018.
O projeto da Universidade Federal Fluminense é mais sério do que parece: quer catalogar e eternizar o humor virtual – e você está convidado para colaborar.
Tá saindo da jaula o maior museu que você respeita. A Universidade Federal Fluminense acaba de lançar o projeto acadêmico mais diferentão de 2017 (e quiçá da história recente): o Museu de Memes. O acervo virtual lista clássicos instantâneos como John Travolta em Pulp Fiction, o forninho de Geovanna (sim, o nome dela é com “e”) e até o esquecido Harlem Shake.
Parece piada, mas não é. Há um artigo sobre cada um dos memes que já estão na base de dados. Gráficos com a curva de popularidade de cada viral são acompanhados de uma lista de aplicações e exemplos notáveis, curiosidades sobre as personagens envolvidas e até menções a órgãos públicos que tentaram entrar na brincadeira – e pagaram de tiozão. Já acabou, Jéssica, ou você quer mais?
Além da lista em si, há entrevistas com administradores de páginas famosas e artigos em que se discute a viabilidade, o objetivo e a legitimidade de tocar o projeto. Em uma análise sobre a eficácia de protestos virtuais como os vomitaços, pesquisadores discutem a internet como espaço público, e questionam se manifestações de corpo presente são mesmo mais eficientes que um belo flood nos comentários. Em um papo com o Dinofauvo Fanho, você descobre muito sobre a fauna dinofáurica da web. E há até um texto que responde a primeira pergunta que vem à cabeça de todo mundo: para que serve, afinal, uma coleção dessas?
O acervo, como a Wikipedia, é colaborativo e aceita “doações”, então é só escolher seu meme favorito e testar suas habilidade de enciclopedista do humor no século 21 – a grávida de Taubaté ainda não tinha um artigo até a publicação desta nota, quem se habilita? Por trás do humor há bastante jargão acadêmico, e constatações sábias sobre a amnésia coletiva contemporânea e o meme como uma piada que depende de seu contexto – e não pode ser entendida fora dele. Só tome cuidado: o site é magnético, armadilha para procrastinadores natos.
Ontem foi Dia Mundial de Star Wars. Por conta disso, trouxe a puta homenagem que Travis Durden criou para as criaturas de uma galáxia muito, muito distante.
O cara foi ao Louvre e tirou fotos de esculturas gregas. Depois trabalhou as imagens em 3D, criando um mega moder fucker mashup dos personagens com a cultura helênica.
Se liga nos detalhes como volume, luz... o Yodda de asinhas de anjo ficou irado.