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12 de dezembro de 2023 at 08:30 Tags: { Exposições, Netflix, São Paulo, Série }
'A última foto': vídeo comovente e impactante sobre tema considerado tabu
8 de agosto de 2022 at 08:30 Tags: { Campanha, DDB, Exposições, Filmes, Fotos, Instalação, Outdoor, Utilidade pública }
A gente se acostumou a acreditar em imagens. "Manda uma foto de agora" ou "Qual é a sua última foto?", quem nunca viu uma mensagem como essa na intenção de saber como uma pessoa está?
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Descubra o 'Capítulo Esquecido' do Kama Sutra. Durex dribla restrições e aborda sexo anal em campanha
11 de setembro de 2020 at 21:30 Tags: { Durex, Exposições, Ilustração, Lubrificante, Outdoor, Publicidade, Sexo }
Falar de sexo anal em uma campanha não é missão exatamente fácil, a prática sexual é considerada tabu em muitos lugares.
Ao abordar o tema para promover seu gel lubrificante, a Durex Inglaterra malandramente contornou as restrições de publicidade. No país europeu, muitos proprietários de grande mídia proíbem qualquer alusão ao sexo anal nas campanhas.
Capítulo Esquecido do Kama Sutra
Pra começar, a marca de preservativos e lubrificante íntimo colaborou com a especialista francesa em sexo Maïa Mazaurette para criar "O Capítulo Esquecido" do Kama Sutra - uma espécie de adendo ao antigo texto sânscrito indiano que, embora seja considerado um dos guias mais abrangentes sobre xexo, seus 36 capítulos possuem poucas referências positivas ao sexo anal.
O "novo capítulo" atualiza o Kama Sutra com cinco posições em que casais podem explorar o sexo anal, como "A cowgirl destemida" e "Montar o tigre", ricamente ilustradas pela artista Shreya Gulati.
As ilustrações integram a exposição "Le Chapitre Oublié" du Kama Sutra que rolou de 28 a 30 de agosto, em Paris.
Confira as outras artes da ilustradora Shreya Gulati lá no finalzinho do post.
O tênue limite entre o sugerido e o dito
Além de atualizar o Kama Sutra e da exposição, a Durex espalhou outdoors que trazem o slogan "É 2020 e ainda não podemos falar sobre sexo normal aqui", ao lado de uma imagem que incentiva as pessoas a visitarem o hub online da marca, que inclui recurso educacionais e dicas sobre sexo anal.
As peças evitam menções explícitas à polêmica modalidade sexual. O texto troca o termo "anal" por "normal" o que de quebra reforça a mensagem: "ok explorar o Lado B". Também não há referência gráfica alguma à prática, repare na imagem abaixo.
Criação da Havas London.
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Museu de Ilusões chega ao Rio com espaços instagramáveis. Cenários realistas em 3D para tirar fotos fazem sucesso
29 de janeiro de 2020 at 08:30 Tags: { 3D, Exposições, Fotos, Ilusão de Ótica, Instagram, Museu, Rio de Janeiro, Turismo }
Que tal subir nos ombros do Cristo Redentor, voar de asa delta com o Pão de Açúcar ao fundo ou ser atacado por tubarões num pequeno bote? Surreal, não? Isso e muito mais, tudo de mentirinha, mas devidamente registrado em fotos que vão bombar no seu Instagram.
Os cenários realistas do Museu de Ilusões, que chega pela primeira vez ao Rio, levam o público por uma série de aventuras na mais absoluta segurança. A ideia é interagir com os painéis em 3D e garantir aquela fotinho que vai fazer sucesso nas redes. Basta soltar a imaginação, acessar a câmera do seu celular, escolher o ângulo.que proporciona a melhor ilusão de ótica e click! Daí é só compartilhar as fotos e esperar pela chuva de likes.
Ao todo são 40 cenários pintados à mão por artistas plásticos nacionais e internacionais. Antes de chegar ao Rio e alocar-se num espaço de 300 m² ao lado do Bondinho do Pão de Açúcar, na Urca, o Museu de Ilusões conquistou o público na Europa, Ásia e Estados Unidos.
Na edição carioca, há cenários para todos os gostos. Alguns exaltam a cultura carioca e latina, como os famosos azulejos da Escadaria Selarón, na Lapa, outros painéis são de pura fantasia, como pilotar uma moto em meio a explosões. Enquanto se divertem, visitantes de todas as idades podem tirar fotos com o próprio celular ou com a ajuda de funcionários do Museu.
O público do Rio está recebendo o museu de braços abertos. "Quando abrimos o museu em outras cidades, que geralmente são as mais turísticas, 60% dos frequentadores são turistas. Porém, aqui no Rio, mais de 70% são moradores locais e isso é algo que nos impressionou muito. Ficamos admirados com a recepção", conta a diretora geral de todos os Museu de Ilusões pelo mundo, Diana Kostina.
Diana, que é russa, revelou outra peculariedade do público carioca. "As pessoas aqui fazem muito mais interações e expressões emocionais quando estão fotografando. Elas se jogam e brincam muito mais umas com as outras do que nos Estados Unidos e na Europa. Já tem gente perguntando se tem mais objetos, como bolas [um dos painéis 3D simula o Maracanã lotado], para que possam interagir mais com os quadros. Vamos trabalhar nisso".
Brasileiros são assim mesmo, Diana, expressivos, espontâneos e adoram uma rede social. Vocês estão no lugar certo, o público carioca agradece.
Serviço:
Museu de Ilusões - Rio Illusions
Av. Pasteur, 520, Urca, Rio de Janeiro
Todos os dias, inclusive feriados, das 9h às 21h
Entrada R$ 66 inteira e R$ 33 meia
Contato: contact@rioillusions.com.br
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17 de outubro de 2017 at 18:24 Tags: { Arte, Brasil, Exposições, Hortifruti, Humor, Manda Nudes, Museu, Política, Treta, Vídeo, Viral }
Sobrou para a musa paradisíaca [não só pra ela].
O oitavo vídeo do canal É Cena traz a atriz Fernanda Brandão no papel de uma repórter que informa sobre a proibição da banana, fruta de formato fálico e caráter duvidoso.
Com direção de Rafael Procópio e texto de Marília Grampa, o vídeo é uma sátira à onda de moralismo que assola o Brasil. Movimento que nos últimos tempos ganhou força com o cancelamento da Queermuseu e o polêmico nu artístico do museu, que muita gente está confundindo com pedofilia.
Sim, a arte está na berlinda.
"Ah, mas isso não é arte. É disfarce para erotização de crianças. Ninguém quer proibir nada, apenas cumprir as leis vigentes no país".
Afinal, será que ocorreu algum crime no episódio em que uma mãe leva a filha pra assistir a uma performance artística com nudez?
Vejamos o que o Estatuto da Criança e Adolescência tem a dizer:
Como se vê, cada um pode achar o "homem nu no museu" errado, de mal gosto etc, também pode decidir levar ou não seus filhos, mas não cabe condenar a arte, seja por pedofilia ou por desrespeito às crenças e religiões.
Se está claro que não houve descumprimento às leis e que nu artístico para crianças é uma questão de opinião, por que a polêmica foi levantada, então?
A pergunta correta é quem está ganhando com isso?
"O MBL - Movimento Brasil Livre tem repercutido intensamente pautas morais nos últimos tempos, como a exposição queer de Porto Alegre e outra exposição no MAM, em São Paulo", diz o Justificando.
O portal jurídico divulgou um vídeo em que a pesquisadora, cientista política e professora na Universidade Federal de São Paulo, Esther Solano, manda o papo reto: trata-se de uma tática pensada para desvio de foco e rebaixamento da qualidade do debate com vistas às eleições 2018.
No Facebook, o vídeo atingiu mais de 8 mil reações, entre curtidas, amei e uau, e mais de 13 mil compartilhamentos.
Confira:
Pra quem ainda não entendeu a cortina de fumaça pra desviar a atenção dos BRs para longe dos desmandos do [des]governo Temer, fizeram um meme:
Tirar direitos dos brasileiros e provocar treta botando a culpa nos artistas, isso sim, é safadeza.
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11 de setembro de 2017 at 15:52 Tags: { Arte, Banco, Exposições, Fail, LGBTQ+, Redes socias }
O episódio do fechamento da exposiçao "Queermuseu", em Porto Alegre, na semana passada, mostra mais do que simples intolerância. Salta aos olhos, no caso, a juniorizaçao das instâncias de decisao institucional e mercadológica do patrocinador – Banco Santander – e que parece ser geral nas empresas brasileiras.
Qualquer cidadao minimamente informado preveria que a mostra nao escaparia de protestos de setores conservadores. O Santander, sua diretoria e seu departamento de marketing certamente tinham isso em conta. Se lançaram a exposiçao, é porque calcularam o eventual risco.
No entanto, à menor grita dos articulados adolescentes conservadores do MBL, a instituiçao tremeu – e desistiu de uma decisao estratégica já em pleno curso. A ameaça dos garotos era boicotar o banco, manter uma campanha para que os clientes fechassem suas contas no banco espanhol. Um estudante mediano de comunicaçao sabe que esse tipo de debate, mesmo que conflituoso, como era o caso, só traz benefícios à marca.
Liberdade é um valor que alguns vao à rua defender, mas a maioria apoia em silêncio. Por outro lado, bastava uma declaraçao de 15 minutos à imprensa, mostrando duas ou três obras expostas na Galeria Degli Ufizzi ou no (a turma adora!) Whitney Museum of Modern Art para acalmar de vez a classe média eventualmente incomodada (claro, os garotos do MBL seguiriam estrilando – e gerando justamente o efeito “falem-mal-mas-falem-de-mim”).
Preocupa, no episódio, que apenas grupos defensores das causas LGBT tenham vindo a público para protestar. Essa nao é uma causa gay. É uma causa da liberdade. Assim, interessa – e ameaça – a todos.
Por Jayme Serva, texto originalmente publicado no Blue Bus.
Gaudencio Fidelis, curador da exposição "Queermuseu", desabafou sobre o cancelamento: "Neste momento, depois de 5 horas me ocorre que a despeito de tudo que o ato do Santander representa, o pior foi o precedente que eles ajudaram a criar! Agora esses doidos reacionários vão achar que em 3 dias no meio de um feriado podem fechar uma exposição. Isso o pior de tudo a curto e médio prazo! Um estrago pelo qual todos nós iremos pagar!".
Assim [des]caminha a humanidade...
O cancelamento da exposição graças às ações grotescas do MBL virou pauta do Sensacionalista:
Projeto do MBL pretende vestir obras de arte em museus ao redor do mundo https://t.co/zVXmADrLMH— Sensacionalista (@sensacionalista) 11 de setembro de 2017
Há boatos de que o Santander irá doar a gasolina:
Após fechar exposição de arte, MBL prepara sua primeira fogueira de livros https://t.co/f1wcPkzHhN— Sensacionalista (@sensacionalista) 11 de setembro de 2017
Abaixo, a nota publicada pelo banco:
Nos últimos dias, recebemos diversas manifestações críticas sobre a exposição Queermuseu – Cartografias da diferença na Arte Brasileira. Pedimos sinceras desculpas a todos os que se sentiram ofendidos por alguma obra que fazia parte da mostra.
O objetivo do Santander Cultural é incentivar as artes e promover o debate sobre as grandes questões do mundo contemporâneo, e não gerar qualquer tipo de desrespeito e discórdia. Nosso papel, como um espaço cultural, é dar luz ao trabalho de curadores e artistas brasileiros para gerar reflexão. Sempre fazemos isso sem interferir no conteúdo para preservar a independência dos autores, e essa tem sido a maneira mais eficaz de levar ao público um trabalho inovador e de qualidade.
Desta vez, no entanto, ouvimos as manifestações e entendemos que algumas das obras da exposição Queermuseu desrespeitavam símbolos, crenças e pessoas, o que não está em linha com a nossa visão de mundo. Quando a arte não é capaz de gerar inclusão e reflexão positiva, perde seu propósito maior, que é elevar a condição humana.
O Santander Cultural não chancela um tipo de arte, mas sim a arte na sua pluralidade, alicerçada no profundo respeito que temos por cada indivíduo. Por essa razão, decidimos encerrar a mostra neste domingo, 10/09. Garantimos, no entanto, que seguimos comprometidos com a promoção do debate sobre diversidade e outros grandes temas contemporâneos.
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Últimos dias: Mondrian e artistas da vanguarda holandesa no CCBB Rio de Janeiro
6 de janeiro de 2017 at 14:00 Tags: { Evento, Exposições, Personalidades, Rio de Janeiro }
Tá por essas bandas e quer dar um tempo do verão carioca?
A boa é trocar as areias escaldantes pelo arzinho gelado do CCBB e aproveitar o último fim de semana da exposição Mondrian e o Movimento De Stijl.
"Estil" o quê?
Não tá ligando o nome à pessoa, né? "Palma, palma, palma! Não priemoes cânico!", diria o pensador contemporâneo Chapolin Colorado, o blogueiro te explica.
De Stijl é um movimento artístico com uso predominante de linhas retas, formas geométricas e cores primárias. Os artistas ligados ao grupo buscavam criar obras claras e limpas e acabaram por influenciar diferentes campos do conhecimento, das artes à filosofia.
Incluindo a publicidade e o design [saiba mais]:
Na expo, você pode conferir pinturas, desenhos de arquitetura, maquetes, mobiliário, documentários, publicações de época e fotografias de Piet Mondrian [1872-1944] do movimento da vanguarda moderna holandesa.
A mostra contempla também a produção de outros nomes importantes do estilo, conhecido como De Stijl – associado ao abstracionismo neoplástico – como o arquiteto e designer Gerrit Rietveld [1888-1964] e o pintor Bart van der Leck [1876-1958].
A exposição tem curadoria de Hans Jansen, Pieter Tjabbes e de Benno Tempel, diretor do Museu Municipal de Haia.
Último fim de semana, a exposição vai até segunda-feira, 9 de janeiro. Corre pra ver ;)
Mondrian e o Movimento de Stijl
Centro Cultural Banco do Brasil
R. Primeiro de Março, s/nº Centro RJ - (21) 3808-2020
12 de outubro a 09 de janeiro - quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada franca
Infos sob a responsabilidade do CCBB sujeitas a alterações sem aviso prévio.
O lado obscuro da Disney dissecado em Dismaland Calais, de Jeffrey Gillete
12 de julho de 2016 at 08:00 Tags: { Banksy, Disney, Exposições }
Lembra da Disneylandia macabra criada por Banksy em agosto do ano passado? Jeffrey Gillete foi um dos artistas cujas obras compunham Dismaland.
Autor de obras pós-apocalípticas há mais de 20 anos, Jeffrey apresenta agora Dismaland Calais, série inspirada no sombrio parque de diversões de Banksy. São 15 pinturas que subvertem o mundo colorido dos personagens Disney.
O trabalho de Jeffrey Gillete tem um quê de Mad Max com pegada bem-humorada. Ele fala sobre sua inspiração: "Em meus vinte e tantos anos acabei por ingressar no corpo de paz no Nepal. Eu estava lá por dois anos em um ambiente isolado onde tive muito tempo para ler livros pesados e pensar. Eu descobri os pontos de vista do pessimista filósofo alemão Arthur Schopenhauer, e encontrei consolo em suas ideias sobre o sofrimento e a arte. A partir dai a ideia de levar as coisas que as pessoas gostam e impondo o pior cenário nasceu. Meu trabalho é basicamente a trilha sonora visual para as suas ideias com uma injeção de humor.
Dismaland Calais está em exibição no Lawrence Alkin Gallery, em Londres, até 23 de julho. Confira um pouco do que você vai ver por lá:
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| Jeffrey Gillete |





















































