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Caveira gigante emerge do chão em homenagem ao Dia dos Mortos




Um enorme esqueleto que parece sair das entranhas da terra foi construído na cidade de Santa Cecilia Tláhuac, no México, em celebração ao Día de Muertos. Para a confecção da escultura em papel machê com áreas brancas e pretas bem delineadas, o artista Raymundo Medina contou com a colaboração dos índios Yaocalli. 

A caveira aparenta sorrir. O que pode causar algum estranhamento ao olhar estrangeiro nada mais é do que a estética da cultura mexicana que celebra a morte de entes queridos e ancestrais como parte da vida.


Talvez por isso ela esteja tão de boa ali, no meio da rua, curtindo o feriado.


A instalação ocorreu em 2019.




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Cerveja mexicana cria versão com flor oferecida aos mortos em celebração ao Dia de Finados




Dia dos Mortos ou Finados é celebrado pela igreja católica desde o século XIII. No México, onde possui grande relevância cultural, a data detém um simbolismo de origem indígena, quando as almas são autorizadas a visitar familiares vivos.

A cada ano, no Dia dos Mortos, a cerveja Victoria, produzida pela Media Monks, convida as pessoas a se reconectar com seus entes queridos através das tradições que caracterizam e unem o México. A bebida ganhou uma versão especial com sabor de Cempasúchil, planta herbácea de cor amarela usada pelos mexicanos para celebrar o reencontro dos mortos com os parentes vivos. 



"Na cerveja Victoria, ano após ano, nos concentramos em valorizar esta importante festa para os mexicanos, na esperança de que eles encontrem esperança e brindem à memória de seus entes queridos. Somos uma marca comprometida com a cultura mexicana e buscaremos sempre mostrar ao mundo as tradições do nosso país", conta Martín Raygoza, diretor da cerveja Victoria do Grupo Modelo.

"O sabor do reencontro" é a assinatura da campanha criada no ano passado pela Ogilvy México para o lançamento da Victoria Cempasúchil, produzida com extrato da flor. "Hoje podemos dizer que a campanha do Dia dos Mortos é a mais esperada pelos mexicanos e é, sem dúvida, graças ao trabalho e à coragem que mantemos há anos na Ogilvy junto com a Cerveza Victoria. Em 'El sabor de reencuentro' tornamos visível um dos grandes valores que possuímos, ou seja, o contato com os afetos. Mais uma vez, apostamos em uma ideia que impacta a vida dos mexicanos, com uma marca que continua inovando”, diz Jessica Apellaniz, CCO da Ogilvy México e Latam.



O roteiro do filme foi escrito a partir de comentários reais nas redes da Cerveza Victoria e procura responder a pergunta "O que diríamos àquele ente querido se pudéssemos vê-lo novamente?". A direção de arte se inspirou na tradição mexicana segundo a qual as pétalas douradas da flor ancestral cobrem locais formando pontes cheias de luz que conduzem os mortos de volta para casa.

"Todos os anos a cerveja Victoria celebra o Dia dos Mortos recuperando tradições e reinterpretando-as de uma nova perspectiva, do ponto de vista da mitologia, dos laços de família, e do poder da poesia. O filme deste ano trata do reencontro, entre vivos e mortos, pelo sabor único da inovação deste produto”, conclui Mauricio Gaya, diretor criativo da Media Monks.

Além do comercial, a campanha contou com uma edição especial em lata da cerveja desenhada pelo ilustrador mexicano Revost.

Assista "O sabor do reencontro" no player do início do post.

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Finados está diferente

 


No Brasil, a maioria das campanhas para o Dia de Finados trata a morte, um tema delicado, de modo solene, com saudades e pesar. Este anúncio impresso, ao contrário, apostou em uma linguagem leve e bem-humorada. 

O título faz um trocadilho maroto entre a música cantada na hora do parabéns, "Hip, hip, hurra!", e "R.I.P", sigla em inglês para "rest em peace" [descanse em paz]. Ponto para o redator: notou que "renovação" e "renascimento" são conceitos em comum entre aniversários e a passagem para o além.

A empresa carioca Sinaf, seguradora que garante na apólice a assistência funeral, ficou conhecida nacionalmente pelas campanhas divertidas que surgiram no início dos anos 1990 e permanecem até hoje.

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Alma tenta negociar mais tempo de vida em curta brilhante e profundo sobre a Morte. Assista 'Coda'



O fim trágico chegou sem aviso, sem licença, sem tempo para preparativos nem despedidas. Pego de surpresa e bêbado, sua alma vaga perdida pela cidade até ser encontrada pela morte em um parque. 

A morte o leva, então, para uma incrível jornada de descoberta.



"Coda" é um curta sombrio e profundo sobre a morte. Diferentemente de outros filmes, no entanto, a alegoria da morte não é cruel, fria ou assustadora, tampouco responsável por dar fim aos vivos, cabendo-lhe apenas a missão de buscar almas. A personagem, ao contrário, é suave, docemente melancólica e surpreendentemente maternal - a ponto da alma tentar negociar com ela mais tempo de vida. 

O ponto de vista da narrativa é outra característica peculiar do premiado curta irlandês. O diretor Alan Holly mostra a morte pela ótica não dos que ficam, mas do espírito do morto, abordando de forma sensível o desconforto e o medo que ronda a passagem para o outro lado.



Cria do And Maps And Plans, um pequeno estúdio em Dublin, "Coda" conquistou vários prêmios em festivais internacionais, além de uma indicação ao Oscar. Ótima pedida para refletir sobre a morte e sua imponderabilidade nesse Dia de Finados

Assista ao curta de animação no player abaixo.


Coda from and maps and plans on Vimeo.


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Agarre-me ou não: quando a sexta-feira cai no feridado de Finados



O sextou feat Finados vem ao som de "Hold Me Tight or Don't", do Fall Out Boy. Com uma batida pop e dançante, a música traz a banda norte-americana em uma nova fase.

via GIPHY

O clipe, inspirado no Dia De Muertos, é recheado de imagens oníricas e psicodélicas.


"Hold Me Tight or Don't" faz parte do álbum "M A N I A", o sétimo disco da banda, lançado no início do ano.

Dá o play aí em cima.

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O que é Saudade? Vídeo comovente para o Dia de Finados tenta responder



Difícil descrever, marcante sentir.

O sentimento que pode ser traduzido em apenas uma palavra somente em português ganhou uma reflexão emocionante e singela em homenagem àqueles que já se foram.


"É impossível não sentir.
Ela faz chorar.
E também sorrir.
Ela não depende de tempo.
De idade.
Ela é uma viagem ao passado que desperta uma imensa vontade de viver o presente. Afinal, como será o futuro sem ela?
Ela se escreve apenas em português, mas se compreende em todo planeta.
Não escolhe cor, nem religião.
Ela só bate em quem tem coração. E por mais que se fale, ninguém, nunca, vai conseguir definir exatamente o que ela é.
Porque não se explica.
Saudade, se sente"

O filme do Grupo Via para o Dia de Finados é criação da agência Pandora.

Confira no player acima.

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