Algumas marcas criam identificação com o público, outras não. As últimas tendem a sucumbir. Simples assim.
Neosaldina, medicamento do laboratório Nycomed, se enquadra no primeiro tipo. Tanto que recebeu um apelido criado pelo próprio consumidor, que foi adotado pela estratégia de comunicação da marca. Lembra da Neosa?
Chamem a Neosa!
11 de março de 2011 at 17:11 Tags: { Ação, Analgésico, Branding, Conceitos, Mídia inteligente, Notícias, Remédio }
Beleza plástica e destrutiva 2
Strip-tease
at 10:47 Tags: { Internet, Pixel art, Senha }
Conheça Sally, quanto mais forte [ou longo] forem seus argumentos, mais ousada ela é.
Calma, calma, trata-se apenas de uma personagem para estimular o uso de senhas mais seguras. Isso mesmo, a moça tira a roupa conforme a complexidade da senha. Criada em pixel art, Sally está ansiosa esperando por você, digo, seu código está pronto para ser usado em qualquer site. O Naked Password é gratuito, só clicar aqui.
Cadê você?
10 de março de 2011 at 17:33 Tags: { Logo }
Li por aí
at 16:49 Tags: { Imagem, Li por aí }
Obrigado àqueles que gostaram do post Descubra a vida selvagem. Tenha filhos. Em especial, à Marcela e à Joanna pelos comentários. Respondendo à pergunta, vi a frase que o entitula adesivada no vidro traseiro de um carro, tempos atrás. Há outra sobre filhos que também gosto muito, embora seja, ao contrário da anterior, bastante pessimista:
criatura o legado de nossa miséria.
Frase que encerra o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas [1881], de Machado de Assis. Para ilustrar este post, um anúncio fantasma da vodca Smirnoff.
O amor por estratégia: o bem-sucedido case de reposicionamento do Sazon
at 15:59 Tags: { Branding, Do tempo do onça, Loducca, Mulher, Tempero }
O público, composto por donas de casa das classes B, C e D, passava por um período de mudança de valores e possuía um conflito em especial. Equilibrar as responsabilidades de se trabalhar fora, 40% das mulheres já estava no mercado de trabalho, com os deveres do lar, entre eles, exercer o papel de mãe e cozinhar bem. Se por um lado, possuíam referenciais modernos, eram independentes e tinham auto-estima cada vez mais elevada, por outro, não abriam mão de preparar a refeição para a família, e aí o grande segredo estava no tempero, assim como faziam suas mães e avós.
Era preciso refletir essa nova realidade na comunicação da marca e oferecer um produto que de algum modo tirava da mulher a responsabilidade pelo resultado da comida, sem obviamente expor o segredo da dona de casa. A Loducca, agência que atendia a conta na época, decidiu pelo seu reposicionamento. O que fez com maestria. Para isso desenvolveu um novo conceito: Sazón. Quem ama, usa.
A marca resgatava, assim, o lado materno que estava sendo deixado com a entrada da mulher no mercado de trabalho, isentando-a da culpa de utilizar um produto para dar mais sabor à comida. Sazón passou a ser uma forma de religar essas mulheres às suas raízes. Muito mais que um simples pré-tempero.
Em 2009, o conceito foi repaginado e o amor volta a ser tema da comunicação da marca, agora com a conta na Dentsu. Veja um dos vídeos a seguir:
Feliz é cachorro que pode fazer xixi em qualquer poste
at 12:26 Tags: { Carnaval, Jornal, Li por aí, Utilidade pública }
Marchinha do Xixi pede Carnaval sem xixi na rua
A frase que dá título ao post estampava a fantasia de um folião que seguia o Bola Preta, bloco tradicional do Rio de Janeiro, e não deixa de ser uma resposta bem-humorada à campanha do jornal O Globo.







