As 10 marcas mais poderosas do mundo

Acabou de sair do forno o ranking da 10 marcas mais poderosas do mundo em 2013.


Acelerando em primeiro lugar, a Ferrari, seguida pelo Google e pela Coca-Cola. A Apple, que no ano passado estava na liderança, derrapou para a 10ª colocação (Steve tá fazendo falta por lá).

De acordo com a Brand Finance, consultoria responsável pela lista, apesar da escuderia italiana não ter receita tão volumosa quanto as demais marcas avaliadas, ela se destaca em quesitos como margens líquidas, receita média por cliente, marketing e publicidade, qualidade, admiração e lealdade. Também é uma das mais influentes junto ao consumidor e diante aos pares do setor.

Confira as dez marcas mais poderosas e seus valores [em bilhões de dólares]:

1. Ferrari: $ 3.6
2. Google: $ 52.1
3. Coca-Cola: $ 34.2
4. PricewaterhouseCoopers: $ 16.4
5. Hermes: $ 4.5
6. Walt Disney: $ 20.5
7. Dior: $ 2.95
8. Johnnie Walker: $ 4.4
9. Nike: $ 14.9
10. Apple: $ 87.3

Se você quer é preço, veja abaixo, o ranking das cinco marcas mais valiosas e seus valores [em bilhões de dólares]:

1. Apple: $ 87.3
2. Samsung: $ 58.8
3. Google: $ 52.1
4. Microsoft: $ 45.5
5. Walmart: $ 42.3

The Candidate | Heineken

Perguntas clássicas e respostas pré-cozidas. Se as entrevistas de emprego parecem ser sempre a mesma coisa, como encontrar 'o cara'?



A Heineken, patrocinadora da Uefa Champions League, resolveu inovar o processo seletivo a fim de escolher o talento ideal para lidar com o maior campeonato de futebol da Europa.

Meses de entrevistas [nada convencionais] e 1734 candidatos depois, três deles foram selecionados pelo time de marketing digital da cervejaria. Restava o teste final: atuar durante a partida Juventus x Chelsea, em Turim:



Embora pareçam absurdas, as situações a que foram submetidos os candidatos estão ligadas aos jogos - como entrar de mãos dadas, como se estivessem em campo, e prestar atendimento médico a um colega de time. Parabéns ao vencedor, Guy Luchting.

Seios finalmente se reencontram


Eles foram feitos uma para o outro. Mas a vida, talvez o destino, não sei, insiste em separá-los. Nada que um bom sutiã não possa reunir novamente.


Pegada bem-humorada na campanha Finally Together, da marca de lingerie francesa Valege. Em vez de modelos cheias de curvas - tradição no segmento - uma animação mostra seios se reencontrando no aeroporto, no cais e até num programa de TV.



Criação turbinada da Publicis da Espanha e da Marcel Paris.



A Direção de Criação é do brasileiro Alexandre Okada.



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Quando o papel ganha vida | Anúncio real e virtual integrados

A Lexus levou a convergência a um novo limite, ao integrar os anúncios impressos e para iPad do seu ES 2013. O papel ganha vida e a criatividade, asas.


Ideia da agência Team One [do grupo Publicis], a  integração está alinhada ao conceito do novo carro, que aposta em tecnologia avançada sem abrir mão do estilo.


Taí exemplo supimpa do que pode fazer a convergência entre o tradicional e as novas mídias. Confira a seguir:



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A diferença é a marca | Nizan Guanaes


Leitura obrigatória pra quem curte, trabalha ou quer trabalhar com Branding e Publicidade. Artigo do mestre Nizan publicado no caderno Mercado da Folha de hoje. Divirta-se:

A diferença entre um tablet fabricado na China e o mesmo tablet igualzinho, só que com a marca Apple, é a marca da Apple.

A marca não é só um logo estampado num produto, mas um conjunto de valores e atributos tangíveis e intangíveis que essa marca carrega e aquele logo anuncia. A construção de uma marca é uma obra empresarial suada, que leva tempo, feita com disciplina e profissionalismo.

A marca não é, como muitos pensam, fruto só de publicidade. Ela é uma verdade, um sonho ou uma fantasia. A única coisa que ela não pode ser é uma mentira. É uma verdade mesmo que essa verdade seja a fantasia da Disney.

Uma marca também é definida por coisas que não é. Louis Vuitton, por exemplo, não é barato. A marca se gaba de nos últimos anos não ter feito liquidação. Por isso, quem a usa carrega não só uma bolsa, mas uma bolsa cara, que leva toda a história da casa Vuitton.

As marcas não vendem só luxo, exclusividade ou frescura. Quem compra na Zara, por exemplo, ostenta inteligência: "Sou mais inteligente porque me visto bem na Zara, comprando o que está na moda sem pagar o preço alto da moda". Para isso, a Zara é um prodígio de seguir a moda sem copiar seus custos, abrindo lojas bem na frente das marcas de luxo.

As marcas, assim como os grandes jornais que amamos, têm que ter conselho editorial e editor-chefe. Steve Jobs foi o maior editor-chefe empresarial dos últimos tempos. Construiu a marca Apple pelas coisas que fez e não fez, como não dar ouvidos ao consumidor, impondo sua própria vontade.

Num mundo onde virou moda certos clientes maltratarem suas agências de propaganda (refluxo da arrogância das agências nas décadas de 70 e 80), Jobs colocou a agência TBWA dentro, fisicamente, do prédio da Apple e construiu junto com ela alguns dos melhores momentos da publicidade, a ponto de em alguns comerciais ele mesmo fazer textos e até locução.

Jobs soube também explorar com maestria as relações públicas. Todos temos no imaginário o Steve Jobs de jeans e gola rolê apresentando a um auditório lotado e em frenesi o próximo lançamento.

Ele fez da coletiva um instrumento midiático moderno, global e excitante. E usou o design para tornar um aparelho único porque o design o fazia parecer único mesmo quando não era tão único assim.

O silêncio, a discrição e quase nenhuma publicidade podem também construir uma marca.

A família Safra é um exemplo. Discretos, construíram uma marca e várias casas bancárias com uma ferramenta de marketing poderosa, o "no marketing".

O "no marketing" não é só ser discreto e "low profile". É também ter fama de discreto e "low profile". Construir a cultura do "no marketing" é repeti-la com exaustão dentro da organização e fazer com que todos a conheçam e se comportem assim.

Indo de um polo a outro, marcas como Redbull foram inventadas com todo o barulho e ferramentas de marketing, de forma tão revolucionária quanto o silêncio dos Safra.

Adotando os esportes radicais, o gênio de seus criadores fez de uma bebida de gosto estranho marca de aceitação global. Redbull é a energia do novo novo. Com o patrocínio dos esportes de alto risco e alta energia, tornou-se sinônimo mundial de energia, uma ação de "branding" maciça que consumiu, pasmem, 35% do seu faturamento.

Apple, Safra e Redbull são "brandings" diferentes, unidos pelo alinhamento total entre a marca e a cultura da organização empresarial. Como Ralph Lauren, cuja vida se confunde com a marca e a empresa que levam seu nome. Criou valores, processos e crenças, conhecidos por todos, que terão de ser respeitados mesmo quando ele não estiver aqui para lembrá-los.

O mundo da moda é o mais dinâmico usuário dos instrumentos de marketing. Como fica velha todo ano, a moda tem que se tornar anualmente jovem e renovada. As diferenças podem vir nas embalagens, no produto, na publicidade, no preço ou na tecnologia e na inovação.

Num mundo lotado de marcas e ferozmente competitivo, ninguém sobrevive ou constrói marca se não tiver uma diferença clara e se a organização não estiver alinhada, consciente e doutrinada a trabalhar para não esquecer nem deixar o consumidor esquecer aquela diferença.

Para fugir do lugar comum: desing transforma estampas Threadless em gifs



Pra quem curte a boa e velha camiseta, mas não abre mão de estampas diferenciadas e divertidas, a dica é a Threadless.



Pois o Nathan W. Pyle, conseguiu deixar o lance ainda mais bacana ao transformar em gifs animados as ilustrações da marca. Dá um confere nas criações do Pyle, para mais, clique aqui.








Sobre pepinos e uvas | O que temos de aprender com os macacos

O macaquinho do vídeo a seguir salva qualquer segunda-feira. O que parece ser um burocrático encontro de cientistas revela-se uma surpreendente [e hilária] reivindicação por direitos iguais.


Quem nunca?