A Casa do Dragão: spin-off de Game of Thrones ganha ação com Marília Gabriela como uma Targaryen

 


HBO Max convocou ninguém menos que Marília Gabriela para promover a estreia de "A Casa do Dragão". Série derivada de Game of Thrones é a sua mais aguardada produção do ano.

Baseada em "Fogo & Sangue", de George R.R. Martin, e ambientada quase dois séculos antes dos eventos de Guerra dos Tronos, A Casa do Dragão acompanha as disputas pelo poder e controle do cobiçado Trono de Ferro durante o reinado da Família Targaryen e seus [des]temidos dragões.

Na ação, a icônica jornalista e apresentadora, de 74 anos, personifica uma verdadeira Targaryen. Caracterizada com os figurinos da série, apresenta em tom épico os dramas familiares, disputas de poder e a participação fundamental dos dragões na história. 

Assista no player abaixo e saiba mais, em seguida, sobre a campanha de lançamento:



De frente com Daenerys

Inspirado na voz e nos programas icônicos apresentados por Marília Gabriela, a ação começou a ser veiculado em TV aberta e nas redes sociais no dia 20 de agosto, um dia antes da estreia da série. A ideia de trazer a jornalista e apresentadora foi colocar o público a par dos principais acontecimentos da história. Afinal, quem gosta de ficar de fora dos assuntos mais comentados do momento? Aguardem novo novos vídeos.

A ação com Marília Gabriela, que postou o vídeo em seu perfil no Instagram, faz parte de uma campanha integrada envolvendo um plano de mídia 360 com forte atuação no digital, além de outras ações especiais, ativações, parcerias com marcas e dragões, muitos dragões.

"A nossa estratégia de marketing tem o objetivo de engajar um público ainda mais amplo e mainstream do que o de 'A Guerra dos Tronos', que já tem um fandom bem grande. Para isso, além do plano de mídia que cobre regiões-chave do país, temos um stunt com a Marília Gabriela em TV Aberta e digital, ativações com os nossos parceiros de distribuição, além de brand partnerships com marcas como a LATAM e Rappi. Todas essas ações se complementam e assim podemos levar a força e a grandiosidade de A Casa do Dragão para todo o Brasil", afirma Louise Faleiros, diretora de Marketing da HBO Max no Brasil.

Cuspindo fogo no TikTok

HBO Max e TikTok se uniram para criar um filtro exclusivo inspirado em A Casa do Dragão. Desde 19 de agosto, dois dias antes da estreia do primeiro episódio, os usuários brasileiros da rede social podem brincar com um filtro em que é possível cuspir fogo, assim como os dragões da série.

Estação Westeros e espaço instagramável

Em continuidade à campanha, a HBO promoveu uma "Invasão dos Dragões" na Estação Paulista do Metrô de São Paulo. A estação, uma das mais movimentadas da cidade, na Rua da Consolação, foi transformada em um espaço imersivo com envelopamento e até um ovo de dragão em 3D com 2,5m de altura. 


Próximo dali, um ponto de ônibus na Avenida Paulista ganhou réplicas de dragões e testemunha a passagem dos bichões. 



Reproduzida em outras cidades, a instalação criada por um artista plástico é oportunidade para o público tirar fotos e interagir com os famosos dragões da série. 



Enquanto isso, no Rio de Janeiro, VLTs temáticos já estão circulando pela cidade.

Tratado de dragões

Foram preparadas ativações nos mais variados formatos com marcas parceiras que fazem referências à A Casa do Dragão junto a seus consumidores, como forma de ampliar o alcance do lançamento da série. 

"As parcerias com grandes marcas nos ajudam a avançar para novos e diversos grupos de consumidores com muito mais rapidez, possibilitando a ampliação de nossa base de usuários para que mais pessoas tenham acesso a produções internacionais e locais de qualidade, como a aguardada série A CASA DO DRAGÃO", diz Federico Bosch, diretor de Marketing de Parcerias Latam da HBO Max.

Rappi: até o dia 10 de setembro, os consumidores do do serviço de delivery, ao acompanharem as entregas pelo aplicativo, poderão ver dragões [em vez do tradicional courier] se deslocando até o destino final, representado por castelos.

Mercado Livre: a plataforma de compras e pagamentos online faz uma ativação com influenciadores que precisarão desvendar referências à série por meio de uma caixa de spoilers, cheia de objetos. Exemplares do livro "Fogo e Sangue", obra em que a atração é inspirada, terão capas personalizadas e estarão disponíveis nas livrarias.

ROKU: já o serviço de TV digital também aposta na personalização do dispositivo com design exclusivo e limitado inspirado na série.

LATAM Airlines: em uma ativação especial, a companhia aérea transmitirá no dia 23 de agosto o primeiro episódio em voos especiais, saindo de São Paulo, Santiago e Lima com destino a Madrid.



VIVO: 14 lojas da concessionária de telefonia e internet foram personalizadas com temática da série.

Claro: enquanto isso, a Claro criou uma loja conceito em Belo Horizonte [MG] onde os clientes poderão assinar HBO e HBO Max na hora.

O primeiro episódio de A Casa do Dragão estreou no domingo, 21 de agosto, com transmissão simultânea no Brasil na HBO Max e no canal HBO. A primeira temporada tem 10 episódios, liberados a cada domingo, às 22h na HBO e a partir das 23h na HBO Max. O elenco principal traz Paddy Considine, Matt Smith, Olivia Cooke, Emma D’Arcy, Steve Toussaint, Eve Best, Sonoya Mizuno, Fabien Frankel, Rhys Ifans, Milly Alcock, entre outros.



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Tchutchuca do Centrão: após chilique de Bolsonaro, apelido bomba na web

 


Os brasileiros têm uma nova alcunha para irritar Jair: "Tchutchuca do Centrão". 

Após Biruleibes reagir com violência aos questionamentos de um youtuber de direita, o termo virou meme e vem divertindo a internet. 



A treta rolou nesta quinta-feira, 18, no "cercadinho" do Palácio do Planalto. Jair Bolsonaro [PL] chegou a agarrar o direitista Wilker Leão e tentou tomar seu celular. O rapaz se esquivou e começou a dirigir perguntas ao político. Foi, então, empurrado por seguranças. Ao se levantar, passou a xingar Salnorabo de "vagabundo", "safado", “covarde” e "tchutchuca do Centrão".

Temos imagens:



Todo mundo sabe, ficar pistola só piora. 

Pronto! O apelido, nível "Noivinha do Aristides", caiu nas graças da zoeira e pegou de vez. 



O termo foi parar no topo dos assuntos mais comentados do Twitter. 



Virou funk, com direito a paródia de um clássico do Bonde do Tigão:



Virou marchinha de Carnaval:






Virou charges:





Rolou, inclusive, uma expectativa pela fala do apresentador William Bonner, durante o Jornal Nacional.





Quem diria que o humor apelativo de Bolsonaro iria se virar contra ele?



Duro mesmo tá passando a imprensa internacional para traduzir a bagaça.











Confira mais memes:






















Zoar Bolsonaro lava a alma do brasileiro, não é mesmo? 

Porém, ativistas alertam, "Tchutchuca do Centrão" é um xingamento misógino, assim como "Noivinha do Aristides" é um xingamento homofóbico, pois se trata de atacar alguém tomando por base gênero/orientação sexual.



"Acredito que a alteração do gênero, tanto antes quanto depois [do termo], apenas ameniza, mas não exclui o fator sexista", diz a advogada Natasha Vasconcelos que trabalha para inserção de mulheres na política. "O melhor é nem usar", orienta.

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Barba na pia é coisa do passado: lavabos em forma de rosto promovem kit para box

 


Há um novo tempo e lugar para o barbear: embaixo do chuveiro.

Eis o mote da campanha impressa "Shave in the Shower" da marca australiana Tooletries, de organizadores e acessórios inovadores de banheiro. A ideia é incentivar a rapaziada a pular o lavabo e começar a fazer a barba na hora do banho.

A série de três prints brinca com o formato de pias que parecem rostos de homens graças ao volume acumulado de pelos. Uma forma divertida de encorajar um novo comportamento e posicionar o produto, um suporte de barbeador e espelho para o box, em três modelos diferentes.




Criação da agência Showpony Melbourne. Campanha foi veiculada na Austrália em maio de 2021. 

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Que tal um jantar a 50 metros de altura com vista para Baía de Guanabara?

 


Sucesso em todo o mundo, o Dinner in the sky [Jantar no céu] vai aterrissar no Rio e oferecer a cariocas e visitantes refeições e coquetéis em mesas suspensas a 50 metros de altura sobre a paisagem deslumbrante da Baía de Guanabara feat Pão de Açúcar.

Criado no Bélgica, o evento original com jantares sobre cartões postais icônicos já aconteceu em diversas cidades do mundo. No Rio, teve uma versão [Master Chef Brasil nas nuvens] no fim do ano passado e agora funcionará por quatro meses, de 1º de setembro até 18 de dezembro, no Aterro do Flamengo, próximo a casa de show Vivo Rio.



Até 22 participantes em assentos equipados com cinto de segurança poderão confraternizar na plataforma-mesa içada por um guindaste a 50 metros de altura. O serviço, localizado na área central, será servido por um chef e seus assistentes. 

O Dinner in the sky tem duração entre 40 e 70 minutos, dependendo do formato. Embora o nome cite jantar, também poderá ocorrer durante o dia, de acordo com as cinco opções gastronômicas oferecidas. Preços variam segundo a escolha da refeição e do dia. 

Valor salgado. Não só o jantar é nas alturas

Opções: café da manhã ou brunch, 350 a 400 taokeys; almoço [entrada, prato principal e sobremesa], 400 a 440 taokeys; coquetel, 350 a 420 taokeys; esquema sunset, 450 a 500 taokeys; e jantar especial [entrada, prato principal e sobremesa], 600 taokeys. Bebidas estão inclusas nos valores, podendo ser alcoólicas ou não.

O evento existe em mais de 70 países e já foi realizado nas principais cidades do mundo, entre elas, Dubai, Las Vegas, Paris, Bruxelas, Atenas, Londres, Shanghai, Tokio, São Paulo e Rio. Chefs de renome mundial, como Massimo Bottura, Virgílio Martinez, Joel Robuchon, os brasileiros Rodrigo Oliveira, Flávia Quaresma e Guga Rocha, já participaram da experiência nas alturas. 

Serviço:



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10 anos do 'Ecce Homo' de dona Cecilia Giménez: de desastre a meme que mudou uma cidade


Shin Suzuki
Da BBC News Brasil em São Paulo

"Com todo o meu respeito à pintura original de Elias García, a obra mais importante agora se define ao modo de Cecilia Jiménez", diz à BBC News Brasil o prefeito de Borja, cidade onde está a restauração desastrada que entrou para a seleta lista dos maiores memes da história da internet.

"Um acontecimento inqualificável." 

Assim começava um post, datado de 7 de agosto de 2012, do blog dedicado à cultura da pequena cidade espanhola de Borja, de apenas 5 mil habitantes.

A postagem explicava que um inventário de arte religiosa da região constatou a má conservação do afresco Ecce Homo, feito pelo pintor Elias García Martínez nas paredes do Santuário da Misericórdia em Borja. 

"Mas, para a nossa estupefação, podemos comprovar que, no breve espaço transcorrido desde então, se produziu uma 'intervenção' cujo resultado é o que se oferece nesta imagem." 



"Desconhecemos as circunstâncias em que [a intervenção] se produziu." 

Não tardou para que elas fossem reveladas.

Uma paroquiana do santuário de Borja chamada Cecilia Giménez, de 81 anos à época, foi identificada como a autora da intervenção desastrada. Munida de "boa-fé", tentou resolver os problemas de conservação da pintura mesmo sem dominar técnicas necessárias. 

O resto é história: um tsunami de chacotas varreu as redes sociais, alimentou o noticiário, os programas de humor e as rodas de conversa pelo mundo nas semanas seguintes e reverberou com tamanha força que transformaria o trabalho de Dona Cecilia em um dos maiores memes já criados pela internet.

Diante do repentino interesse de um novo público pela arte sacra local, o padre do santuário chegou a solicitar ao prefeito para cobrir o quadro e assim evitar piadas. O pedido foi negado.

Já a idosa, sob ameaça de processo judicial em razão do que foi classificado de "ato de vandalismo", caiu em depressão. Chorou por vários dias.

Logo, porém, ela recuperou seu ânimo. Percebeu que sua obra estava "dando a volta": pouco a pouco, a ridicularização cedia lugar à apreciação, muita vezes irônica, em um fenômeno típico da cultura da web.

Em pouco tempo a imagem se transformou em uma série de produtos de merchandising, como chaveiros, camisetas e imãs de geladeira, e até em uma ópera composta pelo norte-americano Andrew Flack em 2015.



Dez anos depois, Borja celebra sem nenhum constrangimento o Ecce Homo transformado pelas mãos da senhora espanhola, que hoje vive em uma casa de repouso, com a saúde debilitada aos seus 91 anos.

"Sua situação piorou bastante, mas ela ainda é consciente do fenômeno e vive aqui em Borja em uma residência mantida pelo governo de Aragão. Está junto com seu filho, que tem também um problema de saúde severo", disse o atual prefeito do município espanhol, Eduardo Arilla Pablo, à BBC News Brasil.

José Antonio tem uma lesão cerebral e vive em uma cadeira de rodas. O outro filho de dona Cecilia, Jesusín, morreu aos 20 anos por causa de uma doença muscular rara.

Ela disse em uma entrevista recente à TV pública de Aragão que, se pudesse, "voltaria a tentar reparar o Ecce Homo". A um jornal do País Basco, outra região espanhola, afirmou que sempre gostou de pintar e tem boas recordações da restauração porque a "fez com carinho".

O prefeito de Borja conta que no próximo dia 10 de setembro haverá "uma cerimônia de reconhecimento a Cecilia Giménez e a Elias García Martínez" que será transmitida ao vivo pelo YouTube.

É um reconhecimento também ao grande impacto causado nessa pequena cidade localizada a 60 km de Saragoça e parte da região autônoma espanhola de Aragão.

"Turisticamente somos um produto mundial. Recebemos visitantes de 110 países do mundo", afirma Arilla.

Meme real: turistas no Santuário da Misericórdia em Borja para ver o Ecce Homo


No primeiro ano após o surgimento do caso houve uma explosão no número de turistas, com 40 mil visitantes em Borja.

"Agora se estabilizou. Mas trabalhamos para que essa cadeia nunca se rompa na hotelaria da cidade", diz Arilla. Agora, o fluxo fica entre 10 mil e 11 mil visitantes anualmente que testemunham ao vivo o que se celebrizou online.

Mas o que o prefeito pensa do que fez Dona Cecilia?

"Como instituição não podemos permitir que essas coisas aconteçam. Temos um grande patrimônio monumental e artístico e estamos empenhados em restaurá-lo. O que aconteceu foi um erro. Mas também é verdade que, uma vez que isso aconteceu, esse é o fenômeno pop, o ícone pop", afirma.

"Com todo o meu respeito à pintura original de Elias García, a obra mais importante agora se define ao modo de Cecilia Giménez."

Dona Cecilia em entrevista logo após ficar famosa


O original: "escasso valor artístico"

O afresco feito por García Martínez (1858-1934) é uma reprodução de outros Ecce Homo ("Eis o Homem", em latim) do passado. É um tema comum na arte europeia entre os séculos 15 e 17, cujo título alude à frase de Pôncio Pilatos quando apresenta Jesus Cristo torturado à multidão.

García Martínez foi professor da Escola de Belas Artes de Saragoça e também o patriarca de uma família de artistas do qual se destacou seu filho Honorio García Condoy, um escultor vanguardista.

A família costumava passar os verões na região de Borja, e foi isso que levou Garcia Martínez a produzir o afresco dentro do santuário no ano de 1930.

O prestigiado diário espanhol El País classificou a pintura original como de "escasso valor artístico". A obra não chegou a ser catalogada pelos órgãos culturais de Aragão.

Pintura original de 1930 restaurada em 2012 com trágicas e risíveis consequências 


Afinal, dona Cecilia fez arte?

"Cecilia Giménez criou algo totalmente diferente, com muito mais impacto do que a pintura original, que não seria esquecida porque nem sequer foi lembrada antes", diz Nathalia Lavigne, curadora e pesquisadora em cultura digital.

"Mas tudo aí é contexto, meme é contexto. A imagem penetrou na cultura visual contemporânea porque tinha todas as características de um meme: uma coisa de casualidade, de amadorismo e meio anárquica. Jamais foi a intenção dela o que aconteceu."

O caso do Ecce Homo refeito, segundo Lavigne, se relaciona a uma questão contemporânea: agora pergunta-se menos o que é a arte e mais onde é arte.

"Naquele contexto em que ela fez a restauração certamente não era arte. Mas pode ser visto dessa forma pensando numa ideia de longevidade da circulação da imagem, que vai determinar a importância sobre a vida do objeto."

Durante a "reabilitação" de dona Cecilia, surgiram visões inesperadas. O cineasta espanhol Álex de la Iglesia, diretor de filmes como O Bar e O Dia da Besta, declarou no Twitter que a imagem é um "ícone de nossa maneira de ver o mundo. Significa muito".

O crítico de arte americano Ben Davis chegou a colocar a restauração entre as 100 peças que definiram a década de 2010 ("uma amada obra-prima de surrealismo não-intencional").

Para Rob Horning, editor na revista eletrônica sobre tecnologia e cultura de internet Real Life, o meme na verdade "deu chance para satirizar simultaneamente a piedade da religião e a pseudo-religião da arte".

O resultado desastroso também "liberou nos espectadores uma sensação de superioridade", algo como olha o que essa senhora teve coragem de fazer.

Horning observa que o sucesso das visitas turísticas a Borja também mostra uma curiosa relação mundo offline x mundo online: é como se a parede em que está o Ecce Homo de dona Cecilia dissesse para o espectador: "Eis a internet".



"A sensação deve ser bastante poderosa", diz Horning.

Há no meme de dona Cecilia em 2012 alguns caminhos que tornariam característicos na internet com o passar dos anos. O caso sugeriu, por exemplo, que as consequências para alguém que viraliza, mesmo em um contexto de ridicularização, podem não ser tão graves - e uma grande repercussão consegue ser até "monetizada".

Foi garantido a dona Cecilia 49% dos direitos de imagem de seu Ecce Homo, que ela aplica em um fundo para amparar pacientes que enfrentam a mesma doença que seu filho.

Mas a principal lição do meme, diz o jornalista, é que a internet "se aproveita dos fenômenos e os inverte". O meme, ao final, "deu a volta".

Até dona Cecilia parece mais convencida sobre sua obra. Em 2016, durante a cerimônia de inauguração de um "centro de interpretação" de seu trabalho em Borja, declarou: "Às vezes, de tanto vê-lo, penso 'meu filho, você já não é tão feio como me parecia no começo".

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